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Fotos de crateras da terra – Imagens de cinco profundas depressões que formam lindas paisagens no mundo

Nosso planeta é coberto por buracos tão fundos e grandes que podem ser vistos até do espaço. Alguns foram causados pela queda de meteoritos e cometas e muitos outros pela exploração de diamantes e metais preciosos. Veja exemplos impressionantes destas “cicatrizes” deixadas na Terra.foto-cratera-na-terra-mina-grasberg-indonesia-imagem

Mina Grasberg, Indonésia

É a maior mina de ouro do mundo e a terceira maior de cobre. Construída em 1963 por 175 milhões de dólares, funciona até hoje e emprega 19.500 funcionários. São dois buracos, o maior deles com 8 km² e 480 metros de profundidade.

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Mina Mir, Rússia

Muitos diamantes saíram da quarta maior mina do mundo, hoje inativa, localizada no leste da Sibéria. Ela tem 525 metros de profundidade e diâmetro de 1,2 quilômetro. Foi a primeira e maior mina da União Soviética e funcionou por 44 anos, até 2001. A partir dos anos 1990, foi operada pela empresa exploradora Sakha, que tinha lucros de 600 milhões de dólares por ano. A cratera é tão grande que o espaço aéreo acima é fechado, pois helicópteros podem ser sugados por correntes de ar.

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Cratera Pingualuit, Canadá

Na língua inuktitut, significa “onde a terra se eleva”. Isso porque a região fica a 160 metros acima da tundra ao redor. O buraco tem 3,4 quilômetros de diâmetro e 400 metros de profundidade. Foi formado pela queda de um meteorito ou cometa há cerca de 1,4 milhão de anos. Um lago preenche a depressão. Ele é um dos mais profundos da América do Norte, com 267 metros. Sua água é considerada uma das mais puras do mundo, devido à sua transparência: é possível enxergar a até 35 metros.

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Mina Ekati, Canadá

Composta por seis buracos, esta mina produziu, entre 1998 e 2009, 40 milhões de quilates de diamantes. Hoje o minério da superfície foi esgotado, mas escavações subterrâneas continuam a retirar cerca de 7,5 milhões de quilates por ano.

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The Big Hole, África do Sul

A cidade de Kimberley é o lar da De Beers, uma das maiores empresas de mineração e comércio de diamantes do mundo, e é considerada a capital das pedras preciosas. A cratera é o resultado do trabalho de 30 mil homens em 1871, quando o primeiro exemplar foi encontrado. Rapidamente, o buraco alcançou 300 metros de diâmetro e 1,1 quilômetro de profundidade. 14.5 milhões de quilates foram encontrados lá, incluindo o famoso Cullinan, de 3,1 mil quilates, aproximadamente 621 gramas.

Erupção solar – Sonda da Nasa flagra fenômeno com 20 vezes o diâmetro da Terra

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Uma sonda da agência espacial americana (Nasa) captou uma erupção solar de “pequenas proporções” com 20 vezes o diâmetro da Terra. O evento ocorreu nesta segunda-feira (31) e durou quatro horas.

Acima, aparece uma imagem em escala do nosso planeta, para dar uma noção do tamanho da erupção solar, que se estendeu por mais de 257 mil quilômetros além do Sol.

Como identificou a sonda Solar Dynamics Observatory em luz ultravioleta extrema, forças magnéticas impulsionaram o fluxo de plasma do Sol, mas sem força suficiente para vencer a gravidade, razão pela qual a maioria do plasma caiu novamente sobre a estrela.

Imagem de erupção em buraco negro na galáxia Centauro A, que fica 12 milhões de anos-luz da Terra

Imagem de erupção em buraco negro

Radiotelescópios espalhados pelo Hemisfério Sul captaram imagens.
Galáxia Centauro A fica a cerca de 12 milhões de anos-luz da Terra.

Uma equipe internacional de pesquisadores conseguiu as imagens mais detalhadas já feitas de jatos de partículas em erupção de um buraco negro. As imagens foram captadas por vários radiotelescópios espalhados pelo Hemisfério Sul.

“Esses jatos surgem à medida que a matéria atraída se aproxima do buraco negro, mas nós ainda não sabemos os detalhes de como eles se formam e se mantêm”, disse Cornelia Müller, da Universidade de Erlangen-Nuremberg, na Alemanha, que liderou a pesquisa.

Os astrônomos voltaram os telescópios para uma galáxia chamada Centauro A (também conhecida como NGC 5128), que fica a cerca de 12 milhões de anos-luz da Terra. O espaço retratado na imagem compreende um diâmetro de mais de 4 anos-luz.

Fonte: G1