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Peixe-porco: fotos do peixe que tem “dentes humanos” e “lábios com preenchimento” viraliza na internet

Peixe-porco tem “dentes humanos” e “lábios com preenchimento”

Peixe-porco é visto na costa da Malásia

Fotos postadas inicialmente no Twitter e logo viralizadas também em outras redes sociais deixaram milhões de pessoas intrigadas. Não era para menos: o peixe tinha “dentes humanos” e “lábios com preenchimento“. Do que se tratava afinal?

Demorou até que o “Rakyat Post” viesse com a resposta. A criatura é uma espécie de peixe-porco, que é visto na costa da Malásia, onde fora feito o registro.

De acordo com a National Geographic, a espécie costuma ser agressiva com intrusos, incluindo mergulhadores. Os dentes poderosos são capazes de dominar ouriços do mar e caranguejos e furar roupas de mergulho.

O que é o Peixe-porco. Veja abaixo mais sobre essa espécie

Peixe-porco é o nome comum dado aos peixes tetraodontiformes da família Balistidae. São peixes marinhos, que ocorrem nos Oceanos Índico, Pacífico e Atlântico.Eles recebem esse nome devido ao som que emitem ao serem removidos da água, se parecendo muito com um porco.

De hábitos diurnos, tem um corpo comprimido e em feitio de diamante, com escamas placóides àsperas e consegue rodar cada um dos olhos independentemente. Com um mecanismo de bloqueio da primeira espinha dorsal e uma boca forte com oito dentes grandes e muito afiados em cada maxilar, são muito agressivos, exigindo do pescador algum cuidado no seu manuseamento[1]. Conhecidos também são os verdadeiros roncos que emite, donde se presume derive o seu nome vulgar.

São essencialmente carnívoros e alimentam-se de invertebrados, crustáceos e moluscos – conseguem partir as cascas duras dos ouriços e estrelas do mar com os dentes fortes.

Aparecem em pequenos cardumes, embora seja mais vulgar aparecerem indivíduos solitários, ou em grupos até 5 adultos, e preferem fundos arenosos.  Grandes lutadores quando ferrados, vendem cara a derrota e lutam até ao fim.

Mais detalhes sobre o Peixe-porco

Fotos do Peixe-morcego que apareceu no litoral de São Paulo

Peixe-morcego é encontrado por equipe que limpava praia de São Vicente, SP — Foto: Arquivo Pessoal/Claudinei Nunes

Espécie foi encontrada durante uma limpeza na Praia do Itararé, em São Vicente.

Um peixe de aparência inusitada chamou a atenção de trabalhadores que limpavam as praias de São Vicente, no litoral de São Paulo, na manhã desta segunda-feira (2). Identificado como peixe-morcego, o animal foi recolhido pela equipe da Guarda Ambiental do município em estado avançado de decomposição.

O peixe foi encontrado pelo ajudante geral Claudinei Nunes, de 44 anos, por volta das 7h, na praia do Itararé. Claudinei conta que estava na beira do mar quando se deparou com o animal. Com um rastelo, ele retirou o peixe da água com a ajuda de colegas.

Sem saber identificar a espécie, a equipe decidiu acionar a Prefeitura de São Vicente, e os guardas ambientais foram até o local. “Ninguém sabia dizer que peixe era, parecia uma raia, alguma coisa diferente”, relata.

Os agentes da Guarda Ambiental identificaram que se tratava de um peixe-morcego e fizeram o recolhimento do animal. “É bem curioso, trabalho há 22 anos próximo da praia e já vi muitos animais, mas nunca tinha visto um desses”.

Funcionários flagram peixe-morcego em praia de São Vicente, SP — Foto: Arquivo Pessoal/Claudinei Nunes

Peixe-morcego
O peixe-morcego habita a costa brasileira e possui um corpo achatado das costas para a barriga, formando um triângulo. Ele também chama a atenção pelo nado, conforme explica o biólogo marinho Eric Comin. Segundo o especialista, o animal da espécie Ogcocephalus vespertilio é inofensivo e não apresenta valor comercial de pesca.

O biólogo explica que o peixe se alimenta de pequenos peixes e crustáceos e, para caçar, usa uma protuberância em sua cabeça para chamar a atenção das presas. No entanto, o animal não apresenta qualquer risco aos banhistas.

Eric aponta, ainda, que o peixe-morcego costuma ficar no fundo do mar e possui hábitos noturnos, podendo chegar a 30 centímetros de comprimento.

