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Selfie Volcanic

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Lava brilha incandescente, produzindo e roncar no do vulcão Kilauea Halemaumau Cratera no Havaí Parque Nacional dos Vulcões. “É uma experiência e tanto quando a Terra se sente incrivelmente grande e se sente microscópica e insignificante em comparação”, escreve seu membro tiro Andrew Hara.

“Eu era capaz de acessar legalmente a borda da cratera Halemaumau enquanto o voluntariado para o Parque Nacional de Vulcões do Havaí”, explica Hara. Após cautelosamente caminhadas através de uma área fechada-off do parque nacional, respirador no reboque, Hara implantado seu tripé e câmera. “Eu cuidadosamente definir o temporizador por dois minutos e deu a volta para a borda visualmente estável longe da cratera para criar este auto-retrato”.

Fotos de crateras da terra – Imagens de cinco profundas depressões que formam lindas paisagens no mundo

Nosso planeta é coberto por buracos tão fundos e grandes que podem ser vistos até do espaço. Alguns foram causados pela queda de meteoritos e cometas e muitos outros pela exploração de diamantes e metais preciosos. Veja exemplos impressionantes destas “cicatrizes” deixadas na Terra.foto-cratera-na-terra-mina-grasberg-indonesia-imagem

Mina Grasberg, Indonésia

É a maior mina de ouro do mundo e a terceira maior de cobre. Construída em 1963 por 175 milhões de dólares, funciona até hoje e emprega 19.500 funcionários. São dois buracos, o maior deles com 8 km² e 480 metros de profundidade.

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Mina Mir, Rússia

Muitos diamantes saíram da quarta maior mina do mundo, hoje inativa, localizada no leste da Sibéria. Ela tem 525 metros de profundidade e diâmetro de 1,2 quilômetro. Foi a primeira e maior mina da União Soviética e funcionou por 44 anos, até 2001. A partir dos anos 1990, foi operada pela empresa exploradora Sakha, que tinha lucros de 600 milhões de dólares por ano. A cratera é tão grande que o espaço aéreo acima é fechado, pois helicópteros podem ser sugados por correntes de ar.

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Cratera Pingualuit, Canadá

Na língua inuktitut, significa “onde a terra se eleva”. Isso porque a região fica a 160 metros acima da tundra ao redor. O buraco tem 3,4 quilômetros de diâmetro e 400 metros de profundidade. Foi formado pela queda de um meteorito ou cometa há cerca de 1,4 milhão de anos. Um lago preenche a depressão. Ele é um dos mais profundos da América do Norte, com 267 metros. Sua água é considerada uma das mais puras do mundo, devido à sua transparência: é possível enxergar a até 35 metros.

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Mina Ekati, Canadá

Composta por seis buracos, esta mina produziu, entre 1998 e 2009, 40 milhões de quilates de diamantes. Hoje o minério da superfície foi esgotado, mas escavações subterrâneas continuam a retirar cerca de 7,5 milhões de quilates por ano.

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The Big Hole, África do Sul

A cidade de Kimberley é o lar da De Beers, uma das maiores empresas de mineração e comércio de diamantes do mundo, e é considerada a capital das pedras preciosas. A cratera é o resultado do trabalho de 30 mil homens em 1871, quando o primeiro exemplar foi encontrado. Rapidamente, o buraco alcançou 300 metros de diâmetro e 1,1 quilômetro de profundidade. 14.5 milhões de quilates foram encontrados lá, incluindo o famoso Cullinan, de 3,1 mil quilates, aproximadamente 621 gramas.

Fotos do planeta Marte feita pelo robô Curiosity – Mount Sharp

O robô Curiosity enviou as primeiras imagens em alta resolução do local em que conduzirá a maioria das suas pesquisas em Marte. Controlado remotamente pela NASA, o jipe busca evidências microbiológicas de vida e analisará as condições do planeta para recebê-la, além de colher informações técnicas sobre as condições do terreno.

Representado nas imagens enviadas nesta terça-feira (29/8) à agência especial, o Mount Sharp, uma montanha situada no centro de uma cratera, é o alvo principal da missão que engloba o Curiosity. O monte tem 5,5 km de altura, por isso espera-se que o robô demore pelo menos um ano até conseguir chegar do outro lado.

“O conhecimento que esperamos ganhar com a observação da cratera nos dirá muito sobre a possibilidade da vida em Marte e sobre o passado e futuro do nosso próprio planeta”, afirmou o diretor da agência, Charles Bolden, em uma transmissão em que congratulou os cientistas e técnicos responsáveis e anunciou os novos feitos.

A formação geológica tem intrigado a Nasa por conta de um efeito que vem sendo chamado de “Grand Canyon ao contrário”, quando as camadas rochosas mais perto do cume são inclinadas em relação às que se encontram por baixo.

“No Grand Canyon, as camadas são inclinadas devido às placas tectônicas. Por este motivo, é normal ver as camadas antigas mais deformadas do que as que se encontram acima”, explicou John Grotzinger, cientista do Instituto de Tecnologia da Califórnia que participa do projeto.

De acordo com a Nasa, em apenas três semanas, dentro de um projeto de dois anos, o Curiosity já conseguiu colher mais dados sobre Marte do que todas as expedições anteriores somadas. “O Curiosity trará benefícios para a Terra e inspirará uma nova geração de cientistas e exploradores, além de preparar o caminho para uma missão humana em um futuro não muito distante”, aposta.