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O concurso que reúne as fotos mais cômicas de animais selvagens

7 MARAVILHAS DO MUNDO ANTIGO SE FOSSEM CONSTRUÍDAS HOJE

Sabe as 7 Maravilhas do Mundo Antigo, né? Só para refrescar a sua memória, elas são o Mausoléu de Helicarnasso e o Templo de Ártemis, ambos construídos em Éfeso, atual Turquia, o Colosso de Rodhes, erguido na Ásia Menor, os Jardins Suspensos da Babilônia, que ficavam no território que hoje corresponde ao Iraque, a Grande Pirâmide de Gizé e o Farol de Alexandria, ambos no Egito, e a Estátua de Zeus, que foi esculpida na Grécia – e dessas obras espetaculares todas, a única que sobreviveu mais ou menos intacta à passagem dos milênios foi a Grande Pirâmide de Gizé.

Das demais maravilhas arquitetônicas e artísticas construídas na Antiguidade, sobraram apenas registros históricos ou ruínas e, embora permaneça pé – e continue firme e forte –, nem mesmo a Pirâmide manteve a majestosa beleza original. Pois se você, assim como nós aqui do Mega Curioso, adoraria ver como essas construções eram em suas épocas áureas, então você vai curtir as reconstruções digitais que reunimos logo mais e que revelam as 7 Maravilhas do Mundo Antigo em todo o seu esplendor.

Reconstruindo o passado

As imagens foram desenvolvidas a pedido do pessoal da Budget Direct, uma companhia de seguros australiana, e não consistem em simples reconstruções aleatórias. Na verdade, um time de pesquisadores foi atrás de registros históricos, levantamentos arqueológicos, descrições deixadas por historiadores da Antiguidade, informações sobre materiais utilizados, medições etc. e, basicamente, colheu todo tipo de informação a respeito das construções.

Depois, a equipe encaminhou o material acumulado a um par de designers da área de arquitetura – que usaram os dados para criar versões tridimensionais das obras como se elas ainda existissem em sua forma original nos locais onde foram construídas. O resultado de todo esse trabalho, como você poderá ver a seguir, é muito, muito bacana, já que, além de se tratar de reconstruções que tentam mostrar a aparência das Maravilhas do Mundo Antigo da forma mais próxima da realidade possível, as imagens trazem de volta à vida, ainda que digitalmente, estruturas que, com exceção da Grande Pirâmide, não existem mais. Confira!

1 – O Mausoléu de Halicarnasso

O Mausoléu de Halicarnasso foi uma tumba construída para abrigar o corpo de Mausolus – daí a origem do nome desse tipo de estrutura –, sujeito que foi governador da província de Helicarnasso, na atual Turquia, durante o Primeiro Império Persa. O edifício foi projetado por arquitetos gregos e erguido entre os anos de 353 e 350 a.C. a pedido da viúva (e irmã do homem), Artemisia II de Cária, e tinha por volta de 45 metros de altura, mas acabou ruindo por conta de vários terremotos que ocorreram entre os séculos 12 e 15.

2 – O Templo de Ártemis em Éfeso

É uma verdadeira proeza que ainda restem ruínas do Templo de Ártemis em Éfeso, uma vez que o edifício não foi destruído uma, nem duas, mas 3 vezes no intervalo de 7 séculos! Construído no século 6 a.C., o santuário contava com 127 colunas de mármore, com 20 metros de altura cada uma, e a primeira destruição se deu 200 anos após a sua inauguração, por conta de um incêndio provocado por cara chamado Herostratus. O templo foi reconstruído por ninguém menos que Alexandre, o Grande, mas atacado novamente pelos Góticos, e a última destruição ocorreu pelas mãos dos cristãos que invadiram a região. Para piorar, o local foi atingido por diversos terremotos ao longo dos anos, e hoje só existe uma coluna ainda em pé.

3 – A Estátua de Zeus em Olímpia

Pense em uma estátua majestosa, medindo entre 10 e 15 metros de altura, coberta com painéis de ouro e placas feitas de marfim. Assim era a Estátua de Zeus em Olímpia, esculpida no interior do Templo de Zeus no ano de 435 a.C. A obra não existe mais, mas não pense que ela foi desmantelada e os materiais preciosos que a embelezavam roubados! A estrutura central era feita de madeira e, infelizmente, foi completamente destruída durante um incêndio que atingiu o santuário no século 5.

