Concurso premia as fotos mais engraçadas do reino animal. Mais imagens!!!

Galeria de vencedores e finalistas Finalistas de 2020
The Comedy Wildlife – Photography Awards

Concurso premia as fotos mais engraçadas do reino animal. Veja finalistas! – Prêmio de Fotografia de Vida Selvagem de Comédia

Você sabia que existe um concurso que premia as fotos mais hilárias dos animais? Sim, ele existe e é o Prêmio de Fotografia de Vida Selvagem de Comédia . Desde 2015, ele elege os cliques mais engraçados dos animais na natureza.

Criado por Paul Joynson-Hicks e Tom Sullam, dois fotógrafos, o prêmio seleciona fotos engraçadas de animais , mas também reforça a importância e preservação da natureza . Segundo eles, as fotos proporcionam um momento de alívio em um momento tão urgente.

Para participar do prêmio, basta se inscrever em qualquer lugar do mundo gratuitamente, não há site oficial do Comedy Wildlife Photography Awards. Em 2020, foram selecionados 44 mil fotos e os vencedores serão divulgados no dia 22 de outubro .

Além de um prêmio feito artesanalmente, os vencedores desta edição ganharão um safári de uma semana no Quênia. Confira abaixo todas as fotos finalistas no site do prêmio.

Concurso premia as fotos mais engraçadas do reino animal.
Veja finalistas! (Foto: Comedy Wildlife Photography Awards / Reprodução)

Concurso premia as fotos mais engraçadas do reino animal. Veja finalistas! (Foto: Comedy Wildlife Photography Awards / Reprodução)

Concurso premia as fotos mais engraçadas do reino animal. Veja finalistas! (Foto: Comedy Wildlife Photography Awards / Reprodução)

 

 

Sol: Imagens são as mais próximas que tiraram do astro

Novas imagens do Sol captadas a apenas 77 milhões de quilômetros da superfície são as mais próximas que já se fez do astro.

Novas imagens do Sol captadas a apenas 77 milhões de quilômetros da superfície são as mais próximas que já se fez do astro.

Elas foram feitas pela sonda Solar Orbiter (SolO), lançada neste ano pela Agência Espacial Europeia.

Entre as novas descobertas da imagem estão pequenas explosões apelidadas de “fogueiras de acampamento”.

Elas têm um milionésimo de tamanho das grandes explosões do Sol que se observa rotineiramente com telescópios na Terra.

Não está claro se essas versões em miniatura são geradas pelos mesmos mecanismos das grandes erupções, diz David Long, um dos principais pesquisadores do gerador de imagens da SolO, a Extreme Ultraviolet Imager (EUI).

A seta indica locais que parecem ‘fogueiras de acampamento’; o círculo no canto esquerdo dá noção da escala da imagem, ele representa o tamanho do planeta Terra.

“Espalhadas ao longo da superfície, essas pequenas erupções podem desempenhar um papel importante em um fenômeno misterioso conhecido como aquecimento coronal, em que a camada exterior do Sol, ou corona, fica de 200 a 500 vezes mais quente do que as camadas abaixo dela”, diz Long.

“Estamos ansiosos para investigar isso mais profundamente na medida em que a Solar Orbiter se aproxima do Sol e nossa estrela fica mais ativa.”

O instrumento Metis bloqueia a imagem da superfície do Sol, permitindo que uma atmosfera mais apagada do Sol seja vista. Frequências diferentes exibem características diferentes da superfície.

A sonda da Agência Espacial Europeia foi lançada do Cabo Canaveral, nos Estados Unidos, em fevereiro. Sua missão é revelar alguns dos segredos do comportamento dinâmico do Sol.

Interferências em comunicações

As emissões do Sol têm impactos profundos na Terra que vão muito além de apenas gerar calor e luz.

Muitas vezes elas causam problemas; explosões de partículas carregadas com seus campos magnéticos podem embaralhar sinais de satélites e prejudicar comunicações via rádio.

A SolO pode ajudar os cientistas a entender e prever melhor essas interferências.

