Fotos antigas antes da década de 1970 recebem cores

Antes da década de 1970, fotografias coloridas eram um artigo de luxo. Por isso mesmo, muitos dos momentos mais marcantes da nossa história acabaram sendo registrados apenas em preto e branco. As fotos abaixo foram coloridas para nos ajudar a visualizar como era o mundo que nós só conhecemos em escala de cinza.Antes da década de 1970, fotografias coloridas eram um artigo de luxo. Por isso mesmo, muitos dos momentos mais marcantes da nossa história acabaram sendo registrados apenas em preto e branco. As fotos abaixo foram coloridas para nos ajudar a visualizar como era o mundo que nós só conhecemos em escala de cinza.

Claude Monet em 1923

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Times Square, 1947 foto-imagem-fotos-do-seculo-passado

Winston Churchill, 1941

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Meninas entregando gelo, 1918

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Meninas entregando gelo, 1918

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Meninas entregando gelo, 1918

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Meninas entregando gelo, 1918

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Meninas entregando gelo, 1918

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Meninas entregando gelo, 1918

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Meninas entregando gelo, 1918

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Meninas entregando gelo, 1918

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Albert Einstein em uma praia de Long Island em 1939

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Audrey Hepburn

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Soldados do Exército da União, da Guerra Civil Americana, fazem uma pausa, em 1863

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Charles Darwin

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Soldados da Segunda Guerra Mundial na Páscoa

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Elizabeth Taylor em 1956

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O saxofonista Big Jay McNeely toca no Olympic Auditorium, em Los Angeles, em 1953

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Louis Armstrong praticando nos bastidores em 1946

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Uma estação de abastecimento de Washington, D.C. em 1924

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Dois pugilistas depois de uma luta

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Sophia Loren e Jayne Mansfield

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Irmãos Robert Kennedy, Edward “Ted” Kennedy e John F. Kennedy do lado de fora do Salão Oval

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Henry Ford, 1919

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Um acidente de carro em Washington, D.C., por volta de 1921

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Abraham Lincoln com o Major General McClernand e Allan Pinkerton, em Antietam, em 1862

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Belas fotos mostram arco-íris preso em caverna de gelo

foto-imagem-caverna-de-geloJá pensou como seria legal poder prender um arco-íris dentro de um cubo de gelo? É mais ou menos isso o que aconteceu em uma gruta congelada debaixo de uma geleira. As “cavernas arco-íris” ganham cores por meio da refração da luz através do gelo – quanto mais grosso ele for, mais esmeralda ele fica.

Denis Budkov, um fotógrafo russo da península de Kamchatka, resolveu adicionar um toque pessoal à formação rochosa. Utilizando chamas e cuspindo fogo no local, ele transformou os tons de azul em vermelho escuro, montando assim imagens impressionantes.

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Uma viagem ao coração das cavernas arco-íris

As formações foram fotografadas perto do vulcão Mutnovsky, que fica 72 km ao sul da região central de Petropavlovsk-Kamchatskiy. Arriscando a própria vida, Budkov produziu os efeitos e os capturou com perfeição.

“Estava muito frio e molhado lá dentro. Além disso, a água escorria das paredes e do teto”, explicou o rapaz que também trabalha como guia. “Com a temperatura de zero grau, as lentes começaram a ficar húmidas, o que dificultou as fotos”.

Denis contou que, conforme descia às profundezas da gruta, o lugar ficava cada vez mais impressionante. Maravilhado com as cores, o ele concluiu que valia a pena o risco do teto desabar para capturar as imagens.

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Arco-íris mágico

A formação única dessas cavernas é criada pelo inverno pesado da região russa, o que faz com que a neve seja comprimida e forme grossas camadas de gelo. Depois, quando chegam os meses de verão, o intenso descongelamento cria desmoronamentos que fluem para fora dos túneis e cavidades.

Embora pareça montagem, as cores purpuras, azuis, verdes e amarelas são o resultado dos raios de sol passando pelo gelo glacial e adentrando no incrível mundo inferior das grutas. A paisagem fotografada foi esculpida na geleira por um rio que nasce em uma fonte quente oriunda do próprio vulcão.

“Passei alguns dias perto das cavernas, mas só me aventurei dentro delas no fim da viagem. Fiquei com medo de que o teto desabasse, e como é uma formação próxima a um vulcão, a área em geral é bastante volátil. Todavia, estava muito curioso e não podia perder a oportunidade de fotografar aquelas cores incríveis”, relatou Budkov.