4 – Os Jardins Suspensos da Babilônia

Embora existam relatos históricos sobre os famosos Jardins Suspensos da Babilônia, até hoje a sua localização exata e existência é debatida, uma vez que ninguém conseguiu encontrar vestígios arqueológicos que respondam a essas questões. Independentemente de que eles tenham sido reais ou não, segundo os registros, a estrutura foi construída em algum lugar do que hoje é o Iraque e que consistia em uma série de terraços de pedra cobertos de plantas construídos de forma a parecerem montanhas.

5 – O Colosso de Rhodes

Imagine avistar uma imensa estátua de bronze na entrada de um porto – e ter que passar debaixo dela para poder ancorar. Esse era o Colosso de Rodes, que tinha 32 metros de altura e ficava sobre dois pedestais de 15 m cada. A obra foi erguida para celebrar a vitória durante o cerco a Rhodes, entre os anos de 305 e 304 a.C., e acabou ruindo em decorrência de um terremoto que atingiu a região em 226 a.C.

6 – A Grande Pirâmide de Gizé

Engraçado como a estrutura mais antiga da lista das 7 Maravilhas do Mundo Antigo é a única que sobreviveu mais ou menos intacta. A construção da Grande Pirâmide de Gizé foi concluída por volta do ano de 2,6 mil a.C., o que significa que a obra tem mais de 4,5 mil anos, e ela se manteve como edifício mais alto do mundo até o século 14 – quando a Catedral de Lincoln, na Inglaterra, lhe roubou o título.

7 – O Farol de Alexandria

Outra edificação que provavelmente esteve entre as estruturas construídas pelo homem mais altas do mundo foi o Farol de Alexandria, no Egito. Segundo apontam os levantamentos, o prédio provavelmente tinha mais de 130 metros de altura, e foi erguido entre os anos de 284 e 246 a.C. Infelizmente, o farol não sobreviveu à passagem do tempo, e suas ruínas só foram descobertas por arqueólogos no início do século 20.

É ISSO QUE ACONTECE QUANDO UM LAGO CONGELADO ‘QUEBRA’ EM MILHÕES DE PEDAÇOS

Os Estados Unidos foi o centro de muitos fenômenos naturais curiosos devido ao recente vórtice polar que ocorreu na região. O frio foi tão extremo que a temperatura na cidade de Chicago, em Illinois, chegou a -30ºC. Por conta do vórtice, um evento interessante aconteceu no Lago de Michigan, que ficou congelado a maior parte do inverno. Com o movimento das ondas que quebravam sobre placas congeladas já existentes, a água se transformou gradualmente em camadas de gelo sobrepostas.

Contudo, as estações do ano vêm para lembrar que tudo tem seu fim. O início da primavera levou temperaturas mais elevadas ao país, fazendo com que o gelo entrasse em um processo de descongelamento e se partisse. Isso pode parecer completamente banal; até você ver as algumas imagens do pier de South Haven, em Michigan.

Apesar de a paisagem ser lindíssima e digna de muitos registros fotográficos, a Guarda Costeira do país recomendou aos curiosos que uma distância segura do gelo fosse mantida, visto que é extremamente periogoso andar em uma superfícies instáveis como essa.

“Nenhuma superfície congelada é segura, especialmente nesse momento do ano. O gelo está certamente descongelando e se partindo.”, declarou a Guarda para o site MLive.

Não é a primeira vez que um fenômeno como esse acontece no Lago de Michigan; fotógrafos vêm registrando imagens de congelamentos extremos há muitos anos. Localizado no Norte da América, exclusivamente dentro dos Estados Unidos, esse é um dos cinco maiores lagos da região. Os 4 demais se dividem entre os EUA e Canadá.