Peixe-morcego habita o solo do mar e se alimenta de pequenos peixes e crustáceos — Foto: Arquivo Pessoal/Eric Comin

Arraia Rosa – Única no mundo é vista na Austrália

O fotógrafo Kristian Laine ficou boquiaberto ao mergulhar na região da Grande Barreira de Corais na Austrália. Não era para menos. Ele se deparou com o que é chamado de “única arraia manta rosa do mundo“.

A arraia manta foi batizada como Inspetor Clouseau, do desenho da “Pantera Cor-de-Rosa”. Os registros do incrível animal feitos por Kristian viralizaram após ele postá-los no Instagram.

“No começo eu fiquei muito confuso. Quando examinei as minhas fotos na câmera logo após o encontro, eu estava achando estranho que uma das arraias parecesse rosa. Estava no meio de um grupo com sete outras arraias. Na verdade, eu pensei que meus estroboscópios (dispositivo óptico que permite estudar e registrar o movimento contínuo ou periódico de elevada velocidade de um corpo, com o objetivo de o fazer parecer estacionário) estavam fazendo a arraia parecer rosa”, comentou o fotógrafo.

Não estavam. A arraia rosa estava acompanhada de outros sete machos, que cortejavam uma fêmea.

Kristian pesquisou na internet e descobriu que a arraia manta rosa foi primeiramente avistada em 2015. Desde então, Inspetor Clouseau foi vista menos de dez vezes. O fotógrafo foi um felizardo.

Geralmente, as arraias manta da Grande Barreira são brancas, pretas ou uma combinação dos dois tipos. Acredita-se que a coloração rosa seja resultado de uma mutação genética.

FOTÓGRAFO CAPTURA IMAGENS INCRÍVEIS DE ANIMAIS DAS PROFUNDEZAS DO HAWAII

Os mares são um verdadeiro mistério para o ser humano. Segundo a Organização Nacional Francesa de Hidrografia (OHI), conhecemos somente 10% dos oceanos. E, vale lembrar que cerca de dois terços da superfície da Terra são cobertos por água. Afim de desvendarem novos seres marítimos, muitos se aventuram em mergulhos e até expedições mais complexas.

O fotógrafo subaquático Jeff Milisen é um exemplo disso. Por meio de uma agência de mergulhos no Hawaii, a Kona Honu Divers, ele fez uma expedição pela costa de Oahu, no Hawaii — viagem que rendeu registros fotográficos incríveis. Jeff reuniu suas imagens favoritas, dividindo-as em três grupos: “peixes larvais”, cefalópodes e criaturas variadas. Atualmente, essas imagens estão disponíveis na coleção Blackwater em seu site.

Jeff apelida os seres curiosos como “formas de vida alienígena” e não é por menos. Os locais nos quais esses seres habitam possuem pouquíssima luminosidade — ou até nenhuma. Assim, é comum que os animais exibam sua bioluminescência e se tornem visíveis em um mundo tão escuro. Portanto, a presença de um brilho intenso sob um fundo preto pode ser considerada uma das características mais marcantes dessa coleção.

Apresentamos a vocês um camarão da família Penaeidae. Essa espécie, assim como muitos invertebrados, utilizam a transparência como uma forma inteligente de camuflagem.

Essa é a forma larval de um bacamarte, conhecido também como “robin do mar” — esse apelido foi motivado pela vibrante coloração laranja que é adquirida com o tempo. Os peixes na idade adulta se concentram no fundo do oceano e possuem nadadeiras um tanto quanto engraçadas.

Na imagem acima, você pode admirar duas lulas de recife. Elas são famosas por possuírem grandes barbatanas localizadas nas laterais da cabeça. Além disso, seus corpos são completamente cobertos por cromatóforos, células pigmentadas que refletem a luz.

Essa criatura que mais parece um alienígena, assim como Jeff Milisen descreveu, é uma jovem lula. Ela consegue mergulhar cerca de 700 metros e utiliza a radiação bioluminescente para evitar os predadores.

IMAGENS QUE VOCÊ NÃO VÊ TODO DIA

Filhote de um marlim-azul é a coisa mais fofinha dos mares

A patinha de uma lagartixa vista debaixo

Universidade de Balamand, no Líbano, tem uma escada incrível

Esta árvore sobreviveu ao atentado nuclear em Hiroshima

Foto do dia

“Enquanto espreguiçôo no final de uma tarde na Baía de Jervis [na Austrália], tropecei por este Stingaree comum que desliza graciosamente sobre os apartamentos de areia rasas”, diz o fotógrafo do The Shot, Jordan Robins. “À medida que o sol estava se pondo, eu consegui capturar essa imagem subterrânea onde você pode ver acima e abaixo da água capturada em uma única exposição”.

