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Aurora Boreal – Com a chegada do outono, turistas vão à caça do fenômeno na Noruega e Finlândia

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Com a chegada do outono no Hemisfério Norte, grupos de turistas vão até o norte da Noruega e da Finlândia para tentar visualizar um fenômeno tão fascinante quanto imprevisível: a aurora boreal.O fenômeno, geralmente avermelhado ou esverdeado, ocorre o ano todo na região polar, mas não pode ser visto no verão por causa da claridade do céu tanto de dia quanto à noite. A partir do outono, entre setembro e outubro, a escuridão no fim da tarde e à noite permite observar as auroras até março ou abril. Elas ocorrem quando “ventos” de partículas carregadas de energia do Sol interagem com gases da atmosfera terrestre.aurora-boreal-noruega-foto-imagem

‘Caçadores’ de auroras

Algumas agências de turismo especializadas estudam informações meteorológicas para encontrar o melhor lugar para ver as luzes a cada dia, mas a maior dificuldade é que as auroras são imprevisíveis. Por isso, os turistas que vão à sua procura são chamados de “caçadores de auroras”.

As excursões para os lugares onde é possível ver o fenômeno costumam ser em micro-ônibus ou em trenós puxados por cães, especialmente para chegar em áreas de difícil acesso.

Artista japonesa vira fenômeno ao ‘levitar’ em fotos

Fotografia VoadoraEm seu blog, a artista japonesa Natsumi Hayashi conta que tem, há vários anos, uma grande obsessão: voar.

Para suprir essa “fixação”, ela começou a postar fotos de si mesma “levitando” no ar.

Via redes sociais, as imagens foram ganhando fama. Tanto que Natsumi foi convidada a expor suas fotos em uma galeria – a Spiral Garden – em Tóquio.

Sua primeira exposição individual no Japão, a mostra levava o nome do projeto em seu blog Today’s Levitation (“A levitação do dia”, em tradução livre).

A artista, de 31 anos, explica que as fotos não são manipuladas no computador. Ela pula diante da câmera até que a imagem capture o momento exato em que está “voando”.

“Às vezes, tenho de dar mais de 200 pulos para conseguir a foto ideal”, diz Hayashi, que conta com a ajuda de amigos para pressionar o botão da câmera.

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No site da galeria que abrigou sua exposição, ela explica sua obra: “Estou tentando me expressar como alguém livre da gravidade da Terra. Fazendo isso nas fotografias, eu também não me prendo a convenções da sociedade. Sinto-me como se não estivesse amarrada a tantas coisas e, assim, capaz de ser eu mesma.” Crédito: “Today’s Levitation” ©Natsumi Hayashi, courtesy MEM, Tokyo

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A exposição em uma galeria de Tóquio foi sua primeira individual no Japão e levava o nome do projeto em seu blog ‘Today’s Levitation’, ou “a levitação do dia”. Na mostra, suas fotografias são exibidas em grande escala e chegam a 9 metros de largura por 6 metros de altura. Crédito: “Today’s Levitation” ©Natsumi Hayashi, courtesy MEM, Tokyo

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A artista japonesa Natsumi Hayashi começou a tirar fotos de si mesma “levitando” para lidar com sua grande obsessão, que era voar. Crédito: “Today’s Levitation” ©Natsumi Hayashi, courtesy MEM, Tokyo

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Este ano, suas fotos já foram exibidas em Osaka, no Japão, e em algumas cidades americanas, como Los Angeles. Já as reproduções das fotos são vendidas em diversos museus e galerias do mundo. Crédito: “Today’s Levitation” ©Natsumi Hayashi, courtesy MEM, Tokyo

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A internet é a maior plataforma para seu trabalho. Além de postar as fotos em seu blog, ela as divulga no Facebook e no Twitter. Poucos meses após começar o projeto, suas fotos se tornaram extremamente populares na internet. Tanto que levaram muitos jovens a copiá-las e a postarem fotos suas também “levitando”.Crédito: “Today’s Levitation” ©Natsumi Hayashi, courtesy MEM, Tokyo

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“Comecei a tirar fotos minhas nas calçadas, pulando da plataforma do trem, deslizando em um restaurante ou suspensa no ar em um campo deserto”, conta Natsumi, que tem 31 anos. Crédito: “Today’s Levitation” ©Natsumi Hayashi, courtesy MEM, Tokyo

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Algumas das fotos vêm em pares e, nelas, a artista usa uma técnica para se obter uma imagem tridimensional. Como ela explica, é preciso olhar a imagem da direita com o olho esquerdo e a da esquerda com o olho direito. Crédito: “Today’s Levitation” ©Natsumi Hayashi, courtesy MEM, Tokyo

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Para tirar a foto, nada de manipulação no computador. Na verdade, seu processo consiste em ajustar a velocidade do obturador de sua câmera e, em seguida, ela começa a pular até conseguir a imagem que tem em mente. O que pode lhe custar até 200 pulos! Crédito: “Today’s Levitation” ©Natsumi Hayashi, courtesy MEM, Tokyo

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Nessa imagem, é preciso usar a mesma “técnica”, cujo objetivo é fazer com que o cérebro mescle as duas imagens, gerando uma sensação de que a foto é 3D. Crédito: “Today’s Levitation” ©Natsumi Hayashi, courtesy MEM, Tokyo