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Cobra com 3 olhos – Serpente é descoberta na Austrália

De acordo com especialista, globo ocular extra funcionava perfeitamente

A instituição australiana Northern Territory Parks and Wildlife compartilhou fotos de uma serpente com três olhos encontrada em Darwin, no norte do país. O animal — que faleceu recentemente — tinha aproximadamente três meses de vida e foi apelidado de Monty, já que pertencia a espécie python carpete

Cobras desse tipo podem crescer entre dois e quatro metros e são comuns na Oceania. “É notável como [a cobra] foi capaz de sobreviver na selva por tanto tempo com a deformidade, e ela estava lutando para sobreviver antes de morrer na semana passada”, afirmou Ranger Ray Chatto, membro da entidade, ao jornal NT News. O cadáver foi doado para institutos de pesquisa.

O terceiro olho de Monty, que parecia funcionar perfeitamente, foi estudado com o auxílio de uma máquina de raio-x. Ao que parece, a órbita ocular não surgiu da fusão de duas cabeças separadas, como os especialistas acreditavam: era apenas um olho extra no próprio crânio.

“Foi um consenso de que o olho provavelmente se desenvolveu muito cedo, durante o estágio embrionário de desenvolvimento”, escreveu a NT Parks and Wildlife, em um post no Facebook. “É muito improvável que isso seja [resultado] de fatores ambientais, e é quase certamente uma ocorrência natural, já que má formações em répteis são relativamente comuns.”

CAMPANHA DA SEA SHEPHERD SOBRE PLÁSTICOS NOS OCEANOS VAI DEIXÁ-LO CHOCADO

O consumo de plástico tem sido cada vez mais questionado, principalmente diante dos eventos recorrentes com animais morrendo em função da poluição dos oceanos. Então, se você ainda não vê grandes problemas em relação ao uso de copos e talheres descartáveis e até mesmo de sacolas plásticas de mercado, precisamos alertá-lo.

Realmente, não é nada ameaçador usar um simples copo de plástico para tomar um café durante a tarde, no intervalo do trabalho, por exemplo. Na verdade, o problema só existe porque 7,7 bilhões de pessoas também pensam dessa forma e reproduzem esse raciocínio em seus atos. Afinal, é impossível jogar algo “fora”, já que todos os objetos descartados permanecem dentro do planeta Terra.

Grande parte das pesquisas acerca desse assunto aponta em uma direção: nós, assim como os animais marinhos, estamos mergulhados em plástico. Contudo, o número de pessoas conscientes e engajadas na causa tem aumentado consideravelmente nos últimos tempos. ONGs, assim como outros grupos, têm o poder de gerar mudanças; no entanto, a conscientização e a transformação de hábitos individuais causam maior impacto, afinal, se cada um fizer a sua parte, tudo terá sido feito.

Com o objetivo de informar ainda mais pessoas, a Sea Shepherd, organização internacional de preservação marítima sem fins lucrativos, lançou uma campanha chocante. Em parceria com as agências de propaganda Tribal Worldwide (São Paulo) e DDB (Guatemala), foram criadas imagens inéditas e desconcertantes. Pôsteres em 3D foram elaborados com fotos de dois animais: uma tartaruga e uma foca sendo sufocadas por sacolas plásticas; com elas, pode-se ler a frase: “O plástico que você usa uma vez tortura o oceano para sempre”.

“Infelizmente, uma ação pequena e impensada em nossa rotina pode causar danos enormes à natureza. Nessa campanha, pretendemos remediar isso, alcançando o maior número possível de pessoas e conscientizando-as de que com passos pequenos e fáceis podemos garantir que cenas terríveis como essas não aconteçam”, declarou Guiga Giacomo, diretor executivo da Tribal Worldwide.

FOTÓGRAFO CAPTURA IMAGENS INCRÍVEIS DE ANIMAIS DAS PROFUNDEZAS DO HAWAII

Os mares são um verdadeiro mistério para o ser humano. Segundo a Organização Nacional Francesa de Hidrografia (OHI), conhecemos somente 10% dos oceanos. E, vale lembrar que cerca de dois terços da superfície da Terra são cobertos por água. Afim de desvendarem novos seres marítimos, muitos se aventuram em mergulhos e até expedições mais complexas.

