Instituto científico lista dez novas espécies mais “bizarras” do planeta


Um instituto ligado à Universidade Estadual do Arizona divulgou uma lista de dez espécies que foram descritas por cientistas em 2011 e chamam a atenção por seus traços incomuns e fascinantes. Entre eles está o Rhinopithecus strykeri, cuja população está em declínio no mundo. Ele se destaca por seu nariz, seu pelo negro e barba branca, além do fato de que espirra quando chove. (Imagem: Thomas Geissmann/Fauna & Flora International).

O ranking do International Institute for Species Exploration foi feito a partir de uma pré-seleção de 200 espécies – foram escolhidas as mais “fascinantes”. Esta água-viva é tão bonita quanto venenosa, e seu nome, Tamoya ohboya, foi escolhido em referência à exclamação “Oh boy!”, um grito de dor feito por quem encostar nela. (Foto: Ned DeLoach)

A lista, segundo os cientistas, visa “chamar atenção à crise de biodiversidade e ao trabalho de exploradores e museus para descobrir e descrever os milhões de plantas, animais e micro-organismo com quem dividimos o planeta”. Aqui vemos o “verme do diabo”, o organismo multicelular que vive nas profundezas da Terra, foi descoberto em uma mina de ouro sul-africana e é capaz de suportar altas temperaturas. (Foto: A. G. Borgonie, Ghent University, Bélgica)

Para os especialistas, a lista com tantas espécies incomuns mostra “quão pouco realmente sabemos sobre nosso planeta”.Esta orquídea é uma espécie rara da Papua-nova Guiné que só abre à noite e se fecha quando chega a manhã. (Foto: Andre Schuiteman)

Esta vespa parasita voa a apenas um centímetro acima do chão, em busca de formigas. Ataca em um breve “mergulho” e deposita seus ovos em menos de 1/20 de um segundo. (Foto: C. van Achterberg)

Este cogumelo foi denominado Spongiforma squarepantsii, em homenagem ao personagem de desenho Bob Esponja (SpongeBob SquarePants, no original em inglês) e por se parecer mais com uma esponja do que com um fungo. Tem cheiro de fruta e foi descoberto nas florestas de Bornéu e da Malásia. (Foto: Dennis E. Desjardin & Andrew Ichimura)

Esta flor de papoula pode ter passado muito tempo sem ser identificada porque habita as altas montanhas do Nepal. É chamada Meconopsis autumnalis porque floresce no outono. (Foto: Paul Egan)

O milípede gigante, do tamanho de uma salsicha, é o mais largo de sua espécie de que se tem notícia: 16 centímetros e 56 patas. Foi encontrada na Tanzânia.(Foto: G. Brovad)

À primeira vista, esta espécie parece mais um “cáctus ambulante” do que um animal, por isso foi batizada de Diania cactiformis. Pertence a um extinto grupo de animais com forma de verme e múltiplos pares de patas. Seu fóssil foi descoberto em depósitos cambrianos de 520 milhões de anos, no sudoeste da China. (Foto: Jianni Liu)

Esta tarântula de pêlo azul é a primeira espécie brasileira a fazer parte da lista. (Foto: Rogério Bertani/ Instituto Butantan)

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