Os primeiros ocupantes da região foram os índios Hopewell. Eles ficaram lá até 800 anos D.C e, nas próximas décadas, o local foi habitado pelos índios “Late Woodland”. Atualmente, aproximadamente 12 milhões de pessoas vivem nas margens desse Lago, sobretudo nas áreas metropolitanas de Chicago e Milwaukee.

FOTÓGRAFO CAPTURA IMAGENS INCRÍVEIS DE ANIMAIS DAS PROFUNDEZAS DO HAWAII

Os mares são um verdadeiro mistério para o ser humano. Segundo a Organização Nacional Francesa de Hidrografia (OHI), conhecemos somente 10% dos oceanos. E, vale lembrar que cerca de dois terços da superfície da Terra são cobertos por água. Afim de desvendarem novos seres marítimos, muitos se aventuram em mergulhos e até expedições mais complexas.

O fotógrafo subaquático Jeff Milisen é um exemplo disso. Por meio de uma agência de mergulhos no Hawaii, a Kona Honu Divers, ele fez uma expedição pela costa de Oahu, no Hawaii — viagem que rendeu registros fotográficos incríveis. Jeff reuniu suas imagens favoritas, dividindo-as em três grupos: “peixes larvais”, cefalópodes e criaturas variadas. Atualmente, essas imagens estão disponíveis na coleção Blackwater em seu site.

Jeff apelida os seres curiosos como “formas de vida alienígena” e não é por menos. Os locais nos quais esses seres habitam possuem pouquíssima luminosidade — ou até nenhuma. Assim, é comum que os animais exibam sua bioluminescência e se tornem visíveis em um mundo tão escuro. Portanto, a presença de um brilho intenso sob um fundo preto pode ser considerada uma das características mais marcantes dessa coleção.

Apresentamos a vocês um camarão da família Penaeidae. Essa espécie, assim como muitos invertebrados, utilizam a transparência como uma forma inteligente de camuflagem.

Essa é a forma larval de um bacamarte, conhecido também como “robin do mar” — esse apelido foi motivado pela vibrante coloração laranja que é adquirida com o tempo. Os peixes na idade adulta se concentram no fundo do oceano e possuem nadadeiras um tanto quanto engraçadas.

Na imagem acima, você pode admirar duas lulas de recife. Elas são famosas por possuírem grandes barbatanas localizadas nas laterais da cabeça. Além disso, seus corpos são completamente cobertos por cromatóforos, células pigmentadas que refletem a luz.

Essa criatura que mais parece um alienígena, assim como Jeff Milisen descreveu, é uma jovem lula. Ela consegue mergulhar cerca de 700 metros e utiliza a radiação bioluminescente para evitar os predadores.

URINÓIS BIZARROS EM QUE VOCÊ PRECISA FAZER XIXI ALGUM DIA

COMO É A VIDA EM UM DOS LUGARES MAIS DESPOVOADOS DA EUROPA

Localizadas entre a Escócia e a Islândia, as Ilhas Faroé são 18 ilhas pertencentes à Dinamarca indicadas para os amantes da natureza. Repleto de falésias, cachoeiras, montanhas e simpáticas aldeias, o arquipélago é o verdadeiro endereço da tranquilidade, e suas paisagens enchem facilmente os olhos de qualquer um. A seguir, conheça mais sobre esse lugar peculiar:

1. As casas dos locais são de um charme sem igual

De antepassados vikings, seu território abriga mais de cem aldeias com casas pintadas com uma paleta de cores sóbrias e vibrantes. Para garantir o aquecimento dos cômodos nos meses mais frios, os moradores têm o hábito de forrar os telhados das casas com grama.

2. Tórshavn: a capital das Ilhas Faroé

Dos 50 mil habitantes do arquipélago, cerca de 15 mil moram na capital, Tórshavn. A cidade costeira vive em função da principal atividade econômica da região, a pesca, que é responsável por mais de 80% das exportações locais.

3. Sandavágur: sinônimo de preservação envolto em polêmica

Na Ilha de Vágar, está a pequena Sandavágur, lar de aproximadamente 900 habitantes. A cidade, que já conquistou duas vezes o título de aldeia mais conservada das Ilhas Faroé, ganhou atenção recentemente por conta de uma prática que acontece desde o século 16 em suas praias: a caça anual de baleias. A justificativa do governo local, segundo o Daily Mail, é de que essa seria uma forma de garantir que a ilha, sem condições de produzir alimentos, não precisasse importar comida de outros lugares.

