Arquivos de Categorias: Anfíbios

Fotos da natureza e animais em raio X

Após se aposentar, o físico holandês Arie van’t Riet decidiu transformar seu passatempo em arte. Ele cria imagens a partir de radiografias de animais e plantas.Natural da pequena cidade de Bathmen, no leste da Holanda, van’t Riet começou a fazer raios X de flores quando dava aulas sobre o funcionamento da máquina.Desde então, a coleção de imagens do físico aumentou e passou a incluir não só outras plantas, como também pássaros, peixes e macacos.

“Quero que o meu trabalho sirva para destacar a beleza incrível da natureza e espero que as pessoas possam valorizar mais a natureza depois de ver essas imagens”, disse.

foto-imagem-animais-raiosx foto-imagem-animais-raiosx foto-imagem-animais-raiosx foto-imagem-animais-raiosx foto-imagem-animais-raiosx foto-imagem-animais-raiosx foto-imagem-animais-raiosx foto-imagem-animais-raiosx

Fotos de animais camuflados – Veja 10 animais que sabem ficar invisíveis

A lei da natureza é clara: os mais fortes sobrevivem. Entretanto, alguns animais conseguem burlar essa máxima. Sabendo que são frágeis e não sobreviveriam se confrontados por espécies predadoras, eles desenvolveram a capacidade do mimetismo.

Com o passar dos anos, sapos, corujas e insetos, dentre outros, dominaram a habilidade de se camuflar em ambientes que têm as mesmas cores e formatos que seus corpos.Os fotógrafos profissionais e amadores também possuem uma característica especial: eles enxergam arte nos detalhes da vida e da natureza. Assim, muitos deles saem em uma busca minuciosa por esses animais que se escondem tão bem e criam imagens intrigantes e encantadoras.

Um deles é o turco Mehmet Karaca, que flagrou uma borboleta e um camaleão usando suas padronagens parecidas para se camuflarem juntos, na mesma planta.

No fim das contas, os mais espertos sobrevivem. Tanto que muitos predadores aprenderam o mimetismo para capturar suas presas desavisadas. De uma forma ou de outra, nós é que saímos ganhando com a bela sequência de fotos que você vê abaixo. Confira!

Borboleta e camaleão se camuflam juntos

animais-camuflados-borboleta-camaleao-foto-imagem

Aranha do deserto

animais-camuflados-aranha-do-deserto-foto-imagem

 

Camaleão

 

animais-camuflados-camaleao-foto-imagem

 

Siri

animais-camuflados-siri-foto-imagem

 

Lagópode-escocês, espécie de galináceo

animais-camuflados-lagopode-escoces-galinaceo-foto-imagem

 

Coruja

animais-camuflados-coruja-foto-imagem

 

Lagarta Baron

animais-camuflados-lagarta-foto-imagem

 

Sapo

animais-camuflados-sapo-foto-imagem

 

Urutau-grande, espécie de pássaro

animais-camuflados-urutau-grande-passaro-foto-imagem

 

Bicho-pau

animais-camuflados-bicho-pau-foto-imagem

Animal mais feio do mundo – Peixe bolha é eleito o símbolo para preservação de “animais feios”

foto-peixe-bolha-psychrolutes-marcidus-imagem-animal-mais-feio-do-mundoO gelatinoso peixe-bolha (Psychrolutes marcidus), com sua cara de poucos amigos, ganhou uma votação pública para se tornar o mascote oficial da Sociedade para a Preservação dos Animais Feios, da Inglaterra.Isso dá ao peixe o título não-oficial de animal mais feio do mundo.

A entidade começou como um evento noturno de comédia com o tema ciência e depois elaborou a campanha do mascote para atrair atenção para as espécies “esteticamente desfavorecidas” que estão ameaçadas.
O vencedor foi anunciado no Festival Britânico de Ciência em Newcastle.

O peixe-bolha é o primeiro da lista, que inclui o macaco-narigudo (Nasalis larvatus), a tartaruga-nariz-de-porco, a rã-do-Titicaca (conhecida em inglês como “rã-escroto”) e os piolhos pubianos.

O biólogo e apresentador de TV Simon Watt, presidente da Sociedade para a Preservação de Animais Feios, disse esperar que a campanha chame a atenção para as ameaças que essas “criaturas estranhas e maravilhosas” enfrentam.

“Nossa abordagem convencional à conservação é egoísta. Nós só protegemos animais com os quais nos identificamos porque eles são fofinhos, como os pandas”, disse à BBC.

“Se as ameaças de extinção são tão ruins quanto parecem, focar somente na fauna carismática não faz sentido.”

“Não tenho nada contra pandas, mas eles têm que os ajude. Esses animais (os ‘feios’) precisam de ajuda”, acrescentou.

O que morreu hoje?

