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Empresa lança versão luxuosa do Nokia 3310 para homenagear Trump e Putin

A Caviar é uma empresa russa bastante conhecida não por criar seus próprios produtos, mas sim por customizar equipamentos de terceiros, em especial smartphones e outros dispositivos mobile. Agora, a companhia que já trouxe ao mundo o vistoso iPhone 6s Pokémon GO Edition resolveu levar a ousadia a um novo patamar ao criar uma edição megaluxuosa do novo Nokia 3310 homenageando duas figuras bastante polêmicas: Donald Trump e Vladimir Putin.

Sim, a ideia aqui parece ser aproveitar a fama e toda a controvérsia em cima do nome dos presidentes dos EUA e da Rússia para criar um hype poderoso em cima do aparelho. Para criar ainda mais furor e inflamar a opinião pública, a marca resolveu lançar seu Nokia 3310 Putin-Trump Summit durante a reunião do G20 na Alemanha. O encontro começa nesta sexta-feira (7), em Hamburgo, e vai até o sábado, trazendo representantes das principais potências mundiais para debater política e economia ao redor do globo.

Claro que, por tratar de tópicos sensíveis e apresentar figuras bastante polarizadoras do cenário político, o evento atrai protestos, críticos e uma cobertura ampla da mídia. Será que existe uma data melhor para trazer à tona um produto não inusitado? Possivelmente, não! Segundo a Caviar, no entanto, essa versão customizada do feature phone é uma forma de celebrar a aliança entre ambos os presidentes e mostrar que a dupla compartilha um desejo de “progresso para as relações entre EUA e Rússia”.

Sendo assim, o Nokia 3310 temático não economiza em praticamente nenhum aspecto. Para começar, o dispositivo ganhou um corpo em titânio com uma pintura que lembra o padrão encontrado no aço de damasco. O destaque do projeto, no entanto, fica para a parte traseira do gadget, que traz uma moeda comemorativa dourada com a figura dos dois chefes de estado e uma placa registrando a data do encontro. O precinho de toda essa ostentação? Nada menos que US$ 2,5 mil (R$ 8,2 mil) – um valor 50 vezes maior que o do celular original.

Vandalismo em um museu coloca Lamborghini Gallardo como ‘tela’ para seus visitantes

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Se você é daqueles que sofre com um risquinho no seu carro, fuja desta matéria! Já imaginou se esse pequenino risco fosse em uma Lamborghini? E se fossem VÁRIOS riscos? É isso que propôs o museu ARoS Aarhus Kunstmeseum, localizado em Arhus, na Dinamarca. Em outubro do ano passado, uma Lamborghini Gallardo ficou exposta por 3 semanas à espera de “vândalos autorizados”.

O modelo, que custa a partir de R$ 600 mil, fazia parte da exposição “Nenhum Homem é Uma Ilha” e recebeu diferentes inscrições da galera que visitou o local. Apesar do ceticismo inicial, muita gente aderiu à “brincadeira” e fez parte do trabalho coletivo de arte.

A ideia inicial, inclusive, era que as inscrições no carro durassem mais de 3 semanas, mas isso se tornou inviável porque acabaria apagando as primeiras escritas e transformando a cor dele de preto para branco. Depois desse período inicial, a obra ficou “completa”, e os novos visitantes só podem apreciar o resultado.

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Qual o motivo?

Uma das primeiras inscrições foi SKODA – uma marca de carros na Dinamarca muito mais barata do que a Lamborghini. Apesar de o veículo não estar mais recebendo inscrições, ele continuará exposto no museu até setembro deste ano, quando será devolvido a seu dono, o grafiteiro norueguês conhecido como DOLK.

Segundo Pernille Taagaard Dinesen, curadora do ARoS, a ideia era mostrar que cada ação que a pessoa faz deixa uma marca na sociedade. A obra final foi intitulada “Low Key”, uma expressão que significa dar pouca ênfase a determinado assunto. E se você achou muito absurdo, tudo bem: a arte é justamente feita dessas coisas bizarras que não fazem sentido.

O dono do carro, DOLK, disse que o comprou já usado na Itália, justamente para a exposição. Ele não imaginava que os danos seriam tão intensos: quase todas as letras da placa “Lamborghini” foram arrancadas e teve gente que tentou riscar até as janelas do carro! O grafiteiro não pretende repintar o carro depois da exposição.

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Vandalismo?

