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VOCÊ SABIA QUE AS CIGARRAS NÃO CANTAM ATÉ EXPLODIR?

Isso mesmo, caro leitor! Ao contrário do que muita gente pensa, as cigarras não cantam até explodir. O que acontece é o processo de transição de ninfa para a fase adulta. Ficou curioso para entender como ele funciona? Então, leia a seguir e descubra como essa transformação ocorre.

Metamorfose

A cigarra é um inseto de metamorfose incompleta, um processo que, na Biologia, se chama hemimetabolismo e consiste na transição ovo → ninfa → inseto → adulto. Dependendo da espécie de cigarra, as ninfas podem viver na terra de um a 17 anos, se alimentando da seiva de raízes de plantas. Após esse período de suas vidas, elas cavam túneis, sobem nas árvores e passam por uma metamorfose, a ecdise, se tornando adultas e prontas para o acasalamento!

Para evitar seus predadores, as ninfas esperam até a noite chegar para sair pelos túneis. Em seguida, elas procuram a primeira superfície vertical que encontram, seja ela uma árvore ou uma parede. A escalada é longa e cansativa para as bichinhas, que chegam a subir até dois metros de altura. Depois de esperar algum tempo, surge uma fenda em suas costas, e é por ela que a cigarra adulta irá sair.

É ISSO QUE ACONTECE QUANDO UM LAGO CONGELADO ‘QUEBRA’ EM MILHÕES DE PEDAÇOS

Os Estados Unidos foi o centro de muitos fenômenos naturais curiosos devido ao recente vórtice polar que ocorreu na região. O frio foi tão extremo que a temperatura na cidade de Chicago, em Illinois, chegou a -30ºC. Por conta do vórtice, um evento interessante aconteceu no Lago de Michigan, que ficou congelado a maior parte do inverno. Com o movimento das ondas que quebravam sobre placas congeladas já existentes, a água se transformou gradualmente em camadas de gelo sobrepostas.

Contudo, as estações do ano vêm para lembrar que tudo tem seu fim. O início da primavera levou temperaturas mais elevadas ao país, fazendo com que o gelo entrasse em um processo de descongelamento e se partisse. Isso pode parecer completamente banal; até você ver as algumas imagens do pier de South Haven, em Michigan.

Apesar de a paisagem ser lindíssima e digna de muitos registros fotográficos, a Guarda Costeira do país recomendou aos curiosos que uma distância segura do gelo fosse mantida, visto que é extremamente periogoso andar em uma superfícies instáveis como essa.

“Nenhuma superfície congelada é segura, especialmente nesse momento do ano. O gelo está certamente descongelando e se partindo.”, declarou a Guarda para o site MLive.

Não é a primeira vez que um fenômeno como esse acontece no Lago de Michigan; fotógrafos vêm registrando imagens de congelamentos extremos há muitos anos. Localizado no Norte da América, exclusivamente dentro dos Estados Unidos, esse é um dos cinco maiores lagos da região. Os 4 demais se dividem entre os EUA e Canadá.

Os primeiros ocupantes da região foram os índios Hopewell. Eles ficaram lá até 800 anos D.C e, nas próximas décadas, o local foi habitado pelos índios “Late Woodland”. Atualmente, aproximadamente 12 milhões de pessoas vivem nas margens desse Lago, sobretudo nas áreas metropolitanas de Chicago e Milwaukee.

ESTA LAGARTA FOFINHA PODE CAUSAR MUITA DOR – Megalopyge opercularis

Você deu uma boa olhada no bichinho da imagem acima? Apesar de parecer todo fofinho e completamente inofensivo, ele pode provocar muito sofrimento em quem acidentalmente confundi-lo com uma peruca ambulante e tocar seus pelinhos. Isso porque os “pelos” — ou cerdas — contêm uma poderosa toxina que, além de irritar profundamente a pele, pode desencadear uma série de reações pra lá de dolorosas.

Bonitinha, mas ordinária

Trata-se da lagarta da espécie Megalopyge opercularis que, eventualmente se transforma em uma bela mariposa conhecida como “mariposa flanela” (veja a foto logo abaixo). Ela pode ser encontrada no sul dos Estados Unidos, México e algumas partes da América Central e costuma habitar plantas como carvalhos, pinheiros, olmos e arbustos frutíferos. Além disso, é mais fácil se deparar com esses animais entre os meses de junho e setembro.

A M. opercularis é considerada a lagarta mais venenosa dos EUA e, quando ocorre o contato com a pele, as cerdas que recobrem o corpo do animal — e que ficam conectadas às células que produzem a toxina — podem se romper e funcionar como miniagulhinhas cheias de veneno. E o problema é que, apesar de a lagarta ser extremamente perigosa, a sua aparência acaba atraindo a atenção das pessoas, e muitas não resistem à tentação de tocá-la.

Encontros dolorosos

Entre as reações mais comuns à toxina da M. opercularis está a irritação da pele, inchaço, surgimento de bolhas, erupções cutâneas e muita dor. Além disso, a exposição ao veneno também pode provocar náusea, dores de cabeça e no peito, dificuldades respiratórias, espasmos musculares e até convulsões.

Quem já teve o azar de ter um encontro acidental com uma dessas lagartinhas garante que a experiência pode ser pior do que ser tocado por uma água-viva e ou, ainda, do que ser picado por um escorpião! Portanto, se algum dia você se deparar com um desses bichinhos fofos, não tente manuseá-lo de jeito nenhum. No entanto, se isso acontecer, procure ajuda médica.

Você também pode realizar um “primeiro socorro”, aplicando fita adesiva sobre a área afetada para remover as cerdas da pele. Depois, lave bem a região com água e sabão, e coloque um pacote de gelo ou pano molhado sobre o machucado. Além disso, outra sugestão é aplicar uma mistura feita com bicarbonato de sódio e água na pele e, caso você tenha algum anestésico ou analgésico, siga as instruções da bula e passe sobre a área.

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