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Satao – Um dos elefantes mais famoso e importantes do Quênia e morto por caçadores de marfim

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Morte assinala onda recente de caça por marfim na África

Caçadores sedaram, envenenaram, mataram e cortaram rosto e presas de Satao, um dos elefantes mais famosos e importantes do Quênia. Satao era um dos últimos elefantes africanos chamados de “great tuskers”, ou grandes presas, elefantes com presas de marfim pesando mais de 45 quilos. Ele foi envenenado por caçadores, depois de anos adaptando seu comportamento para se esconder de seres humanos.

O animal provavelmente nasceu na década de 1960 e foi assassinado por dardos envenenados em um canto remoto do Parque National de Tsavo. Segundo pesquisadores, o elefante havia migrado para a região em busca de água fresca, depois de tempestades recentes.

Mark Deeble, um documentarista britânico, passou longos anos filmando Satao e outros elefantes. Ele conta que Satao sempre se movia de arbusto em arbusto, escondendo suas presas entre a folhagem. Ele acredita que o elefante apresentava esse comportamento para ocultar o marfim dos humanos. “Ele tinha consciência que os humanos eram perigosos para ele”, diz o documentarista. Sua carcaça foi encontrada com o rosto e presas de marfim arrancados e as quatro pernas separadas.

Richard Moller, da organização não-governamental Tsavo Trust, que luta para proteger a vida selvagem, monitorou o animal por meses, antes de encontra-lo morto no dia 30 de maio. Ele chamava o elefante de “ícone” e diz que “não há duvidas que Satao está morto, assassinado por um caçador de marfim, envenenado por um dardo venenoso para alimentar a demanda insaciável de marfim de países distantes”.

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Fotos de animais na natureza

As melhores fotos de animais na propiá natureza.
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Tráfico de animais rende US$ 19 bilhões por ano, diz o WWF (Fundo Mundial para a Natureza)

Um novo relatório do Fundo Mundial para a Natureza (WWF, na sigla em inglês) diz que o os lucros do tráfico de animais chega a US$ 19 bilhões por ano e que a atividade está ameaçando a estabilidade de alguns governos.

O relatório do WWF destaca uma “nova onda” de crime organizado ligado ao tráfico de animais entre fronteiras de países vizinhos.

Segundo a entidade, milícias rebeldes na África se aproveitam da demanda por elefantes, tigres e rinocerontes para obter fundos que acabam financiado conflitos civis.

John Scanlon, secretário-geral do Cites, organização que regulamenta o comércio de espécies ameaçadas, diz que esses grupos invadem as fronteiras de outros países para matar elefantes e vender o marfim para comprar armas.

O relatório do WWF também sugere que o tráfico de animais e plantas é a quarta maior atividade comercial ilegal do mundo, perdendo apenas para o tráfico de drogas, falsificação de produtos e moedas e tráfico de pessoas.

Tráfico de animais - filhote de tigre.

Tráfico de animais – filhote de tigre.

O WWF afirmou que o comércio ilegal está ameaçando cada vez mais as vidas de elefantes, rinocerontes e tigres na África e Ásia. Dezenas de milhares de pessoas são mortos todo ano e existem menos de 3,2 mil tigres na natureza. Acima, um dos 16 filhotes de tigres apreendidos em outubro.

polícia de fronteira durante operação no Parque Nacional de Kui Buri, na Tailândia.

Polícia de fronteira durante operação no Parque Nacional de Kui Buri, na Tailândia.

‘São as comunidades, frequentemente as mais pobres do mundo, que perdem mais com este comércio ilegal, enquanto grupos criminosos e autoridades corruptas lucram’, afirmou Jim Leape, diretor-geral do WWF-Internacional. Acima, a polícia de fronteira durante operação no Parque Nacional de Kui Buri, na Tailândia.

Apesar da proibição, há 23 anos, do comércio internacional de marfim, elefantes continuam sendo mortos para este fim. Acima, foto aérea de uma manada de elefantes africanos na Reserva Presidencial de Wonga Wonghe, no Gabão.

Apesar da proibição, há 23 anos, do comércio internacional de marfim, elefantes continuam sendo mortos para este fim. Acima, foto aérea de uma manada de elefantes africanos na Reserva Presidencial de Wonga Wonghe, no Gabão.