“A situação recente com o coronavírus provou o quão importante é nos mantermos conectados, e satélites são parte dessa conectividade”, diz Caroline Harper, chefe de ciência espacial da Agência Espacial do Reino Unido.

“Então é muito importante que aprendamos mais sobre o Sol para que possamos fazer uma previsão de seu tempo, de seu clima espacial, da mesma forma como aprendemos a fazer com a Terra.”

Os instrumentos da sonda Solar Orbiter podem ajudar a entendermos o comportamento dinâmico do Sol

A Solar Orbiter está dando uma série de voltas ao redor do Sol, e ela vai se aproximando a cada volta, até chegar a uma distância de menos de 43 milhões de quilômetros.

Isso vai colocar a Sol dentro da órbita de Mercúrio.

As fotos apresentadas nesta quinta-feira são registros da passagem mais recente, em um ponto conhecido como periélio (ponto mais próximo de um corpo do Sol). Isso aconteceu em meados de junho, dentro da órbita de Vênus.

Como parâmetro de comparação, a Terra orbita a 149 milhões de quilômetros do Sol, em média.

Em um determinado comprimento de onda de luz conhecido como Lyman-alpha, a EUI detecta hidrogênio na atmosfera inferior do Sol. Temperaturas nesta região variam de 10 mil a 100 mil graus

Para que fique claro: as novas imagens são os registros mais de perto feitas do Sol, mas não são os de melhor resolução. O maior telescópio solar da Terra sempre conseguirá resultados melhores que a SolO neste quesito.

Mas a abordagem ampla da sonda, usando uma combinação de seis instrumentos remotos de captação e quatro instrumentos “in-situ”, a colocam em um patamar diferente.

O conselheiro sênior para Ciência e Exploração da agência europeia, Mark McCaughrean, disse à BBC: “A Solar Orbiter não está se aproximando do Sol apenas para obter imagens de alta resolução: ela está se aproximando para entrar em uma parte diferente e menos turbulenta do vento solar, estudando partículas e campos magnéticos in situ nesta distância mais próxima, enquanto simultaneamente capta dados remotos na superfície do Sol e imediatamente ao redor dele, com contexto. Nenhuma outra missão ou telescópio consegue fazer isso.”

Pokémon do Guga Chacra – A lagarta é da espécie Papilio glaucus – Ver fotos

Lagarta exclusiva dos Estados Unidos foi flagrada por Guga Chacra e classificada como Pokémon em postagem no Twitter — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Quantos animais são necessários para “derrubar a internet”? Na última semana, uma lagarta com menos de 5 centímetros e pouquíssimos gramas viralizou a partir de uma publicação no Twitter do jornalista Guga Chacra, comentarista da Globonews e colunista do jornal “O Globo”. A postagem levou o mundo nerd ao delírio.

A poderosa lagarta é provavelmente uma Papilio glaucus, um animal exclusivo dos Estados Unidos que, apesar da aparência de cobra, é totalmente inofensivo. Porém, a identificação precisa da espécie só é possível ao analisá-la em uma lupa ou já adulto. A semelhança com uma serpente não foi a causa do post viral. A partir do questionamento do jornalista sobre que “bicho estranho” seria aquele, as respostas foram certeiras: um Caterpie, uma das criaturas do jogo Pokémon.

Parentes da “lagarta Pokémon” encontrada por Guga Chacra podem ser vistas no Brasil e seguem o mesmo padrão corporal, mas em cores diferentes — Foto: Jhonatan Santos/Acervo Pessoal

Estudantes de biologia que administram páginas de divulgação científica no Twitter foram os responsáveis por desvendar a real identidade do indivíduo flagrado. Um deles foi Mateus Sanches, da Universidade de Brasília, que explicou uma particularidade interessante.

“A primeira impressão é que realmente os olhos e a cabeça da lagarta adquiriram uma forma de serpente. Porém, se olharmos atentamente, podemos ver que a cabeça da lagarta fica logo mais à frente, bem escondida. A realidade é que o tórax dela é grande e possui desenhos que lembram a forma da cobra. Quando ameaçadas, elas elevam esse tórax fingindo que realmente é a cabeça”, conta.

