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Beleza única dos albinos

Yulia Taits é uma fotógrafa russa que mora em Israel desde 1995. Recentemente, ela teve a ideia de fazer um projeto apenas com pessoas albinas, por considerá-las de uma beleza hipnotizante. Como resultado, a série intitulada “Porcelain Beauty” ressalta a beleza em meio a cenários mágicos, usando animais e objetos brancos para aumentar o clima de encantamento. Confira:

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World Press Photo – O prêmio de fotografia é um dos mais prestigiosos do mundo – Veja os vencedores da edição de 2016

Foto de Warren Richardson em fronteira sérvia tem tema marcante de 2015.
Brasileiro Mauricio Lima ficou com o 1º lugar na categoria ‘Notícias Gerais’.

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Imagem eleita ‘foto do ano’ mostra bebê em fuga de migrantes rumo à Europa (Foto: Warren Richardson/World Press Photo 2016)

O prêmio de fotografia World Press Photo, um dos mais prestigiosos do mundo em fotojornalismo, divulgou nesta quinta-feira (18) seus vencedores da edição 2016 – que leva em conta fotos feitas ao longo do ano anterior.

A foto do ano foi para o australiano Warren Richardson, com uma imagem que mostra um bebê de família migrante sendo passado por baixo de uma cerca de arame farpado na fronteira entre Hungria e Sérvia, em agosto de 2015. A cena também levou o 1º lugar na categoria “Notícias Factuais”.

 

O brasileiro Mauricio Lima, que trabalha como freelancer para o jornal americano “The New York Times” e para outras publicações, foi o vencedor com a melhor foto na categoria “Notícias Gerais”, com a imagem de um médico tratando as queimaduras de um jovem combatente do Estado Islâmico de 16 anos de idade perto de Hasaka, na Síria.

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Foto do brasileiro Mauricio Lima, vencedora na categoria ‘Notícias Gerais’, mostra jovem integrante do Estado Islâmico ferido em combate na Síria (Foto: Mauricio Lima/World Press Photo 2016)

Outra imagem do brasileiro também aparece entre as vencedoras. A cena de crianças de uma tribo munduruku saltando no rio Tapajós em Itaituba (PA) foi eleita a 2ª melhor foto na categoria “Vida Diária”.

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Foto de crianças indígenas brasileiras saltando em rio foi eleita a 2ª melhor na categoria ‘Vida Diária’ (Foto: Mauricio Lima/World Press Photo 2016)

O júri do prêmio chegou aos vencedores após avaliar 82.951 fotos de 5.775 fotógrafos que se inscreveram no concurso. As inscrições vieram de 128 países diferentes.

Todas as imagens e séries premiadas podem ser vistas na página do World Press Photo. Veja abaixo imagens vencedoras em outras categorias.

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Formação de uma ‘nuvem tsunami’ na praia de Bondi, em Sydney, enquanto uma banhista lê um e-book foi a vencedora na categoria ‘Natureza’ (Foto: Rohan Kelly/World Press Photo 2016)

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Chineses empurrando um carrinho em bairro vizinho a uma usina termoelétrica abastecida por carvão em Shanxi, na China, foi eleita a melhor foto na categoria ‘Vida Diária’ (Foto: Kevin Frayer/World Press Photo 2016)

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Imagem de uma criança coberta por uma capa de chuva à espera em fila de registro de refugiados em um campo de Presevo, na Sérvia, foi eleita melhor foto na categoria ‘Pessoas’ (Foto: Matic Zorman/World Press Photo 2016)

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Orangotango grita ameaçando outro macho que se aproxima na floresta de Batang Toru, na Indonésia. Série que retrata as dificuldades na sobrevivência da espécie levou o prêmio de melhor história na categoria ‘Natureza’ (Foto: Tim Laman/World Press Photo 2016)

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Prédios de Tianjin, no norte da China, são vistos sob espessa camada de poluição, na foto eleita vencedora na categoria ‘Assuntos Contemporâneos’ (Foto: Zhang Lei/World Press Photo 2016)

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O esquiador tcheco Ondrej Bank voa após batida durante campeonato em Colorado, nos EUA, em foto que ficou com o 1º lugar na categoria ‘Esportes’ (Foto: Christian Walgram/World Press Photo 2016)

