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Concurso premia as fotos mais engraçadas do reino animal. Mais imagens!!!

Galeria de vencedores e finalistas Finalistas de 2020
The Comedy Wildlife – Photography Awards

Pokémon do Guga Chacra – A lagarta é da espécie Papilio glaucus – Ver fotos

Lagarta exclusiva dos Estados Unidos foi flagrada por Guga Chacra e classificada como Pokémon em postagem no Twitter — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Quantos animais são necessários para “derrubar a internet”? Na última semana, uma lagarta com menos de 5 centímetros e pouquíssimos gramas viralizou a partir de uma publicação no Twitter do jornalista Guga Chacra, comentarista da Globonews e colunista do jornal “O Globo”. A postagem levou o mundo nerd ao delírio.

A poderosa lagarta é provavelmente uma Papilio glaucus, um animal exclusivo dos Estados Unidos que, apesar da aparência de cobra, é totalmente inofensivo. Porém, a identificação precisa da espécie só é possível ao analisá-la em uma lupa ou já adulto. A semelhança com uma serpente não foi a causa do post viral. A partir do questionamento do jornalista sobre que “bicho estranho” seria aquele, as respostas foram certeiras: um Caterpie, uma das criaturas do jogo Pokémon.

Parentes da “lagarta Pokémon” encontrada por Guga Chacra podem ser vistas no Brasil e seguem o mesmo padrão corporal, mas em cores diferentes — Foto: Jhonatan Santos/Acervo Pessoal

Estudantes de biologia que administram páginas de divulgação científica no Twitter foram os responsáveis por desvendar a real identidade do indivíduo flagrado. Um deles foi Mateus Sanches, da Universidade de Brasília, que explicou uma particularidade interessante.

“A primeira impressão é que realmente os olhos e a cabeça da lagarta adquiriram uma forma de serpente. Porém, se olharmos atentamente, podemos ver que a cabeça da lagarta fica logo mais à frente, bem escondida. A realidade é que o tórax dela é grande e possui desenhos que lembram a forma da cobra. Quando ameaçadas, elas elevam esse tórax fingindo que realmente é a cabeça”, conta.

O estudante de biologia do Instituto Federal do Espírito Santo (IFES), Alexandre Michelotto, também interagiu na publicação e ressalta que no vídeo gravado pelo jornalista é possível ver essa distinção. “Elas possuem olhos, mas não esses dois bem grandes e coloridos. Os olhos dessa lagarta são as estruturas bem pequenas e escuras que conseguimos ver na lateral inferior da cabeça. Eles totalizam 12, seis de cada lado”, explica.

O mimetismo, estratégia que faz o animal parecer com cobras, induz os predadores a evitarem o inseto por medo de lidarem com um animal peçonhento. “Esta lagarta é totalmente inofensiva, desprovida de veneno, ferrão ou pelos que queimem. Isso seria um prato cheio para aves, répteis e outros predadores”, comenta Mateus Sanches.

Ainda segundo ele, no iNaturalist, uma rede social para postagem de registros de natureza do mundo todo, somam-se mais de cinco mil flagrantes dessa espécie. O inseto, devorador de diferentes tipos de folhas, não é um animal incomum de ser visto em parques e jardins, justamente pelo hábito voraz. Mas, ainda mais trivial do que encontrá-lo, é se deparar com a borboleta que ele se torna na fase adulta: a rabo de andorinha tigre oriental (ou eastern tiger swallowtail, na língua original).

Borboleta-caixão-de-defunto é uma espécie brasileira da mesma família da lagarta encontrada por Guga Chacra e pode exemplificar a transformação vivida pelo animal — Foto: Rudimar Narciso Cipriani/Acervo Pessoal

Temos que pegar! (as referências)

Encontrar um “animal Pokémon” não foi um privilégio de Guga Chacra. O próprio estudante Alexandre Michelotto já havia explicado aos seguidores de sua página de divulgação científica sobre a semelhança de certas espécies com personagens dessa série, com base em um artigo sobre o tema.

“Os insetos, principalmente, são o grupo mais diverso de todos os seres vivos e compõem mais de 75% das espécies existentes. O criador da franquia Pokémon, Satoshi Tajiri, era fascinado por capturar insetos quando criança e essa talvez tenha sido a inspiração para transmitir a emoção na captura de um Pokémon, com sua obra”, exemplifica o futuro biólogo.