Entre dois mundos, registros impressionantes entre a água e o ar

Alguns profissionais são especialistas em registrar imagens embaixo da água, outros preferem terra firme. Porém, há os que gostam de se aventurar entre a linha que divide o mar e o ar. Um dos truques para tirar fotografias como essas é encontrar coisas atrativas tanto dentro da água quanto fora.

Além disso, é preciso que existam boas condições de visibilidade, com muita luz. Aí, é só escolher o seu ponto de foco, usar uma pequena abertura e uma alta velocidade no obturador!

Você está pronto? Confira os resultados:

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A ilusão de ótica destas fotos vai confundir o seu cérebro

Conheça o trabalho do fotógrafo sueco Erik Johansson que vive e trabalha em Berlim. Erik se destacou profissionalmente graças as suas incríveis fotografiascom ilusão de ótica, que mostram cenas do cotidiano.Parte do seu trabalho consiste na manipulação e combinação de imagens com diferentes e criativos ângulos. Logo abaixo você confere algumas de suas obras que vai certamente confundir a sua mente. Visite o site e as redes sociais do fotógrafo.foto-imagem-ilusao-de-otica foto-imagem-ilusao-de-otica foto-imagem-ilusao-de-otica foto-imagem-ilusao-de-otica foto-imagem-ilusao-de-otica foto-imagem-ilusao-de-otica foto-imagem-ilusao-de-otica foto-imagem-ilusao-de-otica foto-imagem-ilusao-de-otica foto-imagem-ilusao-de-otica foto-imagem-ilusao-de-otica foto-imagem-ilusao-de-otica foto-imagem-ilusao-de-otica foto-imagem-ilusao-de-otica

Os 170 milhões de anos de idade, réptil marinho vem de um período pré-histórico pouco conhecido pelos cientistas.

foto-imagem-mostro-marinhoUma nova espécie de réptil marinho, Dearcmhara shawcrossi , nada nos mares do Jurássico em uma ilustração.


 

Dinosaurs governou a terra durante o período Jurássico . Mas no mar, era a idade de ictiossauros-chamados “monstros marinhos” que parecia um cruzamento entre um crocodilo estreita com o nariz e um golfinho mal-humorado.

Ichthyosaur (pronuncia- ik -thee-uh-Sawr) significa “lagarto peixe” em grego. Esses predadores répteisnadou os oceanos antigos em funções semelhantes às de baleias e tubarões hoje.

Agora, uma equipe de cientistas da Escócia anunciou a descoberta de um novo género de ichthyosaur que era de aproximadamente 14 pés (4,3 metros) de comprimento, o tamanho de um pequeno barco a motor. (Ver também ” ‘Monster Sea’ First Amphibious Encontrado; Fills Evolutionary Gap . “)

“Descobrimos uma espécie totalmente nova de grande réptil que viveu no oceano cerca de 170 milhões de anos atrás”, disse Stephen Brusatte , paleontólogo da Universidade de Edimburgo. “É também a primeira ichthyosaur já encontrado na Escócia” -que já é famosa por seu monstro marinho mítico, apelidado de Nessie .

Brusatte e seus colegas nomeado o novo ichthyosaur Dearcmhara shawcrossi , uma homenagem ao colecionador amador Brian Shawcross, que originalmente encontrou os fósseis da Escócia em Isle of Skye (mapa) . Shawcross doou os fósseis que revelaram-partes do braço do animal, para trás, e rabo-de da Universidade de GlasgowHunterian Museum , para que pudessem ser estudados.

Troca da Guarda

A nova espécie é intrigante porque abala-se o que os cientistas pensavam sobre a evolução ichthyosaur, disse que a equipe. (Explorar uma linha interativa tempo monstro marinho .)

D. shawcrossi é considerado um pequeno e primitivo ichthyosaur-algumas cresceram até o ônibus-size -que prosperou durante o pouco compreendido Jurássico Médio, que durou cerca de 15 milhões de anos.

A partir de fósseis que datam antes e após este período, os cientistas sabem que este foi um momento de grande agitação abaixo das ondas.

“Depois do Jurássico Médio, há um novo tipo de ichthyosaur-maior e mais avançado que vem para a cena e toma conta, e torna-se dominante em todo o mundo.” (Veja ” New Monstro marinho encontrado, Reescreve Evolution? “)

Desde o ichthyosaur recente é um dos variedade menor, mais primitiva, este sugere que a transição para maiores monstros do mar provavelmente ocorreu um pouco mais tarde no período Jurássico do que os especialistas que se pensava anteriormente.