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O vulcão de Colima, no México, expele lava e nuvem de cinzas que gera raios durante a noite no município de Colima, na foto eleita 3ª melhor na categoria ‘Natureza’ (Foto: Sergio Tapiro/World Press Photo 2016)

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Série que mostra histórias de mulheres que foram vítimas de estupro ou violência sexual durante o serviço militar nos EUA levou o 1º lugar na categoria ‘Projetos de Longo Prazo’ (Foto: Mary F. Calvert/World Press Photo 2016)

Grande vencedora

A “foto do ano”, imagem em preto e branco intitulada “Esperança de uma nova vida”, foi feita pelo fotógrafo independente Warren Richardson na noite de 28 de agosto de 2015, quando alguns refugiados tentavam entrar na Hungria.

A foto é “poderosa por sua simplicidade”, disse o presidente do júri e diretor de fotografia da AFP, Francis Kohn. “Vimos esta foto cedo [no processo de seleção] e soubemos que era uma imagem importante”.

Para Huang Wen, membro do júri e diretor de desenvolvimento de novas mídias da agência chinesa Xinhua, a foto é “perturbadora”. “Você observa a ansiedade e a tensão de forma sutil. A imagem mostra a emoção e os sentimentos de um pai que tenta introduzir o filho no mundo ao qual deseja pertencer”.

Na noite da foto, depois de passar cinco dias acampado com os refugiados, Warren Richardson viu a chegada de quase 200 pessoas que se deslocavam escondidas entre as árvores, ao longo da linha de fronteira. Primeiro fizeram passar as mulheres e as crianças, depois os pais de família e os idosos.

“Brincamos de gato e rato com a polícia a noite toda”, disse o fotógrafo, citado no comunicado da World Press Photo.

“Eram três da manhã quando fiz a foto. Não podia usar o flash, porque a polícia tentava encontrar estas pessoas. Aproveitei apenas a luz da lua”, explicou o australiano.

Imagens de bebês dormindo

foto-imagem-bebes-dormindoA britânica Sandi Ford realmente tem o dom de fotografar bebês. A fotógrafa criou uma coleção de fotos insuportavelmente fofa intitulada “Welcome to the World”, na qual bebês recém-nascidos são fotografados em uma variedade de poses, inclusive com suas minúsculas mãozinhas embaixo do queixo segurando a cabeça, posição esta que a ela chama de “sapo”.foto-imagem-bebes-dormindo foto-imagem-bebes-dormindo foto-imagem-bebes-dormindo foto-imagem-bebes-dormindo foto-imagem-bebes-dormindo foto-imagem-bebes-dormindo foto-imagem-bebes-dormindo foto-imagem-bebes-dormindo foto-imagem-bebes-dormindo

Os piores sonhos e pesadelos de crianças

Os piores pesadelos infantis

foto-imagem-pesadelosQuando crianças, é comum ouvirmos de parentes e amigos histórias de terror que arrepiam até o último fio de cabelo e fazem com que o sentimento de medo surja diante das mais distintas situações. Em algumas famílias, por exemplo, os pais têm o hábito de contar histórias de terror para os filhos antes de dormir. Se os pais não fazem isso, algum amigo do filho vai se encarregar de fazer, nascendo assim o medo de palhaços, bichos-papões, bois da cara preta e personagens similares, dependendo do nível de terror dessas histórias.

Pensando em dar vida a esses pesadelos infantis, o fotógrafo Joshua Hoffine recriou os piores pesadelos infantis que passam pela cabeça das crianças. Em fotos assustadoras e, ao mesmo tempo, com uma estética impecável, o fotógrafo trouxe à vida palhaços assassinos, monstros, insetos gigantes, bichos-papões, babás amedrontadas e vários elementos que compõem o universo de terror infantil.

Para isso, Joshua contou com a ajuda de alguns atores, como Bob Barber, que aparece na maior parte das fotos clicadas. Confira o belo trabalho do artista na galeria.

