CAMPANHA DA SEA SHEPHERD SOBRE PLÁSTICOS NOS OCEANOS VAI DEIXÁ-LO CHOCADO

O consumo de plástico tem sido cada vez mais questionado, principalmente diante dos eventos recorrentes com animais morrendo em função da poluição dos oceanos. Então, se você ainda não vê grandes problemas em relação ao uso de copos e talheres descartáveis e até mesmo de sacolas plásticas de mercado, precisamos alertá-lo.

Realmente, não é nada ameaçador usar um simples copo de plástico para tomar um café durante a tarde, no intervalo do trabalho, por exemplo. Na verdade, o problema só existe porque 7,7 bilhões de pessoas também pensam dessa forma e reproduzem esse raciocínio em seus atos. Afinal, é impossível jogar algo “fora”, já que todos os objetos descartados permanecem dentro do planeta Terra.

Grande parte das pesquisas acerca desse assunto aponta em uma direção: nós, assim como os animais marinhos, estamos mergulhados em plástico. Contudo, o número de pessoas conscientes e engajadas na causa tem aumentado consideravelmente nos últimos tempos. ONGs, assim como outros grupos, têm o poder de gerar mudanças; no entanto, a conscientização e a transformação de hábitos individuais causam maior impacto, afinal, se cada um fizer a sua parte, tudo terá sido feito.

Com o objetivo de informar ainda mais pessoas, a Sea Shepherd, organização internacional de preservação marítima sem fins lucrativos, lançou uma campanha chocante. Em parceria com as agências de propaganda Tribal Worldwide (São Paulo) e DDB (Guatemala), foram criadas imagens inéditas e desconcertantes. Pôsteres em 3D foram elaborados com fotos de dois animais: uma tartaruga e uma foca sendo sufocadas por sacolas plásticas; com elas, pode-se ler a frase: “O plástico que você usa uma vez tortura o oceano para sempre”.

“Infelizmente, uma ação pequena e impensada em nossa rotina pode causar danos enormes à natureza. Nessa campanha, pretendemos remediar isso, alcançando o maior número possível de pessoas e conscientizando-as de que com passos pequenos e fáceis podemos garantir que cenas terríveis como essas não aconteçam”, declarou Guiga Giacomo, diretor executivo da Tribal Worldwide.

É ISSO QUE ACONTECE QUANDO UM LAGO CONGELADO ‘QUEBRA’ EM MILHÕES DE PEDAÇOS

Os Estados Unidos foi o centro de muitos fenômenos naturais curiosos devido ao recente vórtice polar que ocorreu na região. O frio foi tão extremo que a temperatura na cidade de Chicago, em Illinois, chegou a -30ºC. Por conta do vórtice, um evento interessante aconteceu no Lago de Michigan, que ficou congelado a maior parte do inverno. Com o movimento das ondas que quebravam sobre placas congeladas já existentes, a água se transformou gradualmente em camadas de gelo sobrepostas.

Contudo, as estações do ano vêm para lembrar que tudo tem seu fim. O início da primavera levou temperaturas mais elevadas ao país, fazendo com que o gelo entrasse em um processo de descongelamento e se partisse. Isso pode parecer completamente banal; até você ver as algumas imagens do pier de South Haven, em Michigan.

Apesar de a paisagem ser lindíssima e digna de muitos registros fotográficos, a Guarda Costeira do país recomendou aos curiosos que uma distância segura do gelo fosse mantida, visto que é extremamente periogoso andar em uma superfícies instáveis como essa.

“Nenhuma superfície congelada é segura, especialmente nesse momento do ano. O gelo está certamente descongelando e se partindo.”, declarou a Guarda para o site MLive.

Não é a primeira vez que um fenômeno como esse acontece no Lago de Michigan; fotógrafos vêm registrando imagens de congelamentos extremos há muitos anos. Localizado no Norte da América, exclusivamente dentro dos Estados Unidos, esse é um dos cinco maiores lagos da região. Os 4 demais se dividem entre os EUA e Canadá.