Ambientalistas registraram uma grande queda na população de elefantes em vários países africanos. Acima, ossos de elefantes encontrados na floresta, nas proximidades do vilarejo de Sounga, Gabão.

Ambientalistas registraram uma grande queda na população de elefantes em vários países africanos. Acima, ossos de elefantes encontrados na floresta, nas proximidades do vilarejo de Sounga, Gabão.

Pesquisadores do Departamento de Parques Nacionais, Vida Selvagem e Plantas fazem testes de DNA em pedaços de marfim confiscados para determinar a origem e processar as pessoas que forem flagradas com o marfim africano.

Pesquisadores do Departamento de Parques Nacionais, Vida Selvagem e Plantas fazem testes de DNA em pedaços de marfim confiscados para determinar a origem e processar as pessoas que forem flagradas com o marfim africano.

As presas de marfim geralmente são usadas na medicina tradicional, objetos de decoração e joias. Acima, um escultor de marfim em Payuhakirri, Tailândia

As presas de marfim geralmente são usadas na medicina tradicional, objetos de decoração e joias. Acima, um escultor de marfim em Payuhakirri, Tailândia

Em julho de 2012, cerca de meia tonelada de marfim, com valor de mais de US$ 700 mil, foi apreendida no aeroporto de Bangcoc. Acima, um oficial fiscaliza uma loja que vende joias e objetos de marfim no mercado de Tha Phrachan, Tailândia. Todas as fotos: © WWF-Canon /James Morgan

Em julho de 2012, cerca de meia tonelada de marfim, com valor de mais de US$ 700 mil, foi apreendida no aeroporto de Bangcoc. Acima, um oficial fiscaliza uma loja que vende joias e objetos de marfim no mercado de Tha Phrachan, Tailândia. Todas as fotos: © WWF-Canon /James Morgan

Fotógrafo de Vida Selvagem do Ano: Museu de História Natural de Londres expõe tesouros de concurso de fotos

Esta imagem, intitulada “Cruzamento Zebra”, foi feita na Tanzânia pela fotógrafa britânica Anup Shah. O objetivo dela era mostrar como as formigas veem os animais.

Edwin Giesbers enfrentou uma forte chuva quando decidiu fotografar cogumelos próximos à sua casa, na Holanda. “Eu percebi este cogumelo e depois vi que havia um sapo”, conta ele. “Eu me aproximei muito lentamente e usei uma velocidade baixa da câmera para mostrar a chuva.”

Este elefante asiático estava tomando um banho quando o fotógrafo americano Jeff Yonover o flagrou. Yonover conseguiu retratar o exato momento em que a tromba do elefante funcionou como um “snorkel”.

Rinocerontes pretos, uma espécie ameaçada de extinção, são criaturas solitárias, segundo o fotógrafo sul-africano Wynand du Plessis. Mas na Namíbia, ele encontrou vários rinocerontes do tipo que se relacionavam bem entre si e com outros animais.

O cadáver de uma baleia-cinzenta atraiu esta multidão inusitada no Alasca. Ursos polares costumam ser solitários e caçam sobre o mar congelado. Mas este grupo flagrado pelo fotógrafo americano Howie Garber contem vários machos, pelo menos uma fêmea e alguns filhotes.

Estes peixes estão comendo algas e parasitas da casca e da pele de uma tartaruga. A foto foi tirada por Andre Seale, que capturou as imagens no Havaí. Este comportamento ajuda tanto a tartaruga a ficar mais limpa e saudável, como fornece refeição aos peixes.

O Museu de História Natural de Londres selecionou algumas das melhores imagens do seu tradicional concurso Wildlife Photographer of the Year (Fotógrafo de Vida Selvagem do Ano), que existe desde 1964. A competição premia fotógrafos que retratam a natureza.

No total, 80 fotos estão sendo exibidas em uma mostra do museu intitulada Wild Planet (Planeta Selvagem). Todas as imagens, que foram selecionadas pelo zoólogo Chris Packham, foram premiadas em edições passadas do concurso.

A exposição no prédio do Museu abriu na sexta-feira passada e ficará em cartaz até o final de setembro. As legendas das fotos trazem uma breve explicação sobre como os fotógrafos fizeram para capturar as imagens.