4. A solitária igrejinha do vilarejo de Saksun

A cota de belas imagens da nossa lista não para por aí! Essa igreja quase desaparece em meio ao verde da paisagem e mostra a facilidade do lugar em proporcionar aos seus moradores e visitantes pequenos deleitos visuais. O vilarejo onde ela fica, Saksun, tinha em 2017 apenas 8 moradores fixos.

5. Sorvagsvatn: o lago que mais parece uma montagem

Parece uma ilusão de ótica, mas pode ser acessado depois de uma trilha de 2 horas: este é o lago Sorvagsvatn, situado a apenas 30 metros acima do mar. Considerado o principal cartão-postal das Ilhas Faroé, suas águas se misturam às do oceano em um determinado ponto, quando despencam do alto de um penhasco.

IMAGENS FEITAS COM DRONES EM 2018

A popularização dos drones fez com que diversas pessoas começassem a se habituar em fazer fotos das alturas. A demanda foi tão grande que esse tipo de fotografia ganhou uma rede social própria, a Dronestagr.am, na qual só são permitidas imagens capturadas pelos gadgets do momento.

Recentemente, a rede social divulgou os 68 cliques mais incríveis feitos por drones em 2018 – esse é o quinto ano consecutivo que a Dronestagr.am escolhe suas imagens mais representativas. Abaixo, selecionamos 20 das melhores entre as melhores. Confira:

MELHORES FOTOS DO ANO

Com a proximidade do Ano-novo, começam a pulular no seu feed de notícias diversas retrospectivas. Uma das mais aguardadas, sem sombra de dúvida, é a seleção com as melhores fotos de 2018 da revista norte-americana National Geographic.

A publicação, que completou 130 anos de criação neste ano, é uma das mais prestigiadas do mundo, e, como já mostramos aqui, seus registros retratam manifestações da natureza e da humanidade impressionantes que certamente ficarão documentados para a posterioridade. A seguir, veja os principais destaques de 2018:

LUGARES SINISTROS QUE VOCÊ PROVAVELMENTE NÃO CONHECIA

Eastern State, na Filadélfia, nos Estados Unidos

Nossa lista começa com a Penitenciária Estadual Oriental (também conhecida como Eastern State), uma unidade prisional que foi considerada um verdadeiro inferno na Terra durante o período em que funcionou. Construída na segunda década do século 19, ela foi a primeira cadeia a contar com celas individuais, as solitárias. O gângster ítalo-americano Al Capone foi um dos seus detentos mais famosos. Depois do seu fechamento, na década de 1970, ela foi transformada em um museu e também serve como locação para a gravação de cenas externas de programas de TV e, claro, filmes de terror.

Centralia, nos Estados Unidos

Na década de 1960, Centralia era uma típica cidade do interior dos Estados Unidos: ela abrigava casas sem grades ou muros, cinemas, escolas, igrejas, restaurantes e pessoas felizes por morarem em um refúgio de tranquilidade no estado da Pensilvânia. Até que um terrível incêndio subterrâneo, iniciado em um depósito de lixo, simplesmente devastou a localidade, obrigando seus 5 mil habitantes a deixarem suas casas às pressas. Inúmeras intervenções foram feitas nos últimos anos, mas, mesmo assim, a cidade continua ardendo em chamas. Outro fato curioso é que o lugar serviu de inspiração para a franquia de jogos “Silent Hill”, da Konami.

Mercado de feitiçaria, em Akodessewa, no Togo

Se existe um lugar no mundo onde os praticantes do vodu podem encontrar uma infinidade de itens para os seus rituais, ele fica em Akodessewa, no Togo. Trata-se de um mercado de feitiçaria que comercializa de tudo um pouco: desde crânios de primatas até ervas e poções capazes de solucionar as mais diversas demandas.