Os primeiros ocupantes da região foram os índios Hopewell. Eles ficaram lá até 800 anos D.C e, nas próximas décadas, o local foi habitado pelos índios “Late Woodland”. Atualmente, aproximadamente 12 milhões de pessoas vivem nas margens desse Lago, sobretudo nas áreas metropolitanas de Chicago e Milwaukee.

FOTÓGRAFO CAPTURA IMAGENS INCRÍVEIS DE ANIMAIS DAS PROFUNDEZAS DO HAWAII

Os mares são um verdadeiro mistério para o ser humano. Segundo a Organização Nacional Francesa de Hidrografia (OHI), conhecemos somente 10% dos oceanos. E, vale lembrar que cerca de dois terços da superfície da Terra são cobertos por água. Afim de desvendarem novos seres marítimos, muitos se aventuram em mergulhos e até expedições mais complexas.

O fotógrafo subaquático Jeff Milisen é um exemplo disso. Por meio de uma agência de mergulhos no Hawaii, a Kona Honu Divers, ele fez uma expedição pela costa de Oahu, no Hawaii — viagem que rendeu registros fotográficos incríveis. Jeff reuniu suas imagens favoritas, dividindo-as em três grupos: “peixes larvais”, cefalópodes e criaturas variadas. Atualmente, essas imagens estão disponíveis na coleção Blackwater em seu site.

Jeff apelida os seres curiosos como “formas de vida alienígena” e não é por menos. Os locais nos quais esses seres habitam possuem pouquíssima luminosidade — ou até nenhuma. Assim, é comum que os animais exibam sua bioluminescência e se tornem visíveis em um mundo tão escuro. Portanto, a presença de um brilho intenso sob um fundo preto pode ser considerada uma das características mais marcantes dessa coleção.

Apresentamos a vocês um camarão da família Penaeidae. Essa espécie, assim como muitos invertebrados, utilizam a transparência como uma forma inteligente de camuflagem.

Essa é a forma larval de um bacamarte, conhecido também como “robin do mar” — esse apelido foi motivado pela vibrante coloração laranja que é adquirida com o tempo. Os peixes na idade adulta se concentram no fundo do oceano e possuem nadadeiras um tanto quanto engraçadas.

Na imagem acima, você pode admirar duas lulas de recife. Elas são famosas por possuírem grandes barbatanas localizadas nas laterais da cabeça. Além disso, seus corpos são completamente cobertos por cromatóforos, células pigmentadas que refletem a luz.

Essa criatura que mais parece um alienígena, assim como Jeff Milisen descreveu, é uma jovem lula. Ela consegue mergulhar cerca de 700 metros e utiliza a radiação bioluminescente para evitar os predadores.

URINÓIS BIZARROS EM QUE VOCÊ PRECISA FAZER XIXI ALGUM DIA

ESTA LAGARTA FOFINHA PODE CAUSAR MUITA DOR – Megalopyge opercularis

Você deu uma boa olhada no bichinho da imagem acima? Apesar de parecer todo fofinho e completamente inofensivo, ele pode provocar muito sofrimento em quem acidentalmente confundi-lo com uma peruca ambulante e tocar seus pelinhos. Isso porque os “pelos” — ou cerdas — contêm uma poderosa toxina que, além de irritar profundamente a pele, pode desencadear uma série de reações pra lá de dolorosas.

Bonitinha, mas ordinária

Trata-se da lagarta da espécie Megalopyge opercularis que, eventualmente se transforma em uma bela mariposa conhecida como “mariposa flanela” (veja a foto logo abaixo). Ela pode ser encontrada no sul dos Estados Unidos, México e algumas partes da América Central e costuma habitar plantas como carvalhos, pinheiros, olmos e arbustos frutíferos. Além disso, é mais fácil se deparar com esses animais entre os meses de junho e setembro.