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As 10 caras mais engraçadas que os bichos fazem

De nada adianta o talento para a fotografia se o profissional não está no lugar certo e no momento certo. Estes aqui estavam e registraram algumas das expressões faciais mais inusitadas em animais. (Todas as fotos foram cedidas por seus autores à BBC Earth.)

‘Enchendo a cara de nozes’, por Barb D’Arpino

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As tâmias (Tamias spp.) são os membros menos numerosos da família dos esquilos, mas são cheios de vida. Algumas até viraram estrelas do cinema, com na série Alvin e os Esquilos.
Das 25 espécies de tâmias conhecidas no mundo, 24 são encontradas na América do Norte.
O animal fotografado aqui era um velho conhecido da fotógrafa Barb D’Arpino. “Toda vez que eu a via, não conseguia parar de sorrir e registrar o seu comportamento”, conta ela à BBC Earth.

‘O Grito’, por Peter Brannon

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A garça tricolor (Egretta tricolor), também conhecida como garça da Louisiana, é uma ave americana de médio porte que gosta de viver em pântanos e mangues.
Tanto quando voam quanto em repouso, elas seguram o pescoço em uma curva em forma de “S”.

É óbvio porque Brannon compara sua imagem com o quadro O Grito, de Edvard Munch. Ele ainda se espanta quando olha para o registro: “Até hoje não sei quem levou o maior susto, se fui eu ou a garça”, relata.

‘Posando para a câmera’, por Bob Hadfield

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Conhecido pelo nome científico de Macaca nigra, estes animais são macacos encontrados apenas em algumas ilhas da Indonésia e estão em estado crítico de risco de extinção.

Os machos mostram sua agressividade encarando os outros com a boca aberta, sorrindo ou bocejando. Demonstram submissão beijando os outros na boca ou fazendo caretas.

Hadfield acredita que o macaco da foto “literalmente sorriu para a câmera… Pareceu uma resposta inacreditavelmente humana”.

‘Alce sacudido’, por Tor Atle H. Kleven

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Os alces (Alces alces) são a maior espécie de cervos do planeta, chegando a medir 2 metros ou mais de altura até os ombros.
Eles vivem nas regiões mais frias do planeta.

Kleven teve a sorte de capturar esta fêmea em pleno movimento, na Suécia.

‘Because I’m happy…’, por Giorgia Marinoni

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A rã de olhos vermelhos (Agalychnis callidryas) é um dos moradores mais coloridos e estranhos da América Central, tendo sido batizada dessa maneira por causa de seus olhos protuberantes.
Quando se sente ameaçado, esse anfíbio típico das florestas tropicais “acende” seus olhos vermelhos, seus pés alaranjados e suas laterais azuis, na esperança de assustar predadores e ganhar segundos preciosos para sua fuga.

Esta rã parece estar sorrindo para a lente da italiana Marinoni, que tirou esta foto no Oasi di Sant’Alessio, em Pavia, na Itália.

‘Hora da soneca’, por Haydn Bartlett

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Os orangotangos (Pongo spp.) são os únicos grandes primatas da Ásia, com uma espécie encontrada em Bornéu e outra em Sumatra. Esses “habitantes da floresta”, como seus nomes querem dizer, são notadamente inteligentes.

Algumas populações usam pedaços de pau para procurar cupins para comer, e essa técnica é ensinada de geração para geração.

Os machos são maiores do que as fêmeas e também se distinguem pelas enormes bochechas e uma protuberância no pescoço.

‘Língua enrolada’, por Mike Franks

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Não é novidade que a girafa (Giraffa camelopardalis) é o animal terrestre mais alto e é típico da África, mas poucas pessoas sabem que elas têm uma língua habilidosa que chega a medir meio metro de comprimento.

Quando temos a impressão de que a girafa está nos mostrando a língua, é mais provável que ela esteja prestes a enrolá-la em volta de folhas.
“O que eu adoro nas girafas é que a cada novo clique elas fazem uma cara diferente”, diz Franks à BBC Earth.

‘Careta’, por Ranveig Marie Nesse

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Os veados vermelhos (Cervus elaphus) são habitantes comuns na Europa, na Ásia e no Norte da África. Eles são ruminantes que se alimentam de pasto e de pequenos arbustos.
Apenas os machos possuem chifres impressionantes como este aqui, que começam a crescer na primavera e caem no inverno.

Este veado vermelho, capturado por Nesse em Namsskogan, na Noruega, poderia muito bem estar apenas comendo, mas a fotógrafa acredita que ele estava tentando assustá-la.

‘Alpaca de ressaca’, por Aaron Sarauer

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A alpaca (Vicugna pacos) é um parente do camelo que foi domesticado há milhares de anos na América do Sul.

Ela é famosa por “cuspir” saliva e ácido estomacal em outras alpacas para expressar seu descontentamento ou recusar um avanço amoroso. Mas não é algo comum.

“Quando tirei esta foto, foi difícil segurar o riso. Ela me lembra a sensação de uma bela ressaca, quando a última coisa em que você pensa é na sua aparência”, afirma Sarauer à BBC Earth.

‘Olhar cintilante’, por Haydn Bartlett

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Não se engane com este olhar “vesgo” capturado em um incrível close de uma coruja: trata-se de uma das aves de rapina mais eficientes do planeta.
A coruja é frequentemente tida como um símbolo de sabedoria e mistério, apesar deste retrato feito por Haydn Bartlett de uma coruja-das-neves (Bubo scandiacus).

Canadian Rockies (Canadá)

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Uma das paisagens mais famosas do mundo, o Grand Canyon é, além de lindo, enorme. Ele tem 446 km de formações rochosas e chega a atingir até 1,5 km de profundidade. O vale foi moldado pela erosão ao longo de milhares de anos, à medida que as águas do rio Colorado percorriam o leito, criando esse contraste maravilhoso de cores.

Dariusz Klimczak – Fotos surreais

O fotógrafo polonês Dariusz Klimczak constrói paisagens surreais através da manipulação. Cada imagem é composta por vários elementos que trabalham em conjunto para apresentar uma coesa, embora incomum, cena. Na maioria das vezes, os as fotografias de Klimczak estão em terras áridas e desertas.dariusz-klimczak-foto-surreal

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Astronomia do Ano Insight

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A menos de duas semanas do fim das inscrições do prêmio Fotógrafo de Astronomia do Ano Insight, a BBC separou algumas das belíssimas imagens que foram cadastradas até agora, incluindo esta foto, de Martin Giertl, da Via Láctea sobre os lagos Elfin, no Canadá foto-imagem-luzes-e-estrelas

Valery Shamukov inscreveu essa imagem do Sol, fotografada com uma gama de cores bem reduzida
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‘Este local é chamado de Monjes de la Pacana, perto da tríplice fronteira entre Bolívia, Chile e Argentina’, disse o fotógrafo Adhemar Duro Jr. ‘Os monges (monjes, em espanhol) são formações rochosas gigantes e o monolito fotografado aqui é o mais emblemático de todos eles, tendo o tamanho de um prédio pequeno’
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Sebastián Guillermaz passou longas horas de uma noite tentando fotografar um cometa. Infelizmente não conseguiu mas, enquanto deixava o local, teve a sorte de testemunhar esta vista belíssima da Lua

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Esta foto da Lua sobre o iluminado castelo de Edimburgo no Natal de 2014 foi enviada por Grant Ritchie foto-imagem-luzes-e-estrelasEste espetáculo da aurora boreal sobre Trwyn Du, no País de Gales, foi registrado por Adrian Kingsley-Hughes foto-imagem-luzes-e-estrelasEsta imagem de Mark Hanson é a Nebulosa do Coração, IC 1805, Sh2-190, que fica a cerca de 7,5 mil anos-luz de distância da Terra na constelação de Cassiopeia foto-imagem-luzes-e-estrelasEsta vista panorâmica do céu à noite no Parque Nacional dos Arcos, no Utah, foi composta por David Toussaint a partir de mais de 20 cliques individuais foto-imagem-luzes-e-estrelasEsta imagem da Nebulosa de Eta Carinae, que fica a cerca de 7,5 mil anos-luz do Sol, foi feita por Stephen Mohr foto-imagem-luzes-e-estrelasDave Brosha registrou o momento em que o amigo Paul Zizka, também fotógrafo, acompanhava a aurora boreal foto-imagem-luzes-e-estrelasOutra imagem da aurora boreal. Esta, de Kolbein Svensson, foi feita com cinco fotos verticais que, juntas, criam uma panorâmica foto-imagem-luzes-e-estrelas

A lagoa Waldronville em Otago, na Nova Zelândia, é o cenário para essa foto de Ian Griffin que mostra a Estação Espacial Internacional passando no campo de visão

Noite de tempestade

foto-imagem-tempestade Relâmpago em uma noite de tempestade perto de Port Hedland, Western Australia, inflama bushfires que enviam-se um brilho alaranjado. Uma ameaça comum da segurança na província durante os meses de Verão, os fogos florestais pode começar sem aviso e mover-se rapidamente através de vastas áreas.