O fotógrafo subaquático Jeff Milisen é um exemplo disso. Por meio de uma agência de mergulhos no Hawaii, a Kona Honu Divers, ele fez uma expedição pela costa de Oahu, no Hawaii — viagem que rendeu registros fotográficos incríveis. Jeff reuniu suas imagens favoritas, dividindo-as em três grupos: “peixes larvais”, cefalópodes e criaturas variadas. Atualmente, essas imagens estão disponíveis na coleção Blackwater em seu site.

Jeff apelida os seres curiosos como “formas de vida alienígena” e não é por menos. Os locais nos quais esses seres habitam possuem pouquíssima luminosidade — ou até nenhuma. Assim, é comum que os animais exibam sua bioluminescência e se tornem visíveis em um mundo tão escuro. Portanto, a presença de um brilho intenso sob um fundo preto pode ser considerada uma das características mais marcantes dessa coleção.

Apresentamos a vocês um camarão da família Penaeidae. Essa espécie, assim como muitos invertebrados, utilizam a transparência como uma forma inteligente de camuflagem.

Essa é a forma larval de um bacamarte, conhecido também como “robin do mar” — esse apelido foi motivado pela vibrante coloração laranja que é adquirida com o tempo. Os peixes na idade adulta se concentram no fundo do oceano e possuem nadadeiras um tanto quanto engraçadas.

Na imagem acima, você pode admirar duas lulas de recife. Elas são famosas por possuírem grandes barbatanas localizadas nas laterais da cabeça. Além disso, seus corpos são completamente cobertos por cromatóforos, células pigmentadas que refletem a luz.

Essa criatura que mais parece um alienígena, assim como Jeff Milisen descreveu, é uma jovem lula. Ela consegue mergulhar cerca de 700 metros e utiliza a radiação bioluminescente para evitar os predadores.

ESTA LAGARTA FOFINHA PODE CAUSAR MUITA DOR – Megalopyge opercularis

Você deu uma boa olhada no bichinho da imagem acima? Apesar de parecer todo fofinho e completamente inofensivo, ele pode provocar muito sofrimento em quem acidentalmente confundi-lo com uma peruca ambulante e tocar seus pelinhos. Isso porque os “pelos” — ou cerdas — contêm uma poderosa toxina que, além de irritar profundamente a pele, pode desencadear uma série de reações pra lá de dolorosas.

Bonitinha, mas ordinária

Trata-se da lagarta da espécie Megalopyge opercularis que, eventualmente se transforma em uma bela mariposa conhecida como “mariposa flanela” (veja a foto logo abaixo). Ela pode ser encontrada no sul dos Estados Unidos, México e algumas partes da América Central e costuma habitar plantas como carvalhos, pinheiros, olmos e arbustos frutíferos. Além disso, é mais fácil se deparar com esses animais entre os meses de junho e setembro.

A M. opercularis é considerada a lagarta mais venenosa dos EUA e, quando ocorre o contato com a pele, as cerdas que recobrem o corpo do animal — e que ficam conectadas às células que produzem a toxina — podem se romper e funcionar como miniagulhinhas cheias de veneno. E o problema é que, apesar de a lagarta ser extremamente perigosa, a sua aparência acaba atraindo a atenção das pessoas, e muitas não resistem à tentação de tocá-la.

Encontros dolorosos

Entre as reações mais comuns à toxina da M. opercularis está a irritação da pele, inchaço, surgimento de bolhas, erupções cutâneas e muita dor. Além disso, a exposição ao veneno também pode provocar náusea, dores de cabeça e no peito, dificuldades respiratórias, espasmos musculares e até convulsões.

Quem já teve o azar de ter um encontro acidental com uma dessas lagartinhas garante que a experiência pode ser pior do que ser tocado por uma água-viva e ou, ainda, do que ser picado por um escorpião! Portanto, se algum dia você se deparar com um desses bichinhos fofos, não tente manuseá-lo de jeito nenhum. No entanto, se isso acontecer, procure ajuda médica.

Você também pode realizar um “primeiro socorro”, aplicando fita adesiva sobre a área afetada para remover as cerdas da pele. Depois, lave bem a região com água e sabão, e coloque um pacote de gelo ou pano molhado sobre o machucado. Além disso, outra sugestão é aplicar uma mistura feita com bicarbonato de sódio e água na pele e, caso você tenha algum anestésico ou analgésico, siga as instruções da bula e passe sobre a área.