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fotógrafa quer ajudar mulheres a aceitar marcas do pós-parto

  • A beleza do corpo feminino após o parto

Muitas mulheres ficam com cicatrizes, estrias e flacidez da pele após um parto. É uma realidade que as próprias mulheres muitas vezes tentam esconder e a mídia nunca quer mostrar. Mas uma fotógrafa está na missão de redefinir o conceito do copo da mulher bonita.

Jade Beall, que mora no Arizona, nos Estados Unidos, um dia entrou em seu estúdio com seu bebê de cinco semanas de idade, tirou a roupa, e fez uma série de fotos.

Era um corpo que ela não conhecia. Era um formato de corpo que ela nunca tinha tido antes da gravidez. E ela não gostou muito do que viu.

Mas Beall decidiu publicar as fotos em seu blog de fotografia, com o intuito de compartilhar um outro lado da maternidade, que não costuma ser mostrado.

A mídia está cheia de imagens de corpos femininos. Mas não desses tipos de corpos.

“Tantas pessoas me dizem, ‘Oh, eu nunca vi um corpo como esse”, diz Beall.

“Não quero que as pessoas achem as minhas fotos de mau gosto. Quero que elas olhem e digam, ‘Oh, isso é uma mulher extremamente humana, ou, essa é uma mulher que tem cicatrizes e linhas com histórias para contar.”

“Meu objetivo é ajudar essas mães a se sentirem dignas de serem chamadas de belas,” concluiu Beall.

‘A Beautiful Body’

Logo depois, Beall postou uma foto no Facebook do estômago suavemente flácido de uma amiga, com seus dois filhos aninhados.

A foto se tornou um viral. Começaram a chover e-mails, e centenas de mulheres escreveram para dizer que também queriam fotos tiradas do corpo pós-gravidez.

Beall já fotografou mais de 70 mães que irão aparecer no livro A Beautiful Body (“Um Belo Corpo”, em tradução livre), que deve ser lançado em janeiro. Ela não usou maquiadores, e não há nenhum tipo de retoque nas fotos.

“Quando ela me enviou as primeiras imagens após a sessão de fotos, eu lembro de ter suado frio”, diz Nicole Meade, uma das mulheres que se voluntariaram para ser fotografada.

A maioria das mulheres que participaram têm vergonha de seus corpos, e Meade não é exceção.

Desde que teve seu primeiro filho, ela tentou esconder a barriga. Ir para a praia de biquíni estava fora de questão.

Aterrorizada, mas determinada a assumir o desafio, Meade levou seus três filhos para a sessão de fotos, e quis que eles participassem.

“Perguntei aos meninos, e a reação deles foi, ‘qual é o sentido disso?’ E eu disse que eles estariam fazendo isso por todas as suas primas, e meninas que um dia eles viriam a namorar, ou casar, e por suas próprias filhas – porque não há nenhum registro desse tipo por aí “, diz ela.

“Eu gosto da ideia de que meus filhos vão ter uma noção real de como o corpo de suas esposas vão ficar depois que elas tiverem filhos. Não deve haver nada chocante ou perturbador sobre uma imagem como essa”, diz Meade.

Realidade distorcida

Quando Demi Moore posou nua com sua enorme barriga de grávida, na capa da revista Vanity Fair, em 1991, foi visto como um divisor de águas.

Desde então sessões de fotos de grávidas tornaram-se bastante populares entre as mulheres em geral. Mas é uma história muito diferente para as mulheres após o parto, diz a socióloga Meredith Nash.

“Na cultura popular, apenas as histórias de celebridades que recuperaram o corpo rapidamente após o parto são retratadas,” diz ela.

Esta é uma visão irreal e distorcida da realidade para muitas mulheres – que podem nunca conseguir recuperar seus corpos pré-gravidez.

Beall acredita que se uma celebridade fizesse algo como a Demi Moore fez, mas para mulheres após a gravidez, atitudes poderiam começar a mudar.

“Se alguma mulher famosa quiser entrar em contato comigo, ficarei muito feliz em responder!” Beall ri, acrescentando que ainda está recrutando voluntárias.

Mas Max Vadukul, um fotógrafo baseado em Nova York, que trabalhou para a revista Vogue, não espera ver uma imagem como essa na capa de um revista tão cedo.

