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Nadar com grandes tubarões brancos

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Não é todos os dias que me perguntam para fotografar grandes tubarões brancos. Foi-me dado essa oportunidade quando diretor da National Geographic Viagem de Fotografia Dan Westergen pediu-me para ir para a Austrália para filmar imagens subaquáticas dos grandes brancos para um próximo Traveler história da revista.

A tripulação do barco usado chum (partes de peixe em terra-up) para atrair os tubarões até o barco, enquanto eu estava em uma gaiola, pendurado na parte de trás do barco. A fim de trazer os tubarões até a minha gaiola, a tripulação continuou jogando um pequeno atum amarrado a uma corda na água, e, como o tubarão se lançou para o atum, a equipe puxou o peixe embora. Eu estava sempre torcendo para o tubarão para capturar o atum e no momento esta foto foi tirada, o tubarão ficou com ele, com o sangue do atum que passa para fora da boca e através das guelras.

Os tubarões foram muito poucos e entre e a água estava fria. Eu era capaz de ficar na água por cerca de uma hora em um terno molhado antes do meu corpo começou a tremer e a tremer incontrolavelmente. Assim, quando um tubarão fez aparecer, geralmente abaixo-Eu segurei minha câmera na frente de mim, clicando fora. Meu maior medo não era os tubarões; Eu não quero perder a chance.

Île Europa Atoll

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Poucos mergulhadores sempre explorar os recifes ao redor do atol Île Europa, que fica em um trecho do Canal de Moçambique conhecida por suas enormes vórtices, ressurgências nutrientes produtivos, sinuosos correntes-e de surf espetacular.

Nadando abraçado com um tubarão Limão – Turista nada abraçado com o peixe na Polinésia Francesa

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Um turista aventureiro foi filmado nadando abraçado a um tubarão Limão no fundo do mar de Bora-Bora, na Polinésia Francesa, nesta quarta-feira. O homem, cuja cabeça ficou a poucos centímetros da boca do peixe assassino, foi elogiado nas redes sociais pela sua coragem. As informações são do jornal Metro.

De acordo com informações de Grant Murdoch, cinegrafista que flagrou a ação do mergulhador audacioso e divulgou-a no YouTube, ele estava com o homem e um grupo de pessoas nadando pela região, quando viram os tubarões.

Os animais, segundo ele, agiam pacificamente, o que estimulou os turistas a se aproximarem. Um turista, então, decidiu abraçar um dos peixes e pegar uma “carona”.

“Os tubarões foram tão gentis em aceitar nossa aproximação”, escreveu Grant na descrição do vídeo. “Eles não pareceram se importar com nosso passeio com eles”.

O tubarão Limão tem cerca de 3 metros de comprimento. Ele recebe esse nome por causa da coloração amarelada do seu dorso. Segundo especialistas, eles são tímidos com os mergulhadores, mas se ameaçados podem ficar agressivos e atacar.

A criatura assustadora da vez é o peixe-tigre

O animal pertence à mesma ordem que as piranhas, mas é mais perigoso por ser muito maior do que elasfoto-imagem-peixe-tigreNós já assustamos você com as diversas histórias do macabro pacu e, se você achava que ele era o peixe mais sinistro de todos, é melhor não se deparar com o peixe de dentes imensos do Congo, pertencente à ordem characiforme. A piranha gigante, conhecida também como peixe-tigre-golias, tem 32 dentes incrivelmente afiados, chega a pesar mais de 50 kg e a medir 1,50 m. É um peixe típico de águas doces carnívoro que, quando ataca, dá verdadeiros shows de dança. Uma dança assassina, é verdade, mas bem interessante se você por acaso não fizer parte do prato principal do “peixinho”.

Perfil

foto-imagem-peixe-perfil O que difere o peixe-tigre da piranha tradicional é justamente o tamanho de cada animal. Ambos possuem dentes afiados como tesouras e fortes o suficiente para causar estragos, mas piranhas são bem menores do que o gigante assustador do Congo. A lógica é: se você precisasse escolher entre um e outro, iria preferir enfrentar uma piranha. Essa conclusão por si só já é perturbadora. Piranhas, perto de peixes-tigres, parecem um peixinho dourado daqueles que as crianças têm em casa. Os dentes desses animais medem pelo menos 3 centímetros e são usados para abocanhar as presas escolhidas pelo gigante. Essas vítimas são selecionadas, geralmente, pelo tom da escama – as preferidas são aquelas mais brilhantes. Os ataques em humanos acontecem principalmente quando as pessoas estão vestindo ou segurando algo brilhante. Na dúvida, evite frequentar as águas do Congo, e se o fizer, dê um jeito de se camuflar.