O estudante de biologia do Instituto Federal do Espírito Santo (IFES), Alexandre Michelotto, também interagiu na publicação e ressalta que no vídeo gravado pelo jornalista é possível ver essa distinção. “Elas possuem olhos, mas não esses dois bem grandes e coloridos. Os olhos dessa lagarta são as estruturas bem pequenas e escuras que conseguimos ver na lateral inferior da cabeça. Eles totalizam 12, seis de cada lado”, explica.

O mimetismo, estratégia que faz o animal parecer com cobras, induz os predadores a evitarem o inseto por medo de lidarem com um animal peçonhento. “Esta lagarta é totalmente inofensiva, desprovida de veneno, ferrão ou pelos que queimem. Isso seria um prato cheio para aves, répteis e outros predadores”, comenta Mateus Sanches.

Ainda segundo ele, no iNaturalist, uma rede social para postagem de registros de natureza do mundo todo, somam-se mais de cinco mil flagrantes dessa espécie. O inseto, devorador de diferentes tipos de folhas, não é um animal incomum de ser visto em parques e jardins, justamente pelo hábito voraz. Mas, ainda mais trivial do que encontrá-lo, é se deparar com a borboleta que ele se torna na fase adulta: a rabo de andorinha tigre oriental (ou eastern tiger swallowtail, na língua original).

Borboleta-caixão-de-defunto é uma espécie brasileira da mesma família da lagarta encontrada por Guga Chacra e pode exemplificar a transformação vivida pelo animal — Foto: Rudimar Narciso Cipriani/Acervo Pessoal

Temos que pegar! (as referências)

Encontrar um “animal Pokémon” não foi um privilégio de Guga Chacra. O próprio estudante Alexandre Michelotto já havia explicado aos seguidores de sua página de divulgação científica sobre a semelhança de certas espécies com personagens dessa série, com base em um artigo sobre o tema.

“Os insetos, principalmente, são o grupo mais diverso de todos os seres vivos e compõem mais de 75% das espécies existentes. O criador da franquia Pokémon, Satoshi Tajiri, era fascinado por capturar insetos quando criança e essa talvez tenha sido a inspiração para transmitir a emoção na captura de um Pokémon, com sua obra”, exemplifica o futuro biólogo.

Aos estudantes, “brincar” com conceitos do imaginário popular pode tornar a ciência mais acessível. “A maioria das pessoas pensa que odeia insetos, que todos são nojentos e perigosos, mas a realidade é que não conhecemos nem 1% dos insetos que habitam nosso planeta. Acho muito bacana quando pessoas com influência publicam esses animais e abrem um espaço para a divulgação científica”, define Mateus Sanches.

Mais detalhes da Papilio glaucus na wikipedia

Peixe-porco: fotos do peixe que tem “dentes humanos” e “lábios com preenchimento” viraliza na internet

Peixe-porco tem “dentes humanos” e “lábios com preenchimento”

Peixe-porco é visto na costa da Malásia

Fotos postadas inicialmente no Twitter e logo viralizadas também em outras redes sociais deixaram milhões de pessoas intrigadas. Não era para menos: o peixe tinha “dentes humanos” e “lábios com preenchimento“. Do que se tratava afinal?

Demorou até que o “Rakyat Post” viesse com a resposta. A criatura é uma espécie de peixe-porco, que é visto na costa da Malásia, onde fora feito o registro.

De acordo com a National Geographic, a espécie costuma ser agressiva com intrusos, incluindo mergulhadores. Os dentes poderosos são capazes de dominar ouriços do mar e caranguejos e furar roupas de mergulho.

O que é o Peixe-porco. Veja abaixo mais sobre essa espécie

Peixe-porco é o nome comum dado aos peixes tetraodontiformes da família Balistidae. São peixes marinhos, que ocorrem nos Oceanos Índico, Pacífico e Atlântico.Eles recebem esse nome devido ao som que emitem ao serem removidos da água, se parecendo muito com um porco.

