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Nadar com grandes tubarões brancos

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Não é todos os dias que me perguntam para fotografar grandes tubarões brancos. Foi-me dado essa oportunidade quando diretor da National Geographic Viagem de Fotografia Dan Westergen pediu-me para ir para a Austrália para filmar imagens subaquáticas dos grandes brancos para um próximo Traveler história da revista.

A tripulação do barco usado chum (partes de peixe em terra-up) para atrair os tubarões até o barco, enquanto eu estava em uma gaiola, pendurado na parte de trás do barco. A fim de trazer os tubarões até a minha gaiola, a tripulação continuou jogando um pequeno atum amarrado a uma corda na água, e, como o tubarão se lançou para o atum, a equipe puxou o peixe embora. Eu estava sempre torcendo para o tubarão para capturar o atum e no momento esta foto foi tirada, o tubarão ficou com ele, com o sangue do atum que passa para fora da boca e através das guelras.

Os tubarões foram muito poucos e entre e a água estava fria. Eu era capaz de ficar na água por cerca de uma hora em um terno molhado antes do meu corpo começou a tremer e a tremer incontrolavelmente. Assim, quando um tubarão fez aparecer, geralmente abaixo-Eu segurei minha câmera na frente de mim, clicando fora. Meu maior medo não era os tubarões; Eu não quero perder a chance.

Tubarão branco – Fotógrafo brasileiro, Daniel Botelho, mergulha sem proteção ao lado de tubarões brancos


O fotógrafo Daniel Botelho tem chamado atenção no Brasil e no exterior com a divulgação de seu último trabalho subaquático. As fotos do brasileiro mostram o resultado de mergulhos sem gaiola de proteção ao lado de nada menos que seis tubarões-brancos. A aventura ocorreu há duas semanas na Ilha de Guadalupe, no Caribe.

Não foi a primeira vez que Daniel ficou cara a cara com uma das espécies mais temidas da natureza. Ele já esteve ao lado de 40 tubarões, em um mergulho na África do Sul. Foi nesse país, na cidade de Gansbaai, que em 2006 ele teve seu primeiro contato com tubarões sem o uso da gaiola de proteção.

Dali pra frente, sem levar nenhum arranhão, ele conseguiu provar com suas fotografias que a ferocidade do tubarão-branco foi estigmatizada pelo clássico filme de Steven Spielberg (“Tubarão”, de 1975), e que seguindo uma série de procedimentos o mergulho ao lado dos tubarões pode ser seguro.

“O mais importante é conhecer o comportamento do animal, observar como está o humor dos tubarões”, afirma Botelho. Além desta premissa básica, o fotógrafo alerta para outros procedimentos, como jogar pouca isca antes do mergulho para não agitar o animal e atiçar sua agressividade por comida.

A experiência também trouxe outros conhecimentos importantes, como a preferência dos tubarões por certos tipos de peixes usados como isca. “Ao jogar sardinha e pescada, os animais se mantêm calmos. Ao alimentá-los com atum, os tubarões ficam mais agitados.”

O contato visual é de extrema importância durante os mergulhos com estes “animais curiosos”, como Botelho classifica as quatro temidas espécies de tubarões: tigre, branco, cabeça chata e galha-branca-oceânico. A dica do mergulhador é nunca dar as costas para o animal. “O que eu vejo não é perigoso, o perigo está no que eu não vejo”. É dessa maneira e com apoio de outros mergulhadores que Daniel consegue acompanhar o comportamento dos tubarões. Caso sinta algum perigo, ele pode se afastar ou então recorrer à gaiola de apoio.

A sua busca por grandes animais o colocou em algumas situações de risco. Em uma delas, ao se aproximar de um filhote de baleia franca de quase 30 toneladas, quase foi prensado contra a sua mãe, uma baleia que pesava até 80 toneladas.

O próximo encontro de Daniel Botelho com os temidos animais vai ser no Havaí, onde vai mergulhar e fotografar tubarões tigres.

Foto do tubarão-branco atacando uma foca e perdendo um dente


Um tubarão-branco guloso abocanhou o jantar com tanta vontade, que acabou perdendo um dente na mordida. O flagra é resultado de uma espera paciente, do fotógrafo Dan Callister.

O britânico viaja com frequência para a Ilha das Focas, perto da Cidade do Cabo, na África do Sul. Lá, ele costuma fotografar animais marinhos, principalmente tubarões atacando as presas. E dessa vez teve sorte.

- Estou viajando para encontrar alguns velhos amigos em cima e embaixo da água – disse ele, antes de partir para a África. – Tomara que os tubarões estejam na melhor forma, para que eu consiga utilizar uma foto ou duas em um projeto em andamento.

Além do tubarão desdentado, Dan conseguiu outros registros espetaculares, publicados no site britânico “Mail Online”. Estima-se que na ilha vivem cerca de 60 mil focas. Os tubarões vão até lá atraídos pela fartura de “comida”.