Peixe remo – Biólogo encontra animal de 5,5 metros na ilha de Santa Catalina ( Califórnia, EUA)

foto-peixe-remo-regalecus-glesne-imagemA bióloga marinha Jasmine Santana, do Instituto Marinho de Catalina Island, encontrou do último domingo (13/10), durante missão exploratória na ilha de Santa Catalina (Califórnia, EUA), um peixe-remo (Regalecus glesne) de 5,5 metros. O raro animal estava morto – aparentemente de causa natural. Quinze pessoas ajudaram para retirar o peixe da água.”Em 32 anos aqui (no instituto), nunca vi nada como isso”, disse Mark Johnson, colega de Jasmine, de acordo com o “Press Telegram”.

O peixe-remo costuma habitar as profundezas dos oceanos (até mil metros). Raramente é visto em regiões com profundidade inferior a 20 metros. Ele se alimenta de pequenos peixes e tem como principal predador o tubarão.

Há registro de peixes-remo de até 17 metros.

Peixe-lua – Peixe gigante foi pescado em Bertioga, São Paulo

peixe-lua-foto-imagemUm enorme e diferente peixe apareceu na rede de um pescador, na noite desta quarta-feira (9), na praia de Boracéia, em Bertioga, no litoral de São Paulo. Os pescadores do local ficaram intrigados com o tamanho da espécie e disseram que tem cerca de 250 quilos. Já um especialista em oceanografia biológica disse trata-se de um ‘peixe-lua’.O pescador Manoel Raimundo Valentim, 58 anos, conta que deixou uma rede no mar na quarta-feira e voltou para buscar a pesca apenas a noite. Ele notou ter pegado um peixe bem grande já que não conseguia puxar a rede sozinho. Já na manhã desta quinta-feira (10), Raimundo voltou ao local com outras pessoas. Para retirar a rede do mar com o grande peixe foi necessário deslocar cinco homens. Eles colocaram o peixe de quase dois metros no barco do pescador.peixe-lua-imagem-fotoRaimundo disse que sempre trabalhou com pesca e nunca tinha visto algo parecido. “Nunca vi peixe assim, não sei nem o que fazer com ele. Por isso, a gente está pedindo ajuda, para ter informação sobre o que fazer com ele”, falou o pescador.

Michel Donato Gianeti, que atua na área de oceanografia biológica da Universidade de São Paulo (USP), recebeu as fotos do animal e disse se tratar de um peixe conhecido como ‘peixe-lua’, que tem o nome científico de Mola mola, da família Molidae. “É um peixe relativamente comum em águas oceânicas brasileiras apesar de não abundante. Não tem valor comercial, ou seja, sua carne não é apreciada para consumo, felizmente, pensando na preservação da espécie”, analisou o especialista.

Segundo Gianeti, o consumo desse tipo de peixe é inapropriado e ele não tem um valor comercial. Por isso, é interessante ter esse animal para realização de estudos mais profundados sobre a espécie. “O exemplar das fotos é um belo espécime. Pena que foi capturado. A Universidade teria o interesse em manter preservado esse peixe, se o pescador for descartar”, disse ele.

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Fotos de animais na natureza

As melhores fotos de animais na propiá natureza.
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Animal mais feio do mundo – Peixe bolha é eleito o símbolo para preservação de “animais feios”

foto-peixe-bolha-psychrolutes-marcidus-imagem-animal-mais-feio-do-mundoO gelatinoso peixe-bolha (Psychrolutes marcidus), com sua cara de poucos amigos, ganhou uma votação pública para se tornar o mascote oficial da Sociedade para a Preservação dos Animais Feios, da Inglaterra.Isso dá ao peixe o título não-oficial de animal mais feio do mundo.

A entidade começou como um evento noturno de comédia com o tema ciência e depois elaborou a campanha do mascote para atrair atenção para as espécies “esteticamente desfavorecidas” que estão ameaçadas.
O vencedor foi anunciado no Festival Britânico de Ciência em Newcastle.

O peixe-bolha é o primeiro da lista, que inclui o macaco-narigudo (Nasalis larvatus), a tartaruga-nariz-de-porco, a rã-do-Titicaca (conhecida em inglês como “rã-escroto”) e os piolhos pubianos.

O biólogo e apresentador de TV Simon Watt, presidente da Sociedade para a Preservação de Animais Feios, disse esperar que a campanha chame a atenção para as ameaças que essas “criaturas estranhas e maravilhosas” enfrentam.

“Nossa abordagem convencional à conservação é egoísta. Nós só protegemos animais com os quais nos identificamos porque eles são fofinhos, como os pandas”, disse à BBC.

“Se as ameaças de extinção são tão ruins quanto parecem, focar somente na fauna carismática não faz sentido.”

“Não tenho nada contra pandas, mas eles têm que os ajude. Esses animais (os ‘feios’) precisam de ajuda”, acrescentou.

O que morreu hoje?

Watt disse esperar que a votação do mascote também mostre um lado mais leve do ativismo conservacionista.

“É o tipo mais deprimente de ciência. É basicamente descobrir: o que será que morreu hoje?”

Para realizar a campanha, Watt trabalhou com um grupo de comediantes. Cada um deles fez um vídeo no YouTube defendendo seu animal favorito. Em seguida, a sociedade pediu ao público que votasse
O peixe-bolha acabou ganhando a eleição com quase 10 mil votos.

Essa criatura estranha vive no mar do sudeste australiano e na Tasmânia, em profundidade entre 600 e 1,2 mil metros, onde a pressão atmosférica é dezenas de vezes mais alta do que no nível do mar.
Seu corpo gelatinoso é só um pouco mais denso do que a água e ele passa sua vida “quicando” nas profundezas.

O peixe se alimenta de caranguejos e lagostas. Por isso, sofre uma ameaça significativa dos arrastões de pesca. Apesar de não ser comestível, ele fica preso nas redes.

Os habitats de outros animais candidatos ao título de criaturas mais feias também enfrentam perigos semelhantes.

Por isso, Watts insiste que a conservação da natureza deve se concentrar em proteger habitats, e não espécies específicas.

Carly Waterman, do programa de Espécies de Evolução Distinta e Globalmente Ameaçadas (Edge, na sigla em inglês), da Sociedade Zoológica de Londres, elogiou a campanha e afirmou que é importante conscientizar as pessoas a respeito dos animais tradicionalmente menos “carismáticos”.

“Uma grande proporção da biodiversidade do mundo está sendo ignorada. Levantar a bandeira dessas espécies é positivo.”

Conheça os outros finalistas:

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Kakapo

É o único papagaio do mundo que não voa. Também conhecido como papagaio-mocho, esse pássaro pesado se desenvolveu na Nova Zelândia, que funcionou como uma “bolha”, sem predadores naturais. Mas o país agora tem muitos mamíferos, incluindo humanos, que dizimaram sua população. De acordo com a União Internacional para a Conservação da Natureza, somente 126 dessas aves permaneciam na natureza no início de 2012.

 

foto-axolote-imagem-animal-feio-mundoAxolote

Essa salamandra mexicana nunca cresce. Ela passa sua vida inteira embaixo d’água, ao contrário de outras salamandras, que desenvolvem a habilidade de respirar fora da água quando amadurecem. Mas o estado perpétuo de larva em que o axolote permanece faz com que os membros que ele perde cresçam de volta. Também significa que essas criaturas são de grande interesse para os cientistas. As salamandras são estudadas por sua aparente resistência natural ao envelhecimento e ao câncer. Elas vivem somente em um pequeno grupo de lagos no México que estão se tornando cada vez mais poluídos.

foto-ra-do-titicaca-imagem-animal-feio-mundoRã-do-Titicaca

Também conhecida como “rã escroto”, esse anfíbio vive somente no lago Titicaca, nos Andes. A rã desenvolveu uma capacidade pulmonar reduzida, então suas muitas dobras de pele a ajudam a respirar. De acordo com os relatos de alguns pesquisadores, estes animais fazem “flexões” no fundo do lago para criar perturbações na água e aumentar o fluxo de oxigênio.

foto-macaco-narigudo-imagem-animal-feio-mundoMacaco narigudo

Além do seu enorme nariz, esse primata também é rechonchudo, resultado da sua dieta de frutas verdes. Só os machos tem narizes tão grandes e, apesar de parecerem estranhos, acredita-se que sua aparência os torna mais atraentes para parceiras em potencial.

A vida selvagem da Grã-Bretanha

British Wildlife Photography Awards celebra a vida selvagem da Grã-Betanha premiando as mais belas imagens enviadas por fotógrafos de todo o país.

Os vencedores ganharam em várias categorias, como retratos de animais, detalhes naturais, e Grã-Betanha escondida.

Os competidores inscreveram fotos de aves, peixes e mamíferos em extinção.

Mas a imagem feita de dentro d’água de um golfinho na Irlanda foi a grande ganhadora do concurso.

As fotografias vencedoras serão exibidas na Mall Galleries, em Londres, do dia 2 ao 7 de setembro antes de partirem para um tour nacional.

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Os vencedores do British Wildlife Photography Awards foram anunciados. E a grande vencedora foi essa imagem de um incrível encontro com um golfinho intitulada ‘In the living room’ (Na sala, em tradução livre). George Karbus, que registrou o momento, disse que “a visibilidade dentro d’água é muito limitada na Irlanda, e eu tive muita sorte em conseguir fotografar esse momento.”foto-imagem-dormouseps

Essa imagem registrada durante o outono em Devon, no sul da Inglaterra, foi altamente elogiada na categoria bosques selvagens. Danny Green, autor da foto, falou sobre a complexidade de se fotografar mamíferos em extinção. “Este arganaz está hibernando e por isso eu usei um suporte especial para câmera para não assustá-lo”.

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A vencedora na categoria Grã-Bretanha escondida leva o título de ‘Viewpoint’ (Ponto de vista) e foi fotografada por James Knight em Buckinghamshire. Esse pequeno caracol iluminado criou uma sombra que chamou a atenção de Knight, que então recompôs a imagem e esperou que o animal chegasse até o final dessa samambaia para tirar a foto. foto-imagem-blennyps

O ganhador na categoria retratos de animais foi Mark N Thomas, que fotografou uma espécie de peixe em Gwynedd, no norte do País de Gales. Thomas, que deu o nome de ‘Tommy’ à sua imagem, disse que “esse peixe estava sempre no mesmo lugar em todos os meus mergulhos”. foto-imagem-chicksps

Na mesma categoria, paciência foi a palavra chave para essa elogiada foto de filhotes de coruja feita em Sussex, no sul da Inglaterra, por Richard Peter. “Tentar enquadrar os três e fazer com que eles olhassem na minha direção foi uma tarefa difícil.” foto-imagem-winnerbotanicalps

Robert Canis ganhou na categoria Grã-Bretanha botânica, com esta imagem que capta a relação simbiótica entre um pequeno cogumelo e árvores gigantes. foto-imagem-winnerdetailsps

Muitas vezes, não é uma questão de aproximar a câmera da natureza, mas da natureza se aproximar da câmera, como se vê na categoria detalhes naturais. A imagem vencedora na categoria, feita por Michael Gallagher, mostra os olhos de uma lula, que segundo ele, se aproximou “intrigada com a câmera, e com o intruso que fazia bolhas.” foto-imagem-chapim-real

Joseph Amess, de 15 anos, foi o vencedor na categoria de fotógrafos de 12 a 18 anos, com essa impressionante foto de um chapim-real levantando vôo em Suffolk, no leste da Inglaterra. As imagens ganhadoras serão exibidas na Mall Galleries em Londres, do dia 2 a 7 de setembro antes de partirem para um tour nacional.

Foto do peixe-rocha-vermelho gigante pescado no Alasca

Foto-do-peixe-rocha-vermelho-gigante-pescado-no-alascaO americano Eric Christopher Otte, que mora em Wahoo, no estado de Nebraska (EUA), quebrou o recorde mundial ao fisgar um peixe-rocha-vermelho (Sebastes borealis) de 18,46 quilos durante pescaria em Cross Sound, no Alasca, no dia 22 de junho.

A marca foi reconhecida pela Associação Internacional de Pesca Esportiva (IGFA). Segundo a entidade, Otte superou por mais de dois quilos a antiga marca.