Esculturas naturais e belas paisagens na Patagônia chilena

foto-imagem-chile-galeriaMais de 1.200 quilômetros de estrada estão cravados na Cordilheira dos Andes, no Chile. Em alguns trechos da estreita via somente um carro passa por vez. A Carretera Austral, que liga a Patagônia chilena ao resto do continente sul-americano, é um ótimo destino para quem busca um pouco de aventura. Para quem prefere momentos de paz e tranquilidade, o Lago General Carrera e suas “capillas de mármol” (capelas de mármore em português), imensas formações rochosas esculpidas pelas águas, pode ser uma boa opção. É o que afirma o internauta Rafael Martini Bueno Ávila, que visitou o sul do Chile com a mulher, Isabela Miranda, em abril do ano passado.

De clima imprevisível e pavimento de cascalho, a Carretera Austral foi aberta durante a ditadura militar chilena para ligar a  região de Aysén ao resto do país. Entre o Oceano Pacífico, a região de Los Lagos e a Antártica chilena, o local até hoje permanece isolado do restante do país e pouco habitado. Há algumas décadas, o acesso só acontecia por avião, barco ou balsa. Hoje, o lugar é um dos destinos mais procurados por mochileiros e turistas aventureiros. “É um caminho a ser percorrido preferencialmente em carros 4×4, pois a estrada é precária, e a qualquer momento pode chover”, alerta Ávila. “As pequenas vilas que margeiam a rodovia ficam muito distantes umas das outras. Por isso, é fundamental estar abastecido de combustível, água e comida”, recomenda.

“Capillas de mármol”

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Entre os vilarejos visitados pelo casal, o que mais lhes chamou a atenção foi Puerto Rio Tranquilo, uma pequena cidade turística localizada às margens do Lago General Carrera, na divisa entre oChile e a Argentina (onde recebe o nome de Lago Buenos Aires).

Com 590 metros de profundidade, é o mais profundo da América do Sul, e sua origem glaciar lhe confere uma coloração azul que chamou a atenção do leitor. “A cor é impressionante. Foi o ponto alto de todo o circuito”, afirma. No lago, ainda é possível visitar as “capillas de mármol”, formações rochosas moldadas pelas águas. “Em alguns pontos, o barco entra pelos corredores das rochas. É incrível!”, recorda Ávila. O passeio de barco custa US$ 11 por pessoa, mas para quem busca exclusividade, é possível fechar um barco por US$ 50.

O casal ainda visitou o Parque Nacional Torres Del Paine e suas geleiras, lagos e imensas montanhas. Lá, eles também fizeram uma trilha a pé, 9 quilômetros morro acima, para avistar os montes em forma de torre que dão nome ao parque. “Cada paisagem é uma pintura”, conta o internauta.

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