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Mito ou verdade: múmia alienígena é achada no Peru

Na semana passada, um vídeo chamou a atenção da comunidade científica internacional: uma múmia alienígena foi encontrada perto da região de Nazca, no Peru, onde ficam as famosas linhas que ainda são cercadas de muito mistério. “Pera aí, Mega, alienígena?”. Se você se perguntou isso, a gente já adianta que a história é um pouco menos fantasiosa do que jura o site que a divulgou originalmente.

O pessoal do site Gaia garante que é uma fonte de conhecimento livre e independente, mas talvez a veracidade não seja o foco principal. Acontece que a tal múmia, que possui seis dedos alongados nos pés e nas mãos e é coberta por uma espécie de pó branco, pode ser apenas uma farsa criada por um grupo que adora fazer essas pegadinhas.

Segundo eles, estudos de DNA conseguiram mostrar que se tratava de alguém do sexo feminino, que acabou ganhando o nome de Maria. Entretanto, na sociedade pré-colombiana do Peru, era comum que os crânios fossem mais alongados e esse detalhe anatômico foi um dos principais argumentos dados pelos “cientistas” do Gaia para “provar” que se tratava de uma múmia extraterrestre.

Só que o suposto russo Michael Aseev, que aparece nas imagens como um especialista em análise genética, sequer é listado em sites de seu país relacionados a Ciências. Já Jaime Maussan e Jesus Zalce Benitez, que aparecem como membros da equipe que teriam encontrado a “múmia alienígena”, são velhos conhecidos das fake news: em 2015, eles já tinham inventado uma história semelhante, na qual outra múmia com feições humanas e alienígenas foi descrita como sendo de outro planeta. Por fim, um tal de Dr. Konstantin Kototkov, que também integra essa trupe malandra, tentou vender uma máquina que fotografa a alma das pessoas por US$ 850.

Outra característica estranha é o fato de a tal múmia ser inteiramente branca, dando a impressão de ser apenas um molde de gesso bem do mal feito, por sinal. As múmias costumam ter uma coloração mais parecida com a de couro envelhecido. Essa história deve servir para provar que nem tudo que está escrito na internet é verdade – apesar de nós mesmo já termos caído em algumas histórias, como foi o caso da mulher que fingiu ser cega por 28 anos.

 

Veja uma bola de boliche por dentro

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Uma bola de boliche é apenas uma casca dura com três buracos para você encaixar os dedos, certo? Errado. Na verdade, seu interior é composto com diversos materiais distintos que podem fazer toda a diferença na hora do jogo.

De forma grosseira, elas são feitas basicamente de duas partes: o núcleo e a coverstock (a camada que cobre a bola). O núcleo é a parte mais importante e difere bastante de bola para bola, conferindo habilidades distintas para cada uma delas.

Todas as empresas fabricantes desenvolvem estratégias para oferecer desempenhos específicos para cada tipo de bola criada no processo de fabricação. Dessa forma, as bolas de boliche podem ganhar por dentro formas e materiais completamente inusitados, fazendo com que elas apresentem desempenhos singulares dentro das pistas de jogo.

O processo do design do núcleo é o primeiro passo no planejamento de uma bola de boliche. Por meio de projeções animadas em um computador (através do CAD), os designers desenvolvem o conceito principal, que é dinamicamente desequilibrado para provocar a estabilização da bola à medida que ela se desloca ao longo da pista.

Isso faz com que ela role em um ponto diferente em cada rotação, evitando assim o desgaste e o acúmulo de óleo na mesma faixa de pista. Além disso, os núcleos são construídos com densidades diferentes. Alguns têm um centro mais pesado, e alguns núcleos são construídos com o peso distribuído em direção à superfície da esfera.

Mike Flanagan, da Storms, uma das marcas mais conhecidas de bolas de boliche do mundo, explica como esse processo funciona no vídeo abaixo (em inglês).

Ilusão de óptica

Você ficou um pouco confuso com o título da matéria? Então, antes de a gente explicar sobre o que se trata, assista rapidinho ao vídeo a seguir:

Viu só como o helicóptero parece levitar como se tivesse sido submetido a algum tipo de mágica poderosa — ou como se estivesse sendo abduzido por uma nave alienígena? Na verdade, se trata de um efeito ótico bastante comum e, embora tenhamos a impressão de que as hélices estão paradas, o que acontece no vídeo é que elas estão girando em sincronia com a velocidade em que a imagem está sendo registrada.