Watt disse esperar que a votação do mascote também mostre um lado mais leve do ativismo conservacionista.

“É o tipo mais deprimente de ciência. É basicamente descobrir: o que será que morreu hoje?”

Para realizar a campanha, Watt trabalhou com um grupo de comediantes. Cada um deles fez um vídeo no YouTube defendendo seu animal favorito. Em seguida, a sociedade pediu ao público que votasse
O peixe-bolha acabou ganhando a eleição com quase 10 mil votos.

Essa criatura estranha vive no mar do sudeste australiano e na Tasmânia, em profundidade entre 600 e 1,2 mil metros, onde a pressão atmosférica é dezenas de vezes mais alta do que no nível do mar.
Seu corpo gelatinoso é só um pouco mais denso do que a água e ele passa sua vida “quicando” nas profundezas.

O peixe se alimenta de caranguejos e lagostas. Por isso, sofre uma ameaça significativa dos arrastões de pesca. Apesar de não ser comestível, ele fica preso nas redes.

Os habitats de outros animais candidatos ao título de criaturas mais feias também enfrentam perigos semelhantes.

Por isso, Watts insiste que a conservação da natureza deve se concentrar em proteger habitats, e não espécies específicas.

Carly Waterman, do programa de Espécies de Evolução Distinta e Globalmente Ameaçadas (Edge, na sigla em inglês), da Sociedade Zoológica de Londres, elogiou a campanha e afirmou que é importante conscientizar as pessoas a respeito dos animais tradicionalmente menos “carismáticos”.

“Uma grande proporção da biodiversidade do mundo está sendo ignorada. Levantar a bandeira dessas espécies é positivo.”

Conheça os outros finalistas:

foto-kakapo-papagaio-imagem-animal-feio-mundo

Kakapo

É o único papagaio do mundo que não voa. Também conhecido como papagaio-mocho, esse pássaro pesado se desenvolveu na Nova Zelândia, que funcionou como uma “bolha”, sem predadores naturais. Mas o país agora tem muitos mamíferos, incluindo humanos, que dizimaram sua população. De acordo com a União Internacional para a Conservação da Natureza, somente 126 dessas aves permaneciam na natureza no início de 2012.

 

foto-axolote-imagem-animal-feio-mundoAxolote

Essa salamandra mexicana nunca cresce. Ela passa sua vida inteira embaixo d’água, ao contrário de outras salamandras, que desenvolvem a habilidade de respirar fora da água quando amadurecem. Mas o estado perpétuo de larva em que o axolote permanece faz com que os membros que ele perde cresçam de volta. Também significa que essas criaturas são de grande interesse para os cientistas. As salamandras são estudadas por sua aparente resistência natural ao envelhecimento e ao câncer. Elas vivem somente em um pequeno grupo de lagos no México que estão se tornando cada vez mais poluídos.

foto-ra-do-titicaca-imagem-animal-feio-mundoRã-do-Titicaca

Também conhecida como “rã escroto”, esse anfíbio vive somente no lago Titicaca, nos Andes. A rã desenvolveu uma capacidade pulmonar reduzida, então suas muitas dobras de pele a ajudam a respirar. De acordo com os relatos de alguns pesquisadores, estes animais fazem “flexões” no fundo do lago para criar perturbações na água e aumentar o fluxo de oxigênio.

foto-macaco-narigudo-imagem-animal-feio-mundoMacaco narigudo

Além do seu enorme nariz, esse primata também é rechonchudo, resultado da sua dieta de frutas verdes. Só os machos tem narizes tão grandes e, apesar de parecerem estranhos, acredita-se que sua aparência os torna mais atraentes para parceiras em potencial.

A vida selvagem da Grã-Bretanha

British Wildlife Photography Awards celebra a vida selvagem da Grã-Betanha premiando as mais belas imagens enviadas por fotógrafos de todo o país.

Os vencedores ganharam em várias categorias, como retratos de animais, detalhes naturais, e Grã-Betanha escondida.

Os competidores inscreveram fotos de aves, peixes e mamíferos em extinção.

Mas a imagem feita de dentro d’água de um golfinho na Irlanda foi a grande ganhadora do concurso.