Aos estudantes, “brincar” com conceitos do imaginário popular pode tornar a ciência mais acessível. “A maioria das pessoas pensa que odeia insetos, que todos são nojentos e perigosos, mas a realidade é que não conhecemos nem 1% dos insetos que habitam nosso planeta. Acho muito bacana quando pessoas com influência publicam esses animais e abrem um espaço para a divulgação científica”, define Mateus Sanches.

Mais detalhes da Papilio glaucus na wikipedia

Coronavírus: Veja fotos da “ilha dos milionários” em Miami que está testando todos os seus habitantes

Dizem que uma imagem pode valer mais que mil palavras e, atualmente em Miami, parece haver dois retratos que refletem perfeitamente o sistema de saúde dos Estados Unidos.

De um lado, filas de veículos no estacionamento de um estádio em busca de um teste para o coronavírus; de outro, uma ilha exclusiva onde mora a elite com uma clínica privada aberta somente para fazer testes rápidos para a covid-19 em todos os seus residentes e funcionários, que são mais de 1.000 pessoas.

Há muitos detalhes que não são visíveis nessas imagens, como o fato de que os testes são diferentes nos dois lugares e cumprem diferentes funções. Mas ambas evidenciam a profunda desigualdade de acesso à saúde no país.

No meio de uma pandemia como a do coronavírus, essa diferença pode determinar a diferença entre quem vive e quem morre. Não é de se estranhar, portanto, que tais fotografias venham sendo alvo de polêmica.

Fisher Island

A controvérsia cresceu depois que o jornal The Miami Herald publicou que Fisher Island, um dos bairros mais ricos dos Estados Unidos, havia decidido comprar milhares de testes rápidos de covid-19 para o Sistema de Saúde da Universidade de Miami (UHealth), uma entidade privada.

“Para minimizar ainda mais a disseminação na densamente povoada ilha, onde metade dos moradores tem mais de 60 anos e alto risco, a Fisher Island solicitou à UHealth que lhes fornecesse testes de anticorpos covid-19 para todos os seus funcionários e residentes “, afirmou à BBC News Mundo, o serviço em espanhol da BBC, a porta-voz da ilha, Sissy DeMaria.

Fisher Island, colada à icônica Miami Beach, abriu um centro e os testes já estão sendo realizados, junto com outras medidas de prevenção.

A UHealth reconhece que seu serviço “pode ​​ter dado a impressão de que algumas comunidades receberiam tratamento preferencial”, mas afirma, no entanto, que essa não era sua “intenção”.

“Um dos primeiros casos confirmados de coronavírus no condado de Miami-Dade foi em Fisher Island, mais da metade da população é maior de 60 anos e muitos moradores estavam voltando do nordeste”, a zona mais atingida pela covid-19, destaca a porta-voz Lisa Worley em um breve comunicado.

O centro universitário tem colaborado com agências governamentais e de saúde pública e realizou uma iniciativa para testar anticorpos contra a covid-19 em 3.500 pessoas aleatórias na Flórida, informou a imprensa local.

‘Escandalizados’

Apesar disso, as notícias sobre Fisher Island rapidamente geraram uma onda de frustração e raiva, em razão da escassez de equipamentos e o acesso limitado a testes para o restante da população.

“Os americanos e, em parte, o resto do mundo, estão escandalizados ao descobrir que muita gente abastada pode usar seus recursos para conseguir vantagens quando tem uma necessidade médica, incluindo em uma epidemia, mas isso tem sido assim desde sempre. É algo que os americanos parecem tolerar”, aponta Arthur Caplan, diretor de Ética Médica da Universidade de Nova York.

“Os Estados Unidos nunca reconheceram o direito à saúde. Muitos americanos obtiveram sua cobertura de saúde por meio do trabalho, o que significa que, eticamente, têm de conquistá-la. E se deixam de trabalhar, a perdem.”

O sistema de saúde americano funciona em sua maioria à base de seguros privados, mas milhões de pessoas não os possuem, ou têm coberturas insuficientes.

“Quando não há um sistema que atenda a todas as pessoas, então existe um menor sentido ético de responsabilidade comunitária”, pondera o especialista.

Nesta crise, o governo está adquirindo um papel maior que o habitual em nível federal, mas em muitos aspectos, são os Estados que têm o controle, também em questões de saúde.

Na Flórida, as autoridades instalaram oito clínicas móveis nas comunidades mais afetadas, de acordo com o Departamento de Saúde.

