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Carnaval 2020 – Veja fotos e imagens das musas e rainhas no desfiles das Escolas de Samba do Rio de Janeiro

Viviane Araujo desfila como rainha de bateria do Salgueiro há 13 anos consecutivos

Sabrina Sato assumiu o posto de rainha da escola de samba Unidos de Vila Isabel após 9 anos à frente da bateria

Lexa estreou como rainha de bateria da Unidos da Tijuca no Carnaval 2020 e levantou o público

Corpo de Paolla Oliveira é destaque com a fantasia dourada e com detalhes em pedras e metais

 

Aline Riscado substituiu Sabrina Sato após 9 anos como rainha de bateria da escola e foi elogiada pela antecessora: ‘Você reinou’

Rainha de bateria da Mangueira, Evelyn Bastos, afirma decisão de desfilar com uma fantasia mais comportada: ‘Pensamos em fazer um Jesus mulher, tapado, não é um Jesus que samba. É um Jesus sem a necessidade de sexualizar. Queremos que as pessoas enxerguem Jesus primeiro, independente de gênero’

Carnaval 2020: Gracyanne Barbosa à frente da bateria da União da Ilha

Rainha de Bateria da Portela, Bianca Monteiro desfila na Sapucaí

Giovana Angélica é rainha de bateria da Mocidade, escola que homenageou a cantora Elza Soares no segundo dia de desfiles do Grupo Especial

As impactantes imagens dos incêndios que estão destruindo parte da Austrália

A Austrália está passando por uma onda de calor extremo que causou milhares de incêndios. Ao menos 23 pessoas morreram e cerca de 1.500 casas foram destruídas. A cidade costeira de Mallacoota foi uma das mais afetadas.


O céu ficou vermelho e escuro em várias áreas do sudeste da Austrália, com as rajadas de vento espalhando o fogo, em uma das piores temporadas de incêndios florestais no país. Na imagem, alguns moradores de Tabourie Lake, a cerca de 320 quilômetros ao sul de Sydney, observam as chamas devorarem uma floresta.

Incêndios estão atingindo áreas da costa leste e sul do país, que incluem locais próximos de Sydney e Adelaide. Estima-se que 1.500 casas foram destruídas.

Somente em Nova Gales do Sul, no sudeste da Austrália, foram queimados 4 milhões de hectares (um hectare é do tamanho de um campo de futebol, aproximadamente).

Uma imagem de satélite desse sábado, 4 de janeiro, mostra como os incêndios queimam a costa de Osbrost, no Estado de Vitória, no sul da Austrália

A causa dos incêndios é uma piora do clima, um fenômeno conhecido como Dipolo no Oceano Índico, que levou a um período de calor e seca. Durante a emergência, a população consegue fugir dos incêndios e pode ser evacuada, mas as chamas são devastadoras para a vida selvagem na área afetada.

O governo de cada Estado atingido pelos incêndios gerencia sua própria operação de emergência. O primeiro-ministro australiano, Scott Morrison, prometeu criar mais fundos financeiros para bombeiros e um pagamento para voluntários. Ele também anunciou o envio de 3.000 soldados para combater as chamas.

Os moradores Nancy Allen e Brian Allen, de Nova Gales do Sul, permancem do lado de fora da casa enquanto ventos fortes empurram fumaça e cinzas

Um morador usa uma mangueira de jardim para molhar a casa enquanto ventos fortes espalham fumaça e cinzas do incêndio que atinge Nova Gales do Sul, na Austrália

Comedy Wildlife Photography Awards – O concurso que reúne as fotos mais cômicas de animais selvagens

Comedy Wildlife Photography Awards selecionou 40 finalistas entre imagens “irreverentes, alegres e possivelmente despretensiosas de animais selvagens fazendo coisas engraçadas”; veja algumas delas.

HARRY M. WALKER/COMEDY WILDLIFE PHOTOGRAPHY AWARDS
A competição de fotografias Comedy Wildlife Photography Awards acaba de anunciar seus 40 finalistas da edição de 2019, e uma delas é esta imagem, ‘Oh My’ (algo como ‘Meu Deus’), de Harry Walker

ANDY HARRIS/COMEDY WILDLIFE PHOTOGRAPHY AWARDS
Criado por dois fotógrafos e conservacionistas, o concurso almeja, “além de oferecer um pouco de irreverência, destacar a importante mensagem de conservação da vida selvagem”; aqui, a foto “Guerra de cócegas de lontras marinhas”, de Andy Harris

ERIC FISHER/COMEDY WILDLIFE PHOTOGRAPHY AWARDS
“A cada ano em que realizamos a competição, torna-se mais e mais empolgante ver como as pessoas visualizam o lado engraçado da vida selvagem”, afirma Paul Joynson-Hicks, um dos criadores da premiação. Esta foto, de Eric Fisher, foi batizada de “Melancolia da segunda-feira”

 

Foto do dia

TORNADO CROSSING

O seu fotógrafo Shot e caçador de tempestades, James Hammett, capturaram este tornado atravessando a histórica Lincoln Highway depois que este se formou nos arredores de Laramie, Wyoming. “Ele se intensificou rapidamente, rasgando grama e terra enquanto viajava por campos abertos”, diz ele. Hammett diz que o Serviço Nacional de Meteorologia avaliou a tempestade na EF-3, que é capaz de causar sérios danos.

MÉXICO – Mariposas monarcas

As mariposas monarcas mortas alocam um piso nevado no estado de Michoacán. Pelo menos nove milhões, mais de 40 por cento desta colônia, morreu após uma tempestade de primavera inusitadamente intensa – possivelmente devido a mudanças climáticas – atingiu seu santuário de montanha.