As fotografias vencedoras serão exibidas na Mall Galleries, em Londres, do dia 2 ao 7 de setembro antes de partirem para um tour nacional.

foto-imagem-dolphins

Os vencedores do British Wildlife Photography Awards foram anunciados. E a grande vencedora foi essa imagem de um incrível encontro com um golfinho intitulada ‘In the living room’ (Na sala, em tradução livre). George Karbus, que registrou o momento, disse que “a visibilidade dentro d’água é muito limitada na Irlanda, e eu tive muita sorte em conseguir fotografar esse momento.”foto-imagem-dormouseps

Essa imagem registrada durante o outono em Devon, no sul da Inglaterra, foi altamente elogiada na categoria bosques selvagens. Danny Green, autor da foto, falou sobre a complexidade de se fotografar mamíferos em extinção. “Este arganaz está hibernando e por isso eu usei um suporte especial para câmera para não assustá-lo”.

foto-imagem-fernsnailps

A vencedora na categoria Grã-Bretanha escondida leva o título de ‘Viewpoint’ (Ponto de vista) e foi fotografada por James Knight em Buckinghamshire. Esse pequeno caracol iluminado criou uma sombra que chamou a atenção de Knight, que então recompôs a imagem e esperou que o animal chegasse até o final dessa samambaia para tirar a foto. foto-imagem-blennyps

O ganhador na categoria retratos de animais foi Mark N Thomas, que fotografou uma espécie de peixe em Gwynedd, no norte do País de Gales. Thomas, que deu o nome de ‘Tommy’ à sua imagem, disse que “esse peixe estava sempre no mesmo lugar em todos os meus mergulhos”. foto-imagem-chicksps

Na mesma categoria, paciência foi a palavra chave para essa elogiada foto de filhotes de coruja feita em Sussex, no sul da Inglaterra, por Richard Peter. “Tentar enquadrar os três e fazer com que eles olhassem na minha direção foi uma tarefa difícil.” foto-imagem-winnerbotanicalps

Robert Canis ganhou na categoria Grã-Bretanha botânica, com esta imagem que capta a relação simbiótica entre um pequeno cogumelo e árvores gigantes. foto-imagem-winnerdetailsps

Muitas vezes, não é uma questão de aproximar a câmera da natureza, mas da natureza se aproximar da câmera, como se vê na categoria detalhes naturais. A imagem vencedora na categoria, feita por Michael Gallagher, mostra os olhos de uma lula, que segundo ele, se aproximou “intrigada com a câmera, e com o intruso que fazia bolhas.” foto-imagem-chapim-real

Joseph Amess, de 15 anos, foi o vencedor na categoria de fotógrafos de 12 a 18 anos, com essa impressionante foto de um chapim-real levantando vôo em Suffolk, no leste da Inglaterra. As imagens ganhadoras serão exibidas na Mall Galleries em Londres, do dia 2 a 7 de setembro antes de partirem para um tour nacional.

Top 5 de novas espécies

foto-imagem-Lucihormetica-luckae 

Esta é a ‘Lucihormetica luckae’, uma espécie de barata descoberta no Equador. Desde a primeira descoberta de uma barata fluorescente em 1999, mais de uma dezena de espécies já foram encontradas. Todas estão em áreas remotas. Esta é uma das novas espécies anunciadas pelo Instituto Internacional para a Exploração de Espécies da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos.

foto-imagem-eugenia-petrikensis

 

Esta nova espécie, ‘Eugenia petrikensis’, é um arbusto que pode alcançar até dois metros, com folhagem verde esmeralda, ligeiramente brilhante e cachos de pequenas flores magenta. É uma das sete novas variedades descritas em um bosque litoral leste de Madagascar e é considerada em risco de extinção.

foto-imagem-lesula-monkey

 

Descoberto na bacia do rio Lomami, na República Democrática do Congo, o lesula (acima) é muito conhecido dos nativos, mas, até agora, era desconhecido para os cientistas. Esta é a segunda espécie de macaco descoberta na África nos últimos 28 anos.

foto-imagem-mine-snake

 

Esta falsa coral, a ‘Sibon noalamina’, foi descoberta nos bosques tropicais das terras altas do oeste do Panamá. Tem hábitos noturnos e caça presas como minhocas. ovos de anfíbios, caracóis e lesmas.

foto-imagem-paedophryne

 

Esta pequena nova espécie de rã tem apenas sete milímetros e estabeleceu o recorde de menor espécie de vertebrados do mundo. Foi descoberta em Papua Nova Guiné.

Fotos de animais esquisitos


A lagartixa da espécie Uroplatus fimbriatus é encontrada nas florestas tropicais de Madagascar. Ela pode chegar a 30 centímetros de comprimento. Como não tem pálpebras, ela usa a língua para remover a poeira dos olhos.

A da espécie Centrolenidae é conhecida como rã de vidro porque tem a pele quase transparente. Ela vive em florestas úmidas da América Central e do Sul.

A Aye-aye é uma espécie de lêmure com olhos saltados e grandes orelhas. Ela vive nas florestas de Madagascar e usa o longo dedo médio para retirar larvas dos troncos de árvores ocas.

O Axolotl é uma espécie de salamandra mexicana que não se desenvolve. O nome é de origem asteca e significa monstro aquático.