Não se sabe por que essa transição para maiores ictiossauros, badder ocorreu, mas encontrar D. shawcrossi pode indicar que a mudança foi gradual, e não devido a um evento súbito, como uma mudança na temperatura do oceano ou uma grande erupção vulcânica.

“Pura sorte”

Próprios fósseis ichthyosaur não são particularmente raros. Novas amostras estão surgindo em todo o tempo, desde o sul do Chile aoeste da Rússia . No entanto, as amostras não-ichthyosaur mencionar a maioria dos fósseis-do Jurássico Médio são poucos e distantes entre si. Os cientistas não sabem por que-it “Acontece que alguns períodos de tempo dar melhores amostras do que os outros”, disse Brusatte.

“É apenas sorte muda realmente, porque o registro fóssil é tão imperfeito”, acrescentou. “E Scotland só acontece de ser um dos lugares em que temos boas amostras da parte do meio do Jurássico”.

Aubrey Jane Roberts , pesquisador de pós-graduação na Universidade de Southampton no Reino Unido e um especialista ichthyosaur, disse que o período de tempo em que D. shawcrossi viveu torna a descoberta ainda mais emocionante. (Leia “Quando Monstros Governado the Deep” na National Geographic revista.)

“Ele preenche uma lacuna muito importante na nossa compreensão da evolução desses animais”, disse Roberts.

“O que é interessante sobre a Escócia é ele mostra ictiossauros, havia uma espécie de trás do resto do mundo. A mudança [de ictiossauros maior] já estava acontecendo no Alasca e na América do Sul, mas demorou um pouco mais de tempo na Europa.”

As melhores fotos de outubro

141024-best-pod-october-01-990x450É tempo da competição, ea edição é fácil. Todos os anos, o Concurso Nacional de Fotografia Geographic torna este Foto do Dia editor bastante feliz, pois há sempre mais vistas, locais e criaturas para escolher. Abaixo está uma seleção a partir de outubro, um pouco mais cedo desta vez para aguçar o apetite de qualquer um que ainda pode querer entrar. O concurso termina no final desta semana, no dia 31 de outubro.

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O sol da manhã acende uma vista da folha de queda no lago Towada em Aomori, Japão. Sentado na base de Mount Hakkoda, do lago e da exibição anual outono de suas margens arborizadas são uma atração turística popular.

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“Ao largo da costa da Ilha de Guadalupe, grandes tubarões brancos se reúnem para se alimentar de leões-marinhos”, escreve Marc Henauer desta cena ele capturou perto da ilha off Baja California, México. “É um lugar ideal para observar estes animais majestosos em seu estado natural.”

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Canoers remar a superfície opaca de Lake Louise, em Alberta, Parque Nacional de Banff, no Canadá. Ben Leshchinsky capturou a foto “desorientador” de um penhasco com vista para o lago.”Mesmo os pedregulhos do tamanho de carros grandes pareciam seixos de um ponto de vista elevado”, escreve ele.

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A napoleões, também conhecido como um Wrasse Napoleão, constrói um quadro vivo enquanto nada através de um cardume de peixes nas águas ao largo da Austrália. O fotógrafo Christian Miller capturou a tiro em um dia ventoso logo após um ciclone tinha passado o extremo norte Great Barrier Reef. “Nunca antes [eu tinha visto] que muitos peixes de vidro nesta coral especial bommie [afloramento]”, escreve ele.

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O fotógrafo Achmad Sumawijaya esperou três horas para capturar esta imagem do Monte Bromo (em primeiro plano) e Mount Semeru (no fundo) em uma manhã nublada em East Java, Indonésia. Alguns indonésios acreditam que os vulcões são portais para um mundo subterrâneo.

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As sombras das rochas ambos caíram e altaneiro mergulho em vales no chão do Sahara. Aqui em um platô na região de Tassili n’Ajjer da Argélia, o deserto e as suas florestas rocha abrigam restos pré-históricos que datam de 10.000 aC Os materiais cerâmicos, pinturas, gravuras e 15.000-entre outros artefatos foram identificados desde as primeiras descobertas na Tassili em de 1933.

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No deserto Strzelecki da Austrália, um bando de galahs reabastece com a pequena quantidade de água disponível na base de uma árvore solitária. “Foi uma rara oportunidade para conseguir uma foto tão clara e simétrico destes belos pássaros em vôo no meio do deserto”, escreve o fotógrafo Christian Spencer.