De hábitos diurnos, tem um corpo comprimido e em feitio de diamante, com escamas placóides àsperas e consegue rodar cada um dos olhos independentemente. Com um mecanismo de bloqueio da primeira espinha dorsal e uma boca forte com oito dentes grandes e muito afiados em cada maxilar, são muito agressivos, exigindo do pescador algum cuidado no seu manuseamento[1]. Conhecidos também são os verdadeiros roncos que emite, donde se presume derive o seu nome vulgar.

São essencialmente carnívoros e alimentam-se de invertebrados, crustáceos e moluscos – conseguem partir as cascas duras dos ouriços e estrelas do mar com os dentes fortes.

Aparecem em pequenos cardumes, embora seja mais vulgar aparecerem indivíduos solitários, ou em grupos até 5 adultos, e preferem fundos arenosos.  Grandes lutadores quando ferrados, vendem cara a derrota e lutam até ao fim.

Mais detalhes sobre o Peixe-porco

Grupo de gorilas mais raros do mundo é fotografado pela primeira vez – Os Gorillas gorilla diehli foram vistos nas montanhas Mbe, Nigéria

Raro grupo de gorilas é fotografado no sudeste da Nigéria (Foto: WCS – Communications)

A Sociedade de Conservação da Vida Selvagem (WCS, na sigla em inglês) divulgou as primeiras imagens feitas de um grupo de gorilas-do-rio-cross (Gorilla gorilla diehli) com seus filhotes nas montanhas Mbe, sudeste da Nigéria. Esta espécie de primata é uma das mais ameaçadas de extinção: estima-se que apenas 300 indivíduos vivam na área fronteiriça entre Nigéria e Camarões.

Geralmente, os biólogos encontram bandos destes gorilas através da detecção de ninhos, esterco e até trilhas de alimentação dos animais. Desta vez, entretanto, o grupo foi descoberto graças a uma armadilha fotográfica presente nas montanhas nigerianas.

“É extremamente emocionante ver tantos jovens gorilas-do-rio-cross, pois é um sinal encorajador de que esses gorilas agora estão bem protegidos e se reproduzem com sucesso após décadas anteriores de caça”, afirmou Inaoyom Imong, diretor do WCS na Nigéria, em comunicado. “Embora os caçadores na região não possam mais atacar os gorilas, a ameaça da caça permanece e precisamos continuar melhorando a eficácia de nossos esforços de proteção.”

Na última década, os gorilas da espécie foram vistos poucas vezes — e mais raro ainda foi o registro de filhotes e “adolescentes” da espécie, o que torna as novas fotos ainda mais especiais para os pesquisadores. Segundo eles, a presença de gorilas mais jovens sugere que as iniciativas de conservação da espécie estão dando certo, pois os animais estão se reproduzindo.

“Ver isso hoje reacende minha esperança de que nossas comunidades se beneficiarão do ecoturismo no futuro. Vamos fortalecer ainda mais nossas leis locais para proteger os gorilas-do-rio-cross nas montanhas Mbe”, afirmou Otu Bernard Eban, chefe do clã do Abo Clan, que mora naquela região da Nigéria. “Desejamos aproveitar esta oportunidade para pedir apoio aos nossos parceiros para encontrarmos alternativas econômicas sustentáveis ​​à caça da carne de animais silvestres e outras atividades que destroem nossa floresta.”

Fotos da jornalista italiana Diletta Leotta – Apresentadora tem imagens íntima vazadas em grupos de whatsapps no Brasil

Imagens em que a jornalista esportiva italiana Diletta Leotta aparece sem roupas já começam a circular em grupos de um aplicativo de mensagens no Brasil. O pesadelo da jovem, de 28 anos, veio a público no início deste ano, depois que suas fotos viralizaram na Itália. Segundo a mídia internacional, Diletta, considerada uma das mulheres mais bonitas de seu país, teve o celular invadido por hackers há cerca de três anos – as fotos íntimas que estavam naquele aparelho vazaram posteriormente.