Segundo Michael Zhang, do portal Peta Pixel, o vídeo foi capturado por um cara chamado Chris Fay, e o curioso efeito ocorre quando a velocidade do rotor que movimenta as hélices coincide com a velocidade em que a câmera de filmagem captura cada quadro da cena.

Assim, supondo que o equipamento utilizado por Fay registre 60 quadros por segundo, isso significa que a câmera “clica” 60 fotos em um único segundo. E cada vez que ela capturou um quadro durante a cena, as hélices se encontravam exatamente na mesma posição. Simples assim!

Na França mar engoli estrada todos os dias

Se você é daqueles que sentem um friozinho na barriga só de pensar em dirigir em uma rodovia federal, talvez entrasse em colapso caso fosse obrigado a cruzar esta estrada na França

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Trata-se da Passage du Gois, um trecho com cerca de 4,1 km que fica quase totalmente alagado pelas águas do oceano Atlântico foto-imagem-mar-françaEla é uma causeway: uma ponte erguida em regiões alagadas capaz de desempenhar a função de dique, separando as correntes de água de cada lado da construção foto-imagem-mar-françaLigando o litoral francês à ilha de Noirmoutier, a passagem de paralelepípedos é utilizada regularmente desde meados de 1840 foto-imagem-mar-françaE só emerge duas vezes ao dia, durante o intervalo de uma ou duas horas — isso quando a maré está baixa foto-imagem-mar-françaNo resto do tempo, a profundidade pode chegar a impressionantes 4 metros  foto-imagem-mar-françaEmbora, desde 1971, haja uma ponte elevada que leva até a ilha, muitos ainda preferem se aventurar pelo caminho de carro ou mesmo a pé foto-imagem-mar-françaPara tanto, foram instalados pequenos mirantes ao longo do percurso nos quais os aventureiros podem se abrigar caso haja uma repentina elevação do nível da água  foto-imagem-mar-frança

Pastels inverno

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A “passeio casual na fazenda” deu Seu membro do tiro Sonia Sokhi a oportunidade de fazer esta foto de uma cena gelado e colorido em Vӧlkermarkt, localizada na província austríaca de Caríntia. Em parte por causa de seus mais de 200 lagos e paisagens cativantes, Carinthia é conhecido como o “Austrian Riviera.”

Imagens panorâmicas que deram muito errado

Hoje em dia, é difícil encontrar um telefone celular que já não saia de fábrica com o recurso panorama. Mesmo se a funcionalidade não existir nativamente, a coisa mais fácil do mundo é baixar um aplicativo dedicado para tal. Com isso, qualquer pessoa consegue registrar imagens amplas e capturar, por exemplo, uma paisagem em sua integridade. Basta mover o smartphone horizontalmente, da esquerda para a direita.

Porém, quem já tentou brincar com esse tipo de fotografia sabe que são necessários alguns cuidados para que a obra final tenha a qualidade desejada. Afinal, os dispositivos móveis criam panoramas juntando e sobrepondo várias fotos comuns – qualquer deslize durante esse processo pode resultar em imagens catastróficas, como as que você vê logo abaixo. Vale observar que algumas fotografias foram recortadas para dar foco nos “glitches”.

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Flores de minerais e jacaré de vasos linfáticos: concurso revela impressionantes imagens microscópicas

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Mundo celebra a época natalícia com espetaculares e festivos luz monitores.

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Não tem nem oque falar , que bela imagem

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Ambos uma jovem mulher Himba ea paisagem da Namíbia são banhadas em luz dourada. Sua expressão parece ser um dos contentamento, pelo menos no presente pela visão de sua terra natal inundado de brilho do sol de inspiração momento.

Dariusz Klimczak – Fotos surreais

O fotógrafo polonês Dariusz Klimczak constrói paisagens surreais através da manipulação. Cada imagem é composta por vários elementos que trabalham em conjunto para apresentar uma coesa, embora incomum, cena. Na maioria das vezes, os as fotografias de Klimczak estão em terras áridas e desertas.dariusz-klimczak-foto-surreal

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