DESCOBRIRAM UMA NOVA ESPÉCIE DE SAPO — E A CRIATURA É PRA LÁ DE INCOMUM

Apesar de não existirem muitos pedaços de terra no planeta que não foram tocados pelo homem, ainda há muita coisa curiosa por ser descoberta neste mundão lindo em que vivemos! Pois é, caro leitor, embora a Ciência tenha identificado e descrito milhares e milhares de espécies animais e vegetais, é com bastante frequência que os pesquisadores se deparam com exemplares desconhecidos — e bastante curiosos.

Um deles foi descoberto recentemente aqui na América do Sul, na Cordillera del Cóndor — um cantinho pouco explorado dos Andes —, por pesquisadores da Universidade Católica do Equador e consiste em um sapo que, de acordo com Tom Hale, do site IFLScience!, apresenta uma série de características pra lá de inusitadas.

Criatura incomum

Para começar, não foi à toa que a criatura permaneceu “incógnita” por tanto tempo: além de o sapo habitar uma região remota e de difícil acesso — os cientistas percorreram trilhas íngremes e acidentadas durante 2 dias para chegar ao cume da cordilheira! —, apresenta coloração marrom-esverdeada que o torna um verdadeiro mestre da camuflagem no ambiente em que habita.

A criatura pertence à espécie Hyloscirtus hillisi e, segundo os pesquisadores, além de ficar oculta entre a vegetação, conta com “perninhas” compridas e finas, olhos cor de bronze e pintinhas amarelas pelo corpo. No entanto, a característica mais curiosa é uma espécie de garra situada na base do “polegar” do sapo.

Conforme explicaram os cientistas, essa estrutura é relativamente grande — considerando o tamanho do animal —, tem aparência de gancho, e sua função exata é desconhecida. A equipe precisará realizar uma série de estudos para confirmar a utilidade da garrinha, mas uma suspeita é a de que ela sirva para afugentar possíveis predadores ou, ainda, que consista em uma espécie de “espora” que os machos usam durante disputas por parceiros para acasalamento.

Pena que essa estrutura, ao que tudo indica, não seja assim tão eficiente, uma vez que ela não garante proteção contra ameaças maiores… Isso porque, apesar de o novo sapo pertencer a um gênero que contém 37 espécies — distribuídas por várias áreas da América do Sul e Central, incluindo o Equador, a Costa Rica, a Bolívia, a Colômbia, a Venezuela e o Peru —, seu habitat é bastante limitado, e poucos exemplares foram encontrados, sugerindo que a população não é muito numerosa. Para piorar, uma companhia chinesa de mineração se instalou nas proximidades da área ocupada pelos anfíbios, representando um sério risco à sobrevivência desses animais.

O NOVO VISUAL DESTES CÃES É A COISA MAIS FOFA QUE VOCÊ VAI VER HOJE

VEZES EM QUE A NATUREZA MOSTROU QUE É REALMENTE IMPECÁVEL

A natureza é realmente incrível. Quanto mais a gente pensa que sabe tudo sobre ela, mais ela consegue nos surpreender mesmo com as coisas mais comuns. Abaixo, confira alguns momentos que provam como é possível presenciar algo único de uma hora para outra:

O MELHOR AMIGO DO HOMEM

A feira de camelos de Pushkar, na Índia, atrai aproximadamente 200.000 visitantes todos os anos. Aqui, um homem compartilha um momento de ternura com um de seus camelos.

Foto do dia – Camelo na traseira do caminhão

HUMP ​​DAY Seu fotógrafo Matt Pycroft estava fazendo um documentário sobre os beduínos em Wadi Rum, na Jordânia, quando um homem passou com um camelo na traseira de seu caminhão. Matt relata: “‘O que há de errado com ela?’ perguntamos, apontando para o camelo. “Nada”, respondeu ele, rindo. “Vou levá-la para a cidade. Ela tem um encontro.” Ele piscou e sorriu, enrolou a janela e seguiu em frente “.

Foto do dia

PELO MAR OU PELO ARRodeado por gaivotas, um pescador limpa seu barco no porto de Mascate, a capital de Omã. A cidade abriga mais de 1,5 milhão de pessoas e a pesca é tradicionalmente uma das principais exportações.