Essa não foi a primeira vez que a apresentadora passa por essa situação. À época da invasão do aparelho, as fotos íntimas de Diletta já haviam viralizado, segundo o portal espanhol “Marca”. À época do primeiro vazamento, a jornalista disse que havia denunciado o caso, não apenas para proteger sua vida pessoal, mas também por mulheres que passam pelo mesmo problema.

Recentemente, o nome de Diletta também ganhou destaque no noticiário. Isso depois de ela ter seu apartamento na Itália invadido por criminosos. Os bandidos roubaram joias, relógios e dinheiro da apresentadora, que teve um prejuízo calculado em cerca de 133 mil euros, ou mais de R$ 790 mil, conforme consta no portal “The Sun”.

Outro episódio envolvendo Diletta ocorreu quando ela foi vítima de cantos machitas por parte da torcida, que pediu que ela “mostrasse os seios”, em 2019, durante a cobertura de uma partida de futebol na Itália. Na ocasião, ela fez um sinal de reprovação para os que estavam na arquibancada, com o dedo polegar apontando para baixo

Apesar desses episódios, a jornalista segue firme no seu trabalho e rotina. Com mais de 6,7 milhões de seguidores no Instagram, divide com os fãs momentos dos bastidores e também de sua vida pessoal.

Foto do lagarto Harpesaurus modiglianii com “chifre” – Espécie rara da Indonésia tem cor verde-limão

A principal característica no animal é ter o nariz pontudo, semelhante a um chifre (Foto: Reprodução/ TheJournalofAsianBiodiversity)

O lagarto Harpesaurus modiglianii foi descoberto pela primeira vez há quase 130 anos, na Indonésia, pelo explorador italiano Elio Modigliani. O réptil surpreendeu o pesquisador com sua aparência diferente: ele tinha um “chifre” na ponta do nariz.

Após esse registro, o animal nunca mais foi visto novamente — até 2018, quando quando o biólogo indonésio Chairunas Adha Putra se deparou com a espécie enquanto pesquisava aves no norte de Sumatra, uma ilha na Indonésia. A descoberta foi publicada na edição de maio de 2020 na revista científica The Journal of Asian Biodiversity.

Putra se deparou com o lagarto morto e chamou o herpetologista Thasun Amarasinghe para ajudá-lo a entender o que havia acabado de encontrar. Assim, ao comparar o relato do pesquisador com os dados descritos por Modigliani, Amarasinghe percebeu que tratava-se da mesma espécie.

Assim, Amarasinghe pediu a Putra que voltasse ao local para ver se havia uma população viva. Depois de cinco dias, o biólogo encontrou o que procurava em uma noite, “deitado em um galho baixo, provavelmente dormindo”, disse Putra ao portal Science News. Ele tirou fotos e mediu o tamanho e a forma de suas partes do corpo, como o comprimento do chifre do nariz e da cabeça. O pesquisador também observou o comportamento do animal antes de finalmente liberá-lo na mesma noite.

O lagarto A, coletado por Elio Modigliani em 1891, em comparação com o lagarto B, coletado por Chairunas Adha Putra em 2018 (Foto: Reprodução/ TheJournalofAsianBiodiversity)

Além da extremidade pontuda, outros elementos caracterizam a espécie, como a cor verde-limão vibrante, projeções espinhosas ao longo de sua espinha dorsal e a camuflagem em superfícies distintas.

Embora emocionados com a descoberta, Amarasinghe e Putra estão preocupados com o futuro do lagarto. “Ele foi encontrado fora de uma área de conservação e um desmatamento em massa está acontecendo nas proximidades”, afirmou Amarasinghe.

Bug no Android – Foto que está quebrando vários celulares da Samsung e do Google pelo mundo

ATENÇÃO!!!
Nunca defina esta imagem como papel de parede, especialmente para usuários de celulares Samsung!
Isso causará uma falha no seu telefone!
Não tente!
Se alguém lhe enviar esta foto, ignore-a.