Muitas pessoas, entretanto, não curtiram a proposta, dizendo que esse tipo de intervenção artística incentiva o vandalismo. A curadora do museu acredita que isso pode até ser possível, mas ela acha que uma obra de arte tem justamente a função de fazer as pessoas pensarem e mudarem seus desejos mais ocultos.

“Se você fosse sair e arranhar o carro de um estranho em um estacionamento depois de arranhar este, isso é totalmente sua responsabilidade. Nós instigamos você a arranhar um carro aqui, no ARoS, não na sociedade, o contexto em que você faz isso é muito importante”, analisa Pernille Dinesen.

Outros críticos dizem que a Lamborghini Gallardo já é uma obra de arte por si só e que autorizar pessoas a riscá-la seria um atentado artístico. DOLK defende que escolheu esse modelo justamente para causar estranheza e fazer as pessoas sentirem a dor dos riscos como se fosse em seu próprio carro. Vocês gostaram do resultado?

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O jardim do terror

Você é fã do terror? Não resiste a uma série ou um filme sobre zumbis? Então este é o jardim dos seus sonhos!

Um grupo canadense de artistas se inspirou em obras como “Madrugada dos Mortos”, “Extermínio” e “The Walking Dead” para criar diversos anões de jardim versão zumbi – afinal, ninguém mais aguenta aqueles tradicionais. A ideia deu tão certo que eles fizeram outros modelos homenageando outros clássicos do terror, como “Sexta-feira 13” e “A Hora do Pesadelo”.

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Beleza única dos albinos

Yulia Taits é uma fotógrafa russa que mora em Israel desde 1995. Recentemente, ela teve a ideia de fazer um projeto apenas com pessoas albinas, por considerá-las de uma beleza hipnotizante. Como resultado, a série intitulada “Porcelain Beauty” ressalta a beleza em meio a cenários mágicos, usando animais e objetos brancos para aumentar o clima de encantamento. Confira:

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Cenas épicas que só existiram por 1 segundo

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Um olhar fresco

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Nesta imagem, exposição única apresentada pelo seu membro do tiro Dave Paek, o horizonte de Nova Iorque, incluindo o One World Trade Center, é visto de novo através do vitral colorido de uma instalação de arte em DUMBO, Brooklyn. Um ex-distrito de fabricação, DUMBO (um acrônimo para baixo sob a ponte de Manhattan Viaduto) é agora conhecido por suas artes próspera e cena cultural.

Maquiagens monstruosas feitas por uma adolescente de 16 anos

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As escadas mais sinistras do mundo

Ao longo de nossas vidas, vamos tendo contato, conhecendo e explorando muitas coisas com as quais desfrutamos de interações variadas, sejam elas boas ou ruins. Com as experiências, surgem os medos, as aversões, os traumas etc., e algo que pode marcar a sua vida de forma negativa (ou positiva) são as escadas.

Elas são grandes coadjuvantes da vida de todos nós: nos fazem “subir na vida”, mas também têm o poder de nos fazer “descer”. Algumas vezes, de forma tão abrupta que jamais vemos qualquer degrau com os mesmos olhos. Elas podem ser o terror de alguns moradores de altos edifícios em dias sem energia elétrica, mas também podem simbolizar uma conquista, um feito.

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Imagens Incríveis da Natureza da Terra

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Veja profundidade em uma imagem 2D

Patrick Hughes é um artista britânico responsável pela obra “Superduperperspective”, que está em exposição na galeria de arte Birmingham, na Inglaterra. A pintura, uma ilusão de ótica, está ganhando destaque por forçar o seu olho a ver profundidade em uma imagem 2D.

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Se a pessoa olhar o quadro de frente, verá apenas três corredores comuns. Mas quando o espectador se move para a esquerda ou para a direita, vê a mágica acontecer!

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No mundo da ilusão ótica, este tipo de fenômeno é conhecido como “reverspective”, um termo inventado por Hughes para se referir a um objeto que parece estar longe, mas, na verdade, está em primeiro plano. Outro exemplo desse tipo de obra é o “Illusion Dragão”, em que o olhar do animal segue o observador ao redor da sala, acompanhando os seus movimentos.

foto-imagem-2DA magia do “reverspective” é que esse tipo de trabalho força o seu olho a ver uma perspectiva que não está lá. Quando as linhas angulares convergem para um ponto de fuga, percebemos a profundidade. Hughes trabalha com as formas e os tamanhos das imagens planas, fazendo com que certas coisas pareçam estar mais longe do que outras.