“O impulso para retocar uma imagem é algo que a maioria dos fotógrafos e editores de revistas simplesmente não conseguem resistir,” diz Vadukul.

E fazer com que modelos e celebridades aceitem ser fotografadas com suas estrias a mostra seria algo muito difícil, já que seus trabalhos, e toda a indústria ao redor delas, giram em torno do conceito de perfeição.

Nova autoestima

Para alguns, a ideia de que as estrias são belas, é algo muito distante.

Beall diz que muitas de suas clientes, à primeira vista, não gostam das imagens, e focam no que elas veem como áreas problemáticas — um foco de gordura, uma ruga, uma estria.

Mas ela diz que quanto mais elas olham, mais elas começam a enxergar a beleza das imagens.

Christina Berry, que participou do livro, diz que ela sempre lutou para aceitar seu corpo, mas a sessão de fotos deixou ela com uma nova confiança.

“Ainda é um trabalho em andamento. Eu não vou dizer que todos os dias eu me sinto 100% a mais sexy e mais confiante”, diz Berry.

“Mas eu lembro o que eu fiz e vou ver as fotos, e penso ‘Uau, eu sou linda!”

O marido de Berry, Chris, diz que os homens tendem a ter conversas superficiais entre si sobre a maneira como os corpos de suas parceiras mudam, ou podem mudar, após a gravidez – e são, normalmente, despreparados para a realidade.

“Vendo as fotos dela, e depois as fotos de outras mulheres, pensei: “Cara, como eu posso não reconhecer o que é real e importante quando se trata da aparência física da minha mulher. ”

“Eu nunca vou passar pelo o que ela passou para ter essas marcas, e por isso nunca vou precisar lidar com isso, e ela sim.”, diz Chris.

“Eu acho que essas mulheres são poderosas. Acho que minha mulher é incrível, e eu acho que isso era algo que eu precisava ver e precisava entender. E eu espero que as imagens continuem a fazer isso por outros homens,” concluiu Chris.

O projeto de Beall teve um grande apoio no site de financiamento coletivo Kickstarter – mais de mil pessoas apoiaram, e Beall levantou quase três vezes o valor que ela estava procurando.

E ela conseguiu outra vitória. Quando, no outro dia, procurou no Google por “corpo bonito”, ela teve uma grande surpresa.

“Minhas imagens em preto e branco estavam por toda parte, junto com todas aquelas fotos retocadas. Foi como, ‘Oh meu Deus, isso está acontecendo!”, contou Beall.

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Fotos lindas de recém-nascidos: Fotógrafa vira sucesso com imagens de bebês


A britânica Maria Murray largou uma carreira no mercado imobiliário e se tornou sucesso no Reino Unido com suas fotos de recém-nascidos.
Premiada com o título de melhor fotógrafa de retratos do país, ela hoje chega a clicar 250 bebês por ano.

Seu mérito? Colocar os pequeninos em poses irresistíveis, com direito a sorrisos de derreter o coração mais gelado.Para tal suas sessões de fotos duram em média três horas e meia, podendo chegar a seis horas de trabalho.

Como trabalha com bebês que não têm nem duas semanas de vida, Murray espera o tempo que for para conseguir captar seus melhores momentos. O preço médio é de 1.500 libras (R$ 4 mil, aproximadamente), mas pode chegar a 10 mil libras (mais de R$ 26 mil). Confira as fotos abaixo dos recém-nascidos.

 

Imagem das bebês chinesas gêmeas siamesas: An An e Min Min

 Após uma cirurgia que durou seis horas, gêmeas chinesas que nasceram ligadas pelo abdômen e pelo peito foram separadas num hospital em Xangai.

Na operação, An An e Min Min tiveram o pericárdio e o fígado partidos em dois.

Além disso, a equipe médica teve que remodelar a caixa toráxica e os peitos das meninas usando placas de alumínio e titânio.

Depois de separadas, as gêmeas siamesas foram abrigadas em berços especiais.

As meninas nasceram no fim de abril pesando 4,890 kg.

De acordo com a TV Dragão de Shanghai, todo ano, entre 800 mil e 1,2 milhão de crianças chinesas nascem com algum tipo de deformidade física.