Central Park de Nova York – Raccoons

ESTADOS UNIDOS

Raccoons se agrupa perto de um caminho no Central Park de Nova York, na esperança de receber folhetos de visitantes noturnos. Funcionários da cidade dizem que alimentar os mamíferos omnívoros é arriscado – os guaxinins podem levar a raiva – e desnecessários, desde que sejam engenhosos. Também é ilegal.

MOSTEIRO DA NÉVOA

Perto da cidade de Kalambaka, na Grécia, seis mosteiros ortodoxos orientais são construídos sobre uma série de formações rochosas altas chamadas Meteora. Foto aqui é o Mosteiro de Roussanou, que foi fundado em algum momento em meados do século XVI. Hoje, um pequeno grupo de freiras reside lá.

Mito ou verdade: múmia alienígena é achada no Peru

Na semana passada, um vídeo chamou a atenção da comunidade científica internacional: uma múmia alienígena foi encontrada perto da região de Nazca, no Peru, onde ficam as famosas linhas que ainda são cercadas de muito mistério. “Pera aí, Mega, alienígena?”. Se você se perguntou isso, a gente já adianta que a história é um pouco menos fantasiosa do que jura o site que a divulgou originalmente.

O pessoal do site Gaia garante que é uma fonte de conhecimento livre e independente, mas talvez a veracidade não seja o foco principal. Acontece que a tal múmia, que possui seis dedos alongados nos pés e nas mãos e é coberta por uma espécie de pó branco, pode ser apenas uma farsa criada por um grupo que adora fazer essas pegadinhas.

Segundo eles, estudos de DNA conseguiram mostrar que se tratava de alguém do sexo feminino, que acabou ganhando o nome de Maria. Entretanto, na sociedade pré-colombiana do Peru, era comum que os crânios fossem mais alongados e esse detalhe anatômico foi um dos principais argumentos dados pelos “cientistas” do Gaia para “provar” que se tratava de uma múmia extraterrestre.

Só que o suposto russo Michael Aseev, que aparece nas imagens como um especialista em análise genética, sequer é listado em sites de seu país relacionados a Ciências. Já Jaime Maussan e Jesus Zalce Benitez, que aparecem como membros da equipe que teriam encontrado a “múmia alienígena”, são velhos conhecidos das fake news: em 2015, eles já tinham inventado uma história semelhante, na qual outra múmia com feições humanas e alienígenas foi descrita como sendo de outro planeta. Por fim, um tal de Dr. Konstantin Kototkov, que também integra essa trupe malandra, tentou vender uma máquina que fotografa a alma das pessoas por US$ 850.

Outra característica estranha é o fato de a tal múmia ser inteiramente branca, dando a impressão de ser apenas um molde de gesso bem do mal feito, por sinal. As múmias costumam ter uma coloração mais parecida com a de couro envelhecido. Essa história deve servir para provar que nem tudo que está escrito na internet é verdade – apesar de nós mesmo já termos caído em algumas histórias, como foi o caso da mulher que fingiu ser cega por 28 anos.

 

Veja uma bola de boliche por dentro

foto-imagem-bola-de-boliche

Uma bola de boliche é apenas uma casca dura com três buracos para você encaixar os dedos, certo? Errado. Na verdade, seu interior é composto com diversos materiais distintos que podem fazer toda a diferença na hora do jogo.

De forma grosseira, elas são feitas basicamente de duas partes: o núcleo e a coverstock (a camada que cobre a bola). O núcleo é a parte mais importante e difere bastante de bola para bola, conferindo habilidades distintas para cada uma delas.

Todas as empresas fabricantes desenvolvem estratégias para oferecer desempenhos específicos para cada tipo de bola criada no processo de fabricação. Dessa forma, as bolas de boliche podem ganhar por dentro formas e materiais completamente inusitados, fazendo com que elas apresentem desempenhos singulares dentro das pistas de jogo.

O processo do design do núcleo é o primeiro passo no planejamento de uma bola de boliche. Por meio de projeções animadas em um computador (através do CAD), os designers desenvolvem o conceito principal, que é dinamicamente desequilibrado para provocar a estabilização da bola à medida que ela se desloca ao longo da pista.

Isso faz com que ela role em um ponto diferente em cada rotação, evitando assim o desgaste e o acúmulo de óleo na mesma faixa de pista. Além disso, os núcleos são construídos com densidades diferentes. Alguns têm um centro mais pesado, e alguns núcleos são construídos com o peso distribuído em direção à superfície da esfera.

Mike Flanagan, da Storms, uma das marcas mais conhecidas de bolas de boliche do mundo, explica como esse processo funciona no vídeo abaixo (em inglês).

Ilusão de óptica

Você ficou um pouco confuso com o título da matéria? Então, antes de a gente explicar sobre o que se trata, assista rapidinho ao vídeo a seguir:

Viu só como o helicóptero parece levitar como se tivesse sido submetido a algum tipo de mágica poderosa — ou como se estivesse sendo abduzido por uma nave alienígena? Na verdade, se trata de um efeito ótico bastante comum e, embora tenhamos a impressão de que as hélices estão paradas, o que acontece no vídeo é que elas estão girando em sincronia com a velocidade em que a imagem está sendo registrada.

Segundo Michael Zhang, do portal Peta Pixel, o vídeo foi capturado por um cara chamado Chris Fay, e o curioso efeito ocorre quando a velocidade do rotor que movimenta as hélices coincide com a velocidade em que a câmera de filmagem captura cada quadro da cena.

Assim, supondo que o equipamento utilizado por Fay registre 60 quadros por segundo, isso significa que a câmera “clica” 60 fotos em um único segundo. E cada vez que ela capturou um quadro durante a cena, as hélices se encontravam exatamente na mesma posição. Simples assim!