O Társio é um dos menores primatas do mundo. Ele mede apenas 13 centímetros e traz os olhos grandes e arredondados como seu grande diferencial. O animal também tem habilidades ultrassônicas. Ele consegue produzir e ouvir sons que fogem do alcance da audição humana.

A Giraffa Trachelophorus é uma espécie de inseto encontrado em Madagascar. Ela tem esse nome por causa do pescoço estendido, parecido com o da Girafa. O pescoço auxilia o inseto na construção de ninhos.

A lagartixa da espécie Uroplatus phantasticus tem uma cauda parecida com uma folha para se camuflar na floresta. Conhecida como lagartixa satânica, ela só é encontrada em florestas não perturbadas porque é muito sensível à destruição do habitat.

A Tartaruga-de-casco-mole é uma espécie que, além de não ter o caso rígido, usa o nariz comprido para respirar quando fica sem fôlego. Assim, ela não precisa tirar a cabeça da água e fica mais protegida contra os predadores.

O Macaco-narigudo vive em mangues em Bernéu, uma ilha da Ásia. Na época de acasalamento, ele emite um som com seu nariz grande e flexível. Porém, essa espécie corre risco de extinção.

O Pangolim é um mamífero com aspecto de réptil que vive nas zonas tropicais da Ásia e da África. Ele se transforma em uma bola sempre que se sente ameaçado por algum predador.

O Blobfish é um peixe raramente encontrado vivo. Ele vive nas águas profundas do mar da Austrália e da Tasmânia. Sua consistência é gelatinosa e ele tem densidade levemente menor do que a da água.

O dragão-marinho é um animal que se camufla para se salvar dos predadores nos mares do Oceano Índico. As nadadeiras e o seu modo de nadar fazem o animal parecer com um pedaço de alga flutuante.

Fotógrafo de Vida Selvagem do Ano: Museu de História Natural de Londres expõe tesouros de concurso de fotos

Esta imagem, intitulada “Cruzamento Zebra”, foi feita na Tanzânia pela fotógrafa britânica Anup Shah. O objetivo dela era mostrar como as formigas veem os animais.

Edwin Giesbers enfrentou uma forte chuva quando decidiu fotografar cogumelos próximos à sua casa, na Holanda. “Eu percebi este cogumelo e depois vi que havia um sapo”, conta ele. “Eu me aproximei muito lentamente e usei uma velocidade baixa da câmera para mostrar a chuva.”

Este elefante asiático estava tomando um banho quando o fotógrafo americano Jeff Yonover o flagrou. Yonover conseguiu retratar o exato momento em que a tromba do elefante funcionou como um “snorkel”.

Rinocerontes pretos, uma espécie ameaçada de extinção, são criaturas solitárias, segundo o fotógrafo sul-africano Wynand du Plessis. Mas na Namíbia, ele encontrou vários rinocerontes do tipo que se relacionavam bem entre si e com outros animais.

O cadáver de uma baleia-cinzenta atraiu esta multidão inusitada no Alasca. Ursos polares costumam ser solitários e caçam sobre o mar congelado. Mas este grupo flagrado pelo fotógrafo americano Howie Garber contem vários machos, pelo menos uma fêmea e alguns filhotes.

Estes peixes estão comendo algas e parasitas da casca e da pele de uma tartaruga. A foto foi tirada por Andre Seale, que capturou as imagens no Havaí. Este comportamento ajuda tanto a tartaruga a ficar mais limpa e saudável, como fornece refeição aos peixes.

O Museu de História Natural de Londres selecionou algumas das melhores imagens do seu tradicional concurso Wildlife Photographer of the Year (Fotógrafo de Vida Selvagem do Ano), que existe desde 1964. A competição premia fotógrafos que retratam a natureza.

No total, 80 fotos estão sendo exibidas em uma mostra do museu intitulada Wild Planet (Planeta Selvagem). Todas as imagens, que foram selecionadas pelo zoólogo Chris Packham, foram premiadas em edições passadas do concurso.

A exposição no prédio do Museu abriu na sexta-feira passada e ficará em cartaz até o final de setembro. As legendas das fotos trazem uma breve explicação sobre como os fotógrafos fizeram para capturar as imagens.

Foto do sapo Sambas – Sapo arco-íris é visto pela 1ª vez em 87 anos


Taí um belo post para uma sexta-feira: cientistas tiraram a primeira foto do raríssimo Sambas, uma espécie de sapo também conhecida como “arco-íris”.

Esse anfíbio de 5,1 cm vive nas montanhas de Borneo e foi encontrado por uma expedição da Universidade Sarawak Malaysia.

O último registro desse sapo foi feito em 1924 – mas tratava-se de desenhos, e não fotos.

Os três espécimes, macho, fêmea e filhote, devem servir como bandeira para ajudar a proteger a espécie, ameaçada pela perda de seu habitat para plantações, pastos e construções.

Fonte: Info