Um dos serviços com maior demanda está localizado em um dos estacionamentos do estádio Hard Hock em Miami, onde se celebrou este ano a final do SuperBowl.

Ali, as equipes médicas realizam diariamente os chamados testes PCR, que constatam se uma pessoa tem covid-19 por meio de uma amostra recolhida do nariz ou garganta analisada em laboratório.

Esse atendimento é diferente do que é realizado na Fisher Island, onde um exame de sangue rápido pode somente determinar se uma pessoa já teve a doença, mas não se está infectada.

Dada a quantidade de pessoas que correram para o estacionamento no Hard Rock, o pessoal da saúde teve que colocar o sinal de “fechado” pouco depois de abrir as portas por vários dias na semana passada.

Essa procura levou a um aumento da capacidade, de 400 testes diários a 750, e se relaxaram os requisitos.

Outros exemplos

O caso de Fisher Island, no entanto, não é o único a evidenciar as desigualdades nessa crise de saúde, em que os Estados Unidos são a nação mais afetada em número de mortos e infectados, segundo os dados oficiais.

A imprensa americana noticiou, por exemplo, o caso de uma multinacional biomédica no Colorado que decidiu comprar testes rápidos para anticorpos covid-19 para todo um Condado, onde moram cerca de 8.000 pessoas, incluindo dois de seus executivos durante uma parte do ano.

A BBC News Mundo entrou em contato com a empresa, mas não obteve resposta.

Também ganhou fama o caso de uma comunidade de alta renda em Westport, Connecticut, que tentou o acesso a testes privados, e cita os serviços dos chamados médicos concierge, que estão oferecendo testes em domicílio.

David Nazarian é um desses profissionais. Ele tem uma clínica no luxuoso bairro de Beverly Hills, em Los Angeles, o médico observou um aumento persistente no número de consultas desde o princípio da epidemia e montou um centro de testes para atender no sistema “drive through”.

“Eu trabalhei muito desde o começo porque considero muito importante (…) É uma crise que todos estamos enfrentando. Pobres e ricos. Não é sobre isso. É sobre o que todos podemos fazer para controlar esse vírus. Se não o fizermos, não pararemos as infecções e não conseguiremos levar as pessoas a retomarem suas vidas. Essa é a pergunta mais importante, porque todos sofrerão “, acredita ele.

Sua clientela se compõe basicamente por famílias ou indivíduos do mundo do entretenimento ou altos executivos, mas o profissional assegura que seus serviços estão disponíveis a todos, por um preço que ele prefere não revelar.

No entanto, Nazarian trata uma porcentagem de seus pacientes gratuitamente há 10 anos, uma tarefa que ele continua realizando neste momento crucial, afirma ele em conversa com a BBC News Mundo.

A equipe do médico realizou testes PCR ou de anticorpos em casa ou em sua clínica móvel, assim como para as empresas, com os materiais que puderam comprar e um pouco de criatividade diante da escassez de recursos, criando alguns materiais.

“Não há nenhuma dúvida que existem desigualdades e, infelizmente, sempre foi assim. Gostaria que não fosse. Todos deveriam ter acesso a uma boa saúde. Todo o mundo deveria poder fazer o teste”, diz.

Em sua opinião, o governo deveria estar fazendo mais. “É lamentável que vivamos nos Estados Unidos e estejamos ficando para trás na capacidade de testes em relação a outros países.”

Após os problemas com os testes no início da pandemia, os EUA agora estão realizando cerca de 150.000 testes diários. Mas, na opinião dos maiores especialistas da área, o número deveria ser muito maior: entre 5 milhões e 22 milhões por dia.

“Este país é um Estado falido”, lamentava um enfermeiro anestesista de um hospital de Nova York no começo do mês, revelando um dos momentos mais trágicos de sua carreira.

O profissional, Derrick Smith, compartilhou no Facebook as últimas palavras de um paciente de covid-19 em estado crítico antes que fosse entubado e conectado a um respirador.

“Quem vai pagar por isso?”, lhe perguntou o paciente com visível dificuldade para respirar e falar, momentos antes de ligar para a esposa, pois muitos doentes “nunca se recuperam depois de entubados”, contou o profissional.

A dramática cena leva inevitavelmente a uma reflexão: será que essa pandemia brutal causará uma mudança nos EUA?

“Não apostaria nisso”, diz Caplan. Nos Estados Unidos, pondera o especialista, as ideias antigas pesam: a saúde é um privilégio, não um direito.