Retratando um reino animal Imaginary

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Esta foto flagra o momento em que um furão pega carona no voo de um pica-pau.

foto-imagem-furão-pica-pauEle acredita que o mamífero atacou o pássaro, que decolou no susto, levando consigo o passageiro.”O pica-pau estava saltitando estranhamente como se estivesse pisando numa superfície quente… O pássaro voou sobre nós e um pouco em nossa direção; de repente, ficou óbvio que ele tinha um pequeno mamífero nas costas e que essa era uma luta pela vida”, disse Le-May.

A dupla aterrissou a cerca de 25m do fotógrafo, que disse ter temido pelo pica-pau.

Mas a sua presença pode ter distraído o mamífero predador, que desapareceu na vegetação. O pássaro escapou com vida.

O mistério do vestido que ‘muda de cor’

foto-imagem-vestidoAzul e preto ou branco e dourado? É o frisson que vem causando a foto do vestido acima. A discussão virou um dos temas mais compartilhados nas redes sociais, em especial no Twitter, onde alcançou status de trending topic, ou assunto entre os mais comentados, no Brasil e no mundo.”Qual é a cor desse vestido? Vejo branco e dourado. Kanye vê preto e azul, quem é o daltônico?”, escreveu Kim Kardashian na rede.

Também no microblog, a ganhadora do Oscar Julianne Moore disse que via branco e dourado, mas Taylor Swift e Justin Bieber viram azul e preto.

O que diz a tecnologia

Se você enxerga o vestido branco e dourado, está simplesmente equivocado.

Pedimos à editora de fotografia do Serviço Mundial da BBC, Emma Lynch, que nos ajudasse a determinar objetivamente a cor do vestido usando um software de edição de fotos.

Ela disse que, após análise, todos os tons da cor do vestido são azuis, e não brancos. Ao aumentar a foto-imagem-vestidosaturação – tornando as cores existentes mais fortes, mas sem acrescentar novas cores – o vestido aparece azul para todos.

Estes resultados são confirmados pelo uso da ferramenta de conta-gotas do software, que captura amostras de áreas específicas do tecido. Este software identifica o código de cor do computador de qualquer pixel na tela. E nesse caso também gera resultados em tons de azul.

Como tudo começou

As conclusões são confirmadas pela responsável por distribuir a imagem do vestido nas redes sociais.

Caitlin McNeill, uma escocesa de 21 anos, faz parte de uma banda de folk. Na semana passada, o grupo tocou em um casamento onde a mãe da noiva estava usando o vestido.

Caitlin contou ao site BuzzFeed News que as discordâncias sobre a cor do vestido começaram pouco antes da festa, quando a mãe da noiva compartilhou com o casal uma foto da roupa que planejava usar.

A noiva e o noivo não conseguiram chegar a um acordo sobre se o vestido na foto era azul e preto ou branco e dourado. Então postaram a imagem no Facebook. McNeill, depois, compartilhou a foto em seu Tumblr.

A história cresceu nas redes sociais e não parou mais.

McNeill disse que o vestido azul e preto é da marca Roman Originals e, embora houvesse outras opções de cores disponíveis, nenhum deles era branco e dourado.

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Por que vemos cores diferentes

De acordo com o site de tecnologia Wired.com, a chave para decifrar o enigma do vestido está na forma como os olhos e o cérebro evoluíram para ver cores na luz solar.

Como os seres humanos evoluíram para ver a luz do dia, seus cérebros começaram a levar em conta o fato de que a luz muda de cor. Os objetos têm um certo tom vermelho rosado de madrugada, mais azul-branco ao meio-dia, e voltam a ser mais avermelhadas no pôr do sol.

O cérebro tenta descontar o efeito da luz do sol (ou outra fonte de luz) para chegar a uma cor “verdadeira”.

Por isso, algumas pessoas veem azul no vestido mas seus cérebros ignoram isso, atribuindo a cor azulada à fonte de luz, em vez de ao próprio vestido. Elas veem branco e dourado.

Os cérebros dos outros atribuem o azul que eles veem ao próprio vestido.

Este fenômeno existe há milhares de anos, mas há algo especial nesta foto do vestido que tornou as diferenças na forma como vemos a cor mais clara do que nunca.