A M. opercularis é considerada a lagarta mais venenosa dos EUA e, quando ocorre o contato com a pele, as cerdas que recobrem o corpo do animal — e que ficam conectadas às células que produzem a toxina — podem se romper e funcionar como miniagulhinhas cheias de veneno. E o problema é que, apesar de a lagarta ser extremamente perigosa, a sua aparência acaba atraindo a atenção das pessoas, e muitas não resistem à tentação de tocá-la.

Encontros dolorosos

Entre as reações mais comuns à toxina da M. opercularis está a irritação da pele, inchaço, surgimento de bolhas, erupções cutâneas e muita dor. Além disso, a exposição ao veneno também pode provocar náusea, dores de cabeça e no peito, dificuldades respiratórias, espasmos musculares e até convulsões.

Quem já teve o azar de ter um encontro acidental com uma dessas lagartinhas garante que a experiência pode ser pior do que ser tocado por uma água-viva e ou, ainda, do que ser picado por um escorpião! Portanto, se algum dia você se deparar com um desses bichinhos fofos, não tente manuseá-lo de jeito nenhum. No entanto, se isso acontecer, procure ajuda médica.

Você também pode realizar um “primeiro socorro”, aplicando fita adesiva sobre a área afetada para remover as cerdas da pele. Depois, lave bem a região com água e sabão, e coloque um pacote de gelo ou pano molhado sobre o machucado. Além disso, outra sugestão é aplicar uma mistura feita com bicarbonato de sódio e água na pele e, caso você tenha algum anestésico ou analgésico, siga as instruções da bula e passe sobre a área.

COMO É A VIDA EM UM DOS LUGARES MAIS DESPOVOADOS DA EUROPA

Localizadas entre a Escócia e a Islândia, as Ilhas Faroé são 18 ilhas pertencentes à Dinamarca indicadas para os amantes da natureza. Repleto de falésias, cachoeiras, montanhas e simpáticas aldeias, o arquipélago é o verdadeiro endereço da tranquilidade, e suas paisagens enchem facilmente os olhos de qualquer um. A seguir, conheça mais sobre esse lugar peculiar:

1. As casas dos locais são de um charme sem igual

De antepassados vikings, seu território abriga mais de cem aldeias com casas pintadas com uma paleta de cores sóbrias e vibrantes. Para garantir o aquecimento dos cômodos nos meses mais frios, os moradores têm o hábito de forrar os telhados das casas com grama.

2. Tórshavn: a capital das Ilhas Faroé

Dos 50 mil habitantes do arquipélago, cerca de 15 mil moram na capital, Tórshavn. A cidade costeira vive em função da principal atividade econômica da região, a pesca, que é responsável por mais de 80% das exportações locais.

3. Sandavágur: sinônimo de preservação envolto em polêmica

Na Ilha de Vágar, está a pequena Sandavágur, lar de aproximadamente 900 habitantes. A cidade, que já conquistou duas vezes o título de aldeia mais conservada das Ilhas Faroé, ganhou atenção recentemente por conta de uma prática que acontece desde o século 16 em suas praias: a caça anual de baleias. A justificativa do governo local, segundo o Daily Mail, é de que essa seria uma forma de garantir que a ilha, sem condições de produzir alimentos, não precisasse importar comida de outros lugares.

4. A solitária igrejinha do vilarejo de Saksun

A cota de belas imagens da nossa lista não para por aí! Essa igreja quase desaparece em meio ao verde da paisagem e mostra a facilidade do lugar em proporcionar aos seus moradores e visitantes pequenos deleitos visuais. O vilarejo onde ela fica, Saksun, tinha em 2017 apenas 8 moradores fixos.

5. Sorvagsvatn: o lago que mais parece uma montagem

Parece uma ilusão de ótica, mas pode ser acessado depois de uma trilha de 2 horas: este é o lago Sorvagsvatn, situado a apenas 30 metros acima do mar. Considerado o principal cartão-postal das Ilhas Faroé, suas águas se misturam às do oceano em um determinado ponto, quando despencam do alto de um penhasco.