Himalaia – Devido a redução da poluição do ar causado pelo isolamento social durante a pandemia do coronavírus a população na Índia conseguiu ver a cordilheira de Dhauladhar

A população no estado de Punjab, no norte da Índia, estão reagindo com admiração ao ver a cordilheira do Himalaia, que está visível a mais de 160 quilômetros de distância devido à redução da poluição do ar causada pelo isolamento social durante a pandemia do coronavírus no país.

Indianos na cidade de Jalandhar e arredores postaram fotos nas redes sociais das vistas de suas casas, com alguns dizendo que não vêem os picos do Himalaia há décadas. “Pela primeira vez em quase 30 anos pude ver claramente o Himalaia devido ao isolamento social que limpou a poluição do ar. Simplesmente incrível”, escreveu Manjit Kang.

Por que foi possível ver as cordilheiras?

O fenômeno é possível devido a uma melhora dramática na qualidade do ar nas últimas semanas, depois que as indústrias fecharam, os carros saíram da estrada e as companhias aéreas cancelaram voos em resposta à pandemia de coronavírus. Delhi viu uma redução de 44% nos níveis de poluição do ar no primeiro dia de suas restrições, conforme constatou o Conselho Central de Controle de Poluição da Índia.

Enquanto isso, a qualidade do ar em Jalandhar, localizada a mais de 160 quilômetros do Himalaia, foi medida como “boa” no índice nacional do país em 16 dos 17 dias desde que o bloqueio em todo o país foi anunciado. O mesmo período de 17 dias do ano passado não registrou um único dia de “boa” qualidade do ar – e nos primeiros 17 dias de março deste ano, apenas três dias tiveram qualidade de ar “boa”.

Portanto, o período marcou um respiro não intencional, mas bem-vindo, de ar fresco para as cidades lotadas e poluídas do país. A Índia abriga 21 das 30 áreas urbanas mais poluídas do mundo, de acordo com dados compilados no Relatório Mundial de Qualidade do Ar de 2019 da IQAir AirVisual, com seis entre os dez primeiros.

O país está em lockdown por mais de duas semanas. Apenas serviços essenciais estão em operação, incluindo água, eletricidade, serviços de saúde e incêndio, mercearias e serviços municipais. Todas as outras lojas, estabelecimentos comerciais, fábricas, oficinas, escritórios, mercados e locais de culto foram fechados e ônibus e metrôs interestaduais foram suspensos.

Quantos a COVID-19 já matou na índia?

O país registrou mais de 6.000 casos de Covid-19 e 199 mortes, segundo dados da Universidade Johns Hopkins. Embora a famosa cordilheira esteja mais visível, ela também é mais deserta. Muitas de suas montanhas estão fechadas para alpinistas há quase um mês.

Carnaval 2020 – Veja fotos e imagens das musas e rainhas no desfiles das Escolas de Samba do Rio de Janeiro

Viviane Araujo desfila como rainha de bateria do Salgueiro há 13 anos consecutivos

Sabrina Sato assumiu o posto de rainha da escola de samba Unidos de Vila Isabel após 9 anos à frente da bateria

Lexa estreou como rainha de bateria da Unidos da Tijuca no Carnaval 2020 e levantou o público

Corpo de Paolla Oliveira é destaque com a fantasia dourada e com detalhes em pedras e metais

 

Aline Riscado substituiu Sabrina Sato após 9 anos como rainha de bateria da escola e foi elogiada pela antecessora: ‘Você reinou’

Rainha de bateria da Mangueira, Evelyn Bastos, afirma decisão de desfilar com uma fantasia mais comportada: ‘Pensamos em fazer um Jesus mulher, tapado, não é um Jesus que samba. É um Jesus sem a necessidade de sexualizar. Queremos que as pessoas enxerguem Jesus primeiro, independente de gênero’

Carnaval 2020: Gracyanne Barbosa à frente da bateria da União da Ilha

Rainha de Bateria da Portela, Bianca Monteiro desfila na Sapucaí

Giovana Angélica é rainha de bateria da Mocidade, escola que homenageou a cantora Elza Soares no segundo dia de desfiles do Grupo Especial

As impactantes imagens dos incêndios que estão destruindo parte da Austrália

A Austrália está passando por uma onda de calor extremo que causou milhares de incêndios. Ao menos 23 pessoas morreram e cerca de 1.500 casas foram destruídas. A cidade costeira de Mallacoota foi uma das mais afetadas.