Dezenas de usuários de smartphones com o sistema operacional Android estão relatando nas redes sociais que o uso de uma fotografia como papel de parede está provocando um bug em seus aparelhos.

A fotografia é de um lago com nuvens, pôr do sol ao fundo e árvores no primeiro plano.

Entre as marcas de aparelhos afetados estão Samsung e Google.

O bug faz com que as telas dos celulares liguem e desliguem de forma contínua. Em alguns casos, é preciso que o celular seja devolvido ao fabricante para que o problema seja consertado.

A BBC não recomenda que usuários testem seus aparelhos com a foto.

A Samsung disse que vai lançar um upgrade novo do seu aparelho no dia 11 de junho para lidar com o problema. A BBC contatou o Google, mas não recebeu nenhuma resposta ainda.

Um tweet com o problema foi retuitado e recebeu dezenas de likes. Várias pessoas comentaram ali que tiveram o mesmo problema.

“Alerta: nunca coloque esta foto como papel de parede, especialmente usuários de smartphones Samsung! Ele vai fazer seu telefone parar de funcionar! Não tente! Se alguém lhe enviar essa foto, por favor ignore”, postou o usuário @universeice, com a foto do lago.

O jornalista de tecnologia Bogdan Petrovan, do site Android Authority, disse que o bug não afetou seu aparelho Huawei 20 Pro, mas disse que fez seu Google Pixel 2 parar de funcionar.

“Depois de colocar a imagem em questão como papel de parede, o telefone parou de funcionar imediatamente. Ele tentou reiniciar, mas a tela ficava ligando e desligando constantemente, sendo impossível passar da tela de segurança”, disse ele.

Nem mesmo uma tentativa de reiniciar o aparelho em modo de segurança foi suficiente pra resolver o problema.

Sem motivo aparente

O problema parece estar afetando aparelhos que usam a versão 10, que é a mais recente do sistema operacional Android. A versão 11 estava para ser lançada esta semana, mas o lançamento foi cancelado devido a onda de protestos nos Estados Unidos.

Nenhum motivo oficial para a causa do bug foi divulgado pelos programadores do Android.

Dois especialistas da empresa de segurança Pen Test analisaram o bug a pedido da BBC.

“Na medida em que as fotos digitais foram melhorando de qualidade, os telefones passaram a checar o ‘espaço de cores’ de cada imagem para poder exibi-la adequadamente”, disseram os especialistas Ken Munro e Dave Lodge.

“É assim que um telefone descobre como deve exibir cada tom de verde, por exemplo. Há diferentes formas de definir o espaço de cores. É possível criar imagens que possuem informações de cores superiores à capacidade de alguns aparelhos de lidar com essa informação.”

“O que aconteceu aqui é que a forma como alguns telefones estão lidando com esses casos está errada. O telefone para de funcionar porque ele não sabe lidar com isso de forma correta, e os desenvolvedores do software provavelmente não imaginaram que isso fosse acontecer.”

O planeta na quarentena com o coronavírus – Fotos

Imagens revelam formas geométricas enquanto parte do planeta entra em quarentena para combater o novo coronavírus.

Aviões de passageiros da Delta são vistos estacionados devido à redução no número de voos para retardar a propagação da doença por coronavírus (COVID-19) no Aeroporto Internacional de Birmingham, nos EUA, em 25 de março — Foto: Elijah Nouvelage/Reuters

Foto aérea mostra tendas sendo montadas para executar testes para a doença do coronavírus (COVID-19) em Tel Aviv, Israel, em 19 de março — Foto: Nir Elias/Reuters

Foto aérea mostra barqueiros atracados na margem de um rio durante um bloqueio imposto pelo governo como uma medida preventiva contra o novo coronavírus em Daca, Bangladesh, em 28 de março — Foto: Munir Uz Zaman/AFP

Centenas de barcos são vistos ancorados na marina Elliott Bay durante a epidemia do novo coronavírus (Covid-19) em Seattle, nos EUA, em 16 de amrço — Foto: Lindsey Wasson/Reuters

Centenas de táxis são vistos parados em um estacionamento do aeroporto Miami International afetados pela propagação da doença por coronavírus (COVID-19) em Miami, na Flórida, EUA, em 18 de março — Foto: Carlos Barria/Reuters

Vista aérea mostra uma academia ao ar livre vazia na costa do Mar Mediterrâneo em Tel Aviv, em 19 de março, depois que Israel pediu que as pessoas ficarem em casa para evitar a propagação da doença por coronavírus (COVID-19) — Foto: Nir Elias/Reuters

24 de março – Pessoas aguardam em cadeiras afastadas para evitar a propagação do coronavírus em uma área de espera para pedidos de comida em um shopping de Bangkok, na Tailândia — Foto: Sakchai Lalit/AP

Ônibus escolares ficam sem uso em um estacionamento na quinta-feira, 26 de março, em St. Louis, nos EUA. Todas as escolas públicas no Missouri estão fechadas devido à pandemia do coronavírus — Foto: Jeff Roberson/AP

Uma aérea mostra aérea vazia da estação central de bonde e ônibus em Zurique, na Suíça, no domingo (20). O pais já registrou mais de 14267 casos confirmados da pandemia de doença COVID-19 causada pelo coronavírus SARS-CoV-2 e pelo menos 277 mortes — Foto: Ennio Leanza/Keystone via AP

Vista aérea da praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, em 22 de março, durante o surto da doença causada pelo novo coronavírus (COVID-19) — Foto: Ricardo Moraes/Reuters

Militares sérvios montam camas dentro de um salão na Feira de Belgrado para acomodar pessoas que sofrem de sintomas leves da doença do coronavírus (COVID-19) em 24 de março — Foto: Vladimir Zivojinovic/AFP

Foto aérea da rodovia Francisco Fajardo em Caracas, na Venezuela, em 28 de março, durante uma quarentena imposta pelo governo para ajudar a impedir a propagação do novo coronavírus — Foto: Matias Delacroix/AP

Foto aérea mostra o estacionamento vazio no terminal Golden Gate Ferry em Larkspur, na Califórnia, nesta segunda-feira (30) — Foto: Justin Sullivan/Getty Images/AFP

Aviões de passageiros permanecem estacionados à beira de uma pista devido à redução do número de voos no Aeroporto Internacional Arturo Merino Benitez, em Santiago, no Chile — Foto: Pablo Sanhueza/Reuters

Pessoas com roupas de proteção passam por filas de camas em um hospital temporário de 2000 leitos criado pelo exército iraniano para pacientes com o novo coronavírus no centro de exposições internacional no norte de Teerã, no Irã, em 26 de março — Foto: Ebrahim Noroozi/AP

Táxis são vistos estacionados em uma fila devido às restrições de viagens nacionais e internacionais e preocupações com a propagação do novo coronavírus no Aeroporto Internacional de Chennai, na Índia, em 19 de março — Foto: Arun Sankar/AFP

Foto aérea de uma estação de ônibus pública em Kiev, na Ucrânia, em 22 de março. As autoridades do país decidiram fechar o transporte público a partir de domingo para fortalecer as medidas de quarentena contra o novo coronavírus — Foto: Efrem Lukatsky/AP

Barracas vazias são vistas em uma praia deserta na estância balnear de Mar del Plata, cerca de 400 km ao sul de Buenos Aires, na Argentina, em 22 de março. O governo do país ordenou um isolamento ‘preventivo e obrigatório’ vigente até o fim do mês devido ao surto de COVID-19 — Foto: Diego Izquierdo/TELAM via AFP

Foto divulgada pela Prefeitura de Barcelona, na Espanha, mostra a extensão do Hospital Vall d’Hebron ​​configurado para pacientes com coronavírus neste domingo (29). O pais confirmou outras 838 mortes em 24 horas por coronavírus, um novo registro diário que eleva o número total de mortes para 6528, segundo dados do Ministério da Saúde — Foto: Prefeitura Barcelona/Divulgação via AFP