Ponte Overtoun, em Dumbarton, na Escócia

À primeira vista, esta ponte escocesa com 50 metros de altura pode parecer inofensiva, mas, desde a sua inauguração em 1859, ela é associada a intrigantes casos sobrenaturais. Inúmeros suicidas já puseram fim em suas vidas saltando dela, mas a maioria deles, curiosamente, eram cães. Como se não bastasse esse detalhe, outro fato deixa sua história ainda mais instigante: todos eles pularam do mesmo lado.

Cemitério de Chauchilla, em Nazca, no Peru

Se você pensa que Nazca, no Peru, é famosa apenas pelo seu conjunto de geóglifos antigos, está redondamente enganado: lá também existe um cemitério milenar que vale a pena ser conhecido. Ele fica localizado a cerca de 30 quilômetros da cidade, e é composto por sepulturas abertas onde ficam múmias bastante conservadas, ao ponto de algumas ostentarem fios de cabelo. Todas elas se encontram em posição fetal, pois, segundo as tradições das antigas civilizações andinas, as pessoas deveriam ir para o mundo dos mortos na mesma posição em que vieram ao dos vivos.

Colina das Cruzes, em Siauliai, na Lituânia

Ao longo de quase 200 anos, peregrinos católicos deixaram em uma colina perto da cidade de Siauliai, na Lituânia, milhares de objetos religiosos, entre imagens de santos, pequenas cruzes de madeira e crucifixos gigantes. Eles acreditavam que essa prática lhes traria boa sorte e garantiria a proteção de Deus às suas famílias.

Mesmo a contragosto, a Colina das Cruzes nunca parou de crescer. Durante a Segunda Guerra Mundial, o local foi quase completamente destruído pelas tropas nazistas e depois pelos soviéticos, que controlaram o território lituano até o início da década de 1990. Atualmente, existem no lugar mais de 100 mil itens religiosos.

Os caixões suspensos de Sagada, nas Filipinas

Em Sagada, no norte das Filipinas, um costume milenar da tribo Igorot propicia uma paisagem, digamos, um tanto incomum. Em vez de enterrar ou cremar os corpos dos seus parentes falecidos, os habitantes desta região utilizam cordas para içar os caixões até a encosta de uma montanha, onde eles ficam suspensos para todo o sempre. Eles acreditam que, dessa forma, as almas dos seus entes queridos ficam mais próximas dos seus ancestrais.

Fotos assustadoras – Lugares de arrepiar para visitar pelo mundo – Muita gente acredita que esses destinos sejam mal-assombrados

CASTELO DE ČACHTICE, ESLOVÁQUIA
Nesse castelo foi filmado o clássico filme de terror Nosferatu, mas a história assombrada do castelo vai além da telona. As decrépitas paredes da estrutura atual já foram, no passado, o lar da Condessa Elizabeth Báthory — provavelmente a serial killer feminina mais prolífica do mundo.
FOTO DE VERA KAILOVA, ALAMY STOCK PHOTO


FLORESTA DE AOKIGAHARA, JAPÃO
Desde muito associada aos espíritos dos mortos da literatura e folclore japoneses, essa floresta erguida sobre lava seca passou a ser conhecida, nos últimos anos, como “a floresta dos suicidas”. Foram colocadas placas no início de algumas trilhas para informar telefones de assistência aos aventureiros.
FOTO DE PIETER TEN HOOPEN, REDUX


PORTA PARA O INFERNO, TURCOMENISTÃO
Para olhos destreinados, essa abertura argilosa cheia de fogo poderia facilmente parecer um portal para o submundo. Embora a origem do poço seja incerta, o fogo nele contido foi ateado intencionalmente por cientistas, numa tentativa de extinguir gases nocivos emitidos a partir do núcleo.
FOTO DE GILES CLARKE, GETTY IMAGES


CATACUMBA DOS CAPUCHINHOS, ITÁLIA
As múmias de mais de 2.000 indivíduos jazem nas catacumbas desse monastério siciliano, muitas delas vestidas de modo que refletisse o posto que ocupavam em vida. Inicialmente reservado exclusivamente aos oficiais religiosos, esse costume depois se estendeu a nobres e às famílias dos ricos benfeitores — como a jovem Rosália Lombardo, chamada de “Bela Adormecida”, pelo estado de preservação impecável de seus restos mortais.
FOTO DE RUTH FREMSON, THE NEW YORK TIMES/REDUX


CASTELO DE CHARLEVILLE, IRLANDA
A estonteante arquitetura desse destino esconde sua verdadeira natureza. Considerado um dos locais mais assombrados da Europa, acredita-se que muitas das aparições residem dentro de suas paredes — o mais conhecido é o espírito de uma menina chamada Harriet, que teve um fim trágico num acidente em uma das escadarias principais do castelo.
FOTO DE CHRISTOPHER HILL, ALAMY STOCK PHOTO


ZONA DE EXCLUSÃO DE CHERNOBYL, UCRÂNIA
Local de um dos desastres nucleares mais devastadores da história, as vizinhanças desertas da zona de exclusão de Chernobyl mostram a sinistra visão da vida que se interrompeu. Embora os baixos níveis de radiação permitam a visitação no local em rotas sancionadas, a maior parte da zona de exclusão continua de acesso proibido, retomada pela natureza.
FOTO DE GERD LUDWIG, NATIONAL GEOGRAPHIC CREATIVE


CASTELO DA BOA ESPERANÇA, ÁFRICA DO SUL
Antes sede de operações governamentais e militares, essa fortaleza pentagonal construída pelos colonizadores holandeses no século 17 foi também o ambiente de cruéis punições e execuções, o que resultou em diversos relatos de aparições de fantasmas nos dias de hoje.
FOTO DE GERALD HAENEL, LAIF/REDUX


CIDADE DOS BONECOS, JAPÃO
Depois que a população da cidade reduziu para apenas 35 habitantes, o artista local Tsukimi Ayano começou a criar bonecos de pessoas em tamanho real para substituir os moradores que haviam morrido ou se mudado. Agora, os mais de 350 bonecos que habitam Nagoro são uma atração ímpar para os turistas que gostam de coisas sinistras.
FOTO DE CARL COURT, GETTY IMAGES


OSSUÁRIO DE SEDLEC, REPÚBLICA TCHECA
Entre os locais mais visitados da República Tcheca, o Ossuário de Sedlec abriga esqueletos de cerca de 70.000 pessoas, sendo as partes de muitos deles utilizadas para decorar artisticamente o interior da estrutura.
FOTO DE PETER HIRTH, LAIF/REDUX


CENTRÁLIA, ESTADOS UNIDOS
Esse distrito da Pensilvânia transformou-se em uma cidade-fantasma moderna depois do incêndio de uma mina de carvão subterrânea, que continua em chamas desde a década de 1960. As casas abandonadas e as estradas esburacadas com massas de fumaça deixam ainda mais sinistro o ambiente desse local que um dia já foi pacato.
FOTO DE SALLY MONTANA, REDUX


CASA DE LIZZIE BORDEN, ESTADOS UNIDOS
Em agosto de 1892, Andrew e Abby Borden foram encontrados assassinados nessa casa, em Massachusetts. Embora a filha Lizzie tenha sido considerada a principal suspeita, posteriormente, foi absolvida, e ninguém foi responsabilizado pelas mortes. O local funciona até hoje como hospedaria, com quarto e café da manhã, destinado aos hóspedes de coragem que queiram dormir nos mesmos quartos onde os Bordens deram seu último suspiro.
FOTO DE JONATHAN WIGGS, THE BOSTON GLOBE/GETTY IMAGES


COLINA DAS CRUZES, LITUÂNIA
Embora a origem do local seja um mistério, milhares de cruzes e outros ícones religiosos foram colocados no morro ao longo de quase dois séculos.
FOTO DE TOBIAS GERBER, LAIF/REDUX


POVEGLIA, ITÁLIA
Utilizada por mais de um século para a quarentena de vítimas da peste e de outras doenças, Poveglia abrigou posteriormente um hospital psiquiátrico. Desde seu fechamento em 1968, a ilha italiana continua inabitada — exceto pelos supostos fantasmas das almas atormentadas que um dia já chamaram a ilha de lar.
FOTO DE MARCO DI LAURO, THE NEW YORK TIMES/REDUX