O céu ficou vermelho e escuro em várias áreas do sudeste da Austrália, com as rajadas de vento espalhando o fogo, em uma das piores temporadas de incêndios florestais no país. Na imagem, alguns moradores de Tabourie Lake, a cerca de 320 quilômetros ao sul de Sydney, observam as chamas devorarem uma floresta.

Incêndios estão atingindo áreas da costa leste e sul do país, que incluem locais próximos de Sydney e Adelaide. Estima-se que 1.500 casas foram destruídas.

Somente em Nova Gales do Sul, no sudeste da Austrália, foram queimados 4 milhões de hectares (um hectare é do tamanho de um campo de futebol, aproximadamente).

Uma imagem de satélite desse sábado, 4 de janeiro, mostra como os incêndios queimam a costa de Osbrost, no Estado de Vitória, no sul da Austrália

A causa dos incêndios é uma piora do clima, um fenômeno conhecido como Dipolo no Oceano Índico, que levou a um período de calor e seca. Durante a emergência, a população consegue fugir dos incêndios e pode ser evacuada, mas as chamas são devastadoras para a vida selvagem na área afetada.

O governo de cada Estado atingido pelos incêndios gerencia sua própria operação de emergência. O primeiro-ministro australiano, Scott Morrison, prometeu criar mais fundos financeiros para bombeiros e um pagamento para voluntários. Ele também anunciou o envio de 3.000 soldados para combater as chamas.

Os moradores Nancy Allen e Brian Allen, de Nova Gales do Sul, permancem do lado de fora da casa enquanto ventos fortes empurram fumaça e cinzas

Um morador usa uma mangueira de jardim para molhar a casa enquanto ventos fortes espalham fumaça e cinzas do incêndio que atinge Nova Gales do Sul, na Austrália

Comedy Wildlife Photography Awards – O concurso que reúne as fotos mais cômicas de animais selvagens

Comedy Wildlife Photography Awards selecionou 40 finalistas entre imagens “irreverentes, alegres e possivelmente despretensiosas de animais selvagens fazendo coisas engraçadas”; veja algumas delas.

HARRY M. WALKER/COMEDY WILDLIFE PHOTOGRAPHY AWARDS
A competição de fotografias Comedy Wildlife Photography Awards acaba de anunciar seus 40 finalistas da edição de 2019, e uma delas é esta imagem, ‘Oh My’ (algo como ‘Meu Deus’), de Harry Walker

ANDY HARRIS/COMEDY WILDLIFE PHOTOGRAPHY AWARDS
Criado por dois fotógrafos e conservacionistas, o concurso almeja, “além de oferecer um pouco de irreverência, destacar a importante mensagem de conservação da vida selvagem”; aqui, a foto “Guerra de cócegas de lontras marinhas”, de Andy Harris

ERIC FISHER/COMEDY WILDLIFE PHOTOGRAPHY AWARDS
“A cada ano em que realizamos a competição, torna-se mais e mais empolgante ver como as pessoas visualizam o lado engraçado da vida selvagem”, afirma Paul Joynson-Hicks, um dos criadores da premiação. Esta foto, de Eric Fisher, foi batizada de “Melancolia da segunda-feira”

 

Foto do dia

TORNADO CROSSING

O seu fotógrafo Shot e caçador de tempestades, James Hammett, capturaram este tornado atravessando a histórica Lincoln Highway depois que este se formou nos arredores de Laramie, Wyoming. “Ele se intensificou rapidamente, rasgando grama e terra enquanto viajava por campos abertos”, diz ele. Hammett diz que o Serviço Nacional de Meteorologia avaliou a tempestade na EF-3, que é capaz de causar sérios danos.

MÉXICO – Mariposas monarcas

As mariposas monarcas mortas alocam um piso nevado no estado de Michoacán. Pelo menos nove milhões, mais de 40 por cento desta colônia, morreu após uma tempestade de primavera inusitadamente intensa – possivelmente devido a mudanças climáticas – atingiu seu santuário de montanha.

Central Park de Nova York – Raccoons

ESTADOS UNIDOS

Raccoons se agrupa perto de um caminho no Central Park de Nova York, na esperança de receber folhetos de visitantes noturnos. Funcionários da cidade dizem que alimentar os mamíferos omnívoros é arriscado – os guaxinins podem levar a raiva – e desnecessários, desde que sejam engenhosos. Também é ilegal.