IMAGENS FEITAS COM DRONES EM 2018

A popularização dos drones fez com que diversas pessoas começassem a se habituar em fazer fotos das alturas. A demanda foi tão grande que esse tipo de fotografia ganhou uma rede social própria, a Dronestagr.am, na qual só são permitidas imagens capturadas pelos gadgets do momento.

Recentemente, a rede social divulgou os 68 cliques mais incríveis feitos por drones em 2018 – esse é o quinto ano consecutivo que a Dronestagr.am escolhe suas imagens mais representativas. Abaixo, selecionamos 20 das melhores entre as melhores. Confira:

DESCOBRIRAM UMA NOVA ESPÉCIE DE SAPO — E A CRIATURA É PRA LÁ DE INCOMUM

Apesar de não existirem muitos pedaços de terra no planeta que não foram tocados pelo homem, ainda há muita coisa curiosa por ser descoberta neste mundão lindo em que vivemos! Pois é, caro leitor, embora a Ciência tenha identificado e descrito milhares e milhares de espécies animais e vegetais, é com bastante frequência que os pesquisadores se deparam com exemplares desconhecidos — e bastante curiosos.

Um deles foi descoberto recentemente aqui na América do Sul, na Cordillera del Cóndor — um cantinho pouco explorado dos Andes —, por pesquisadores da Universidade Católica do Equador e consiste em um sapo que, de acordo com Tom Hale, do site IFLScience!, apresenta uma série de características pra lá de inusitadas.

Criatura incomum

Para começar, não foi à toa que a criatura permaneceu “incógnita” por tanto tempo: além de o sapo habitar uma região remota e de difícil acesso — os cientistas percorreram trilhas íngremes e acidentadas durante 2 dias para chegar ao cume da cordilheira! —, apresenta coloração marrom-esverdeada que o torna um verdadeiro mestre da camuflagem no ambiente em que habita.

A criatura pertence à espécie Hyloscirtus hillisi e, segundo os pesquisadores, além de ficar oculta entre a vegetação, conta com “perninhas” compridas e finas, olhos cor de bronze e pintinhas amarelas pelo corpo. No entanto, a característica mais curiosa é uma espécie de garra situada na base do “polegar” do sapo.

Conforme explicaram os cientistas, essa estrutura é relativamente grande — considerando o tamanho do animal —, tem aparência de gancho, e sua função exata é desconhecida. A equipe precisará realizar uma série de estudos para confirmar a utilidade da garrinha, mas uma suspeita é a de que ela sirva para afugentar possíveis predadores ou, ainda, que consista em uma espécie de “espora” que os machos usam durante disputas por parceiros para acasalamento.

Pena que essa estrutura, ao que tudo indica, não seja assim tão eficiente, uma vez que ela não garante proteção contra ameaças maiores… Isso porque, apesar de o novo sapo pertencer a um gênero que contém 37 espécies — distribuídas por várias áreas da América do Sul e Central, incluindo o Equador, a Costa Rica, a Bolívia, a Colômbia, a Venezuela e o Peru —, seu habitat é bastante limitado, e poucos exemplares foram encontrados, sugerindo que a população não é muito numerosa. Para piorar, uma companhia chinesa de mineração se instalou nas proximidades da área ocupada pelos anfíbios, representando um sério risco à sobrevivência desses animais.

O NOVO VISUAL DESTES CÃES É A COISA MAIS FOFA QUE VOCÊ VAI VER HOJE

MELHORES FOTOS DO ANO

Com a proximidade do Ano-novo, começam a pulular no seu feed de notícias diversas retrospectivas. Uma das mais aguardadas, sem sombra de dúvida, é a seleção com as melhores fotos de 2018 da revista norte-americana National Geographic.

A publicação, que completou 130 anos de criação neste ano, é uma das mais prestigiadas do mundo, e, como já mostramos aqui, seus registros retratam manifestações da natureza e da humanidade impressionantes que certamente ficarão documentados para a posterioridade. A seguir, veja os principais destaques de 2018: