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Veja profundidade em uma imagem 2D

Patrick Hughes é um artista britânico responsável pela obra “Superduperperspective”, que está em exposição na galeria de arte Birmingham, na Inglaterra. A pintura, uma ilusão de ótica, está ganhando destaque por forçar o seu olho a ver profundidade em uma imagem 2D.

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Se a pessoa olhar o quadro de frente, verá apenas três corredores comuns. Mas quando o espectador se move para a esquerda ou para a direita, vê a mágica acontecer!

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No mundo da ilusão ótica, este tipo de fenômeno é conhecido como “reverspective”, um termo inventado por Hughes para se referir a um objeto que parece estar longe, mas, na verdade, está em primeiro plano. Outro exemplo desse tipo de obra é o “Illusion Dragão”, em que o olhar do animal segue o observador ao redor da sala, acompanhando os seus movimentos.

foto-imagem-2DA magia do “reverspective” é que esse tipo de trabalho força o seu olho a ver uma perspectiva que não está lá. Quando as linhas angulares convergem para um ponto de fuga, percebemos a profundidade. Hughes trabalha com as formas e os tamanhos das imagens planas, fazendo com que certas coisas pareçam estar mais longe do que outras.

 

Incrível trabalho de ilusionismo

foto-casa-arteNós já mostramos para você alguns projetos arquitetônicos bastante diferentes, bonitos, curiosos. Porém, a casa que você vai ver a seguir talvez encante tanto a você que seu próximo sonho de consumo pode vir a ser morar em uma casa de madeira com espelho.

Esta obra incrível foi projetada pelo artista Phillip K. Smith III, em Joshua Tree, na Califórnia, EUA. Tudo o que Smith fez foi modificar uma casa de 70 anos, já existente no local, intercalando espelho com as faixas de madeira da construção.

O resultado é simplesmente encantador e, por alguns instantes, você chega a ter a impressão de que a casa foi construída com intervalos vazios entre uma viga e outra. Esse conceito ilusionista é uma das intenções da obra, além, é claro, dos jogos de iluminação, ativados à noite.

Se durante o dia temos a ideia de uma casa “fatiada”, quando escurece a sensação é bem diferente graças às luzes coloridas que emanam do ambiente.

De acordo com Smith, a instalação foi criada para trabalhar questões de luz, sombra e de reflexos, além dos conceitos básicos da singularidade humana no sentido de sentir momentos de isolamento, de paz e de mudanças.

Confira algumas imagens do projeto e depois nos